quarta-feira, 29 de maio de 2013

Black Soul Samba convida Daniel Dú Blues nesta sexta


Nesta sexta-feira (31) a Black Soul Samba convida o músico Daniel Dú Blues para um show especial em homenagem ao Blues e ao Soul, estilos de principal influência no mundo da música. A festa acontece no bar Palafita, começa às 21h, com ingressos a 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais.
Além disso, os DJ's do coletivo Black Soul Samba formado por Uirá Seidl, Kauê Almeida, Fernando Wanzeller e Eddie Pereira, tocarão os sucessos do blues, soul, funk clássico dos anos 60 e 70, além de muito samba rock e música popular brasileira. A homenagem dos DJ’s do coletivo vai além do Blues, trará referências a grandes nomes do soul norte-americano, surgido a partir do blues e do gospel. Nomes consagrados como Isaac Hayes, Curtis Mayfield, James Brown e Otis Redding, estarão nos set´s dos dj´s da festa que volta com força total nesta semana.

Para essa edição da festa Daniel Dú Blues trará um repertório com pérolas de Hendrix, Muddy Waters, Clapton, Buddy Guy, Robert Johnson. Também passando pelos filhos do blues, rock, soul e funk americano. O show terá um momento nacional com o Blues do Barão Vermelho, aqueles lados B com as letras matadoras de Cazuza e terminando com uma homenagem ao bluesman brasileiro Celso Blues Boy.

Guitarrista, produtor e professor de guitarra desde 1984, Daniel Dú Blues é do Rio de Janeiro, mas mora em Belém desde 2007. Tocou com bandas como Solano Star, Nó Cego, O Orador, Espargo de Marfim, Blues Pirata, Eloi Iglesias e outros. A atual banda de Daniel conta com ele na guitarra e voz, Jorge Oliveira no baixo, Peterson Goes na bateria e Sylnara Dias no piano e teclado.

Daniel começou a carreira como guitarrista de Hard Rock no Rio de Janeiro e sempre gostou muito de Blues e Blues Rock. Grande parte das influências dele estão nos sons de nomes como Johnny Winter, Clapton, B.B King , Hendrix, Ritchie Blackmore e Michael Shenker. “O que mais me inspira no gênero é a possibilidade de improvisação, criação e contato direto com o publico através da música”, diz Daniel.

“A música representa pra mim a vida, o sustento, o amor e o sofrimento, a inspiração, a piração e o lamento”, confessa o artista. Ele já tocou muito e com muita gente aqui no Brasil e em Barcelona onde passou uma temporada. “Uma ótima lembrança de show foi em 92 com a banda Espargo de Marfim, abrindo o show para o Barão nas areias da praia do Atalaia em Salinas para 30 mil pessoas.”, relembra.

Essa será a segunda vez dele tocando na Black Soul Samba, que segundo o próprio é a melhor festa de Belém. “Espero que seja tão bom ou melhor que da primeira vez. Esse show terá participações surpresas muito maneiras de amigos músicos que sou fã.”, finaliza.

Serviço: Nesta sexta-feira (31) a Black Soul Samba convida o músico Daniel Dú Blues para um show especial em homenagem ao Blues, além dos DJs Black Soul Samba. A festa acontece no bar Palafita, começa às 21h, com ingressos a 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais. (Rua Siqueira Mendes, 264, ao lado da Casa das Onze Janelas, Cidade Velha).

Contatos: 8347-1698 e 8291-6992

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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Black Soul Samba faz festa tradicional “Especial Tropicália” nesta sexta


Nesta sexta-feira (24) a Black Soul Samba faz a terceira edição do tributo à tropicália, realizando a “Black Soul Samba - Especial Tropicália", com o show dos cantores Renato Torres, Joelma Klaudia e Olivar Barreto. A festa acontece no bar Palafita, começa às 21h, com ingressos a 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais.
Além disso, os DJ's do coletivo Black Soul Samba formado por Uirá Seidl, Kauê Almeida, Fernando Wanzeller e Eddie Pereira, tocarão os sucessos do disco que marcou a música brasileira “Tropicália ou Panis Et Circencis” (1968) e muitas brasilidades, é claro.
O show do trio é uma grande homenagem a Tropicália e surgiu de apresentações passadas em outros locais de Belém. Renato e Olivar precisavam de uma voz feminina forte para as canções que Gal Costa interpretava no disco, assim iniciou a parceria com a cantora Joelma Klaudia, cuja voz e perfil se encaixaram muito bem na atmosfera tropicalista. “Nossas vozes juntas, especialmente nas canções dos Mutantes, tiveram um resultado muito bacana, que as pessoas gostam muito”, conta o cantor Renato Torres.
O repertório da apresentação desta sexta trará os clássicos da Tropicália, como a canção-título do movimento, “Domingo no Parque” e “Alegria Alegria”. Segundo Torres não se trata de um cover e sim de um show feito de versões.  O trio usará aqui e ali algumas ideias e fraseados dos arranjos originais, para manter a ligação com o espírito da época, como em algumas passagens onde o ruído é importante.
“Quem se interessa pela evolução histórica e estética da música no Brasil não pode ignorar jamais a importância da Tropicália, não poderia ter existido Chico Science ou grupos que misturam música barroca e antiga com tradição oral brasileira como o Anima, não fosse o pioneirismo dos tropicalistas, que já compreendiam o conceito de multiculturalidade que está no âmago deste país”, afirma.
Segundo o artista a principal conexão dele com o tropicalismo é a música feita sem preconceitos de origem e que ousa, corajosamente, romper fronteiras, explorando novas possibilidades de interpretação do cotidiano.

Icônicos e debochados

O movimento da Tropicália teve sua origem sustentada por quatro marcos inaugurais, todos acontecidos em 1967: a exposição “Tropicália, manifestação ambiental, de Hélio Oiticica, no MAM do Rio de Janeiro, a estreia do filme "Terra em Transe”, de Glauber Rocha e a estréia da peça “O Rei da Vela” de Oswald de Andrade e as participações de Caetano Veloso e Gilberto Gil no III Festival da Record interpretando “Alegria, Alegria” e “Domingo no Parque”, que com uma nova linguagem  inaugurava a guitarra elétrica na MPB.
Caetano Veloso, Gilberto Gil, Nara Leão, Gal Costa, Torquato Neto, Capinam, Guilherme Araújo, Os Mutantes, Júlio Medaglia e Tom Zé se juntaram para a gravação do disco “Tropicália ou Panis Et Circencis” em 1968. O trabalho foi a concretização de um novo estilo de música que se fazia no Brasil e ganhou visibilidade de um manifesto musical. Os arranjos e a regência ficaram por conta de  Rogério Duprat e a produção foi de Manuel Barenbein.
Icônico desde a capa, que foi elaborada pelo artista plástico Rubens Gerchman, com a fotografia de Oliver Perroy. A imagem final, feita na casa do fotógrafo, teve nos adereços alegóricos uma criação coletiva com todos opinando um pouco.
A capa foi imaginada como uma paródia do álbum dos Beatles, “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”. Na imagem o grupo transmitia a ideia dos retratos patriarcais tradicionais, com elementos que formam a capa da obra-prima que marcaria para sempre a música no Brasil. Então nesta sexta-feira a Black Soul Samba retoma essa atmosfera e celebra a música brasileira, do jeito que ela merece.

Serviço: Nesta sexta-feira (24) a Black Soul Samba faz a terceira edição da tradicional “Black Soul Samba Especial Tropicália”, com o show dos cantores Renato Torres, Joelma Klaudia e Olivar Barreto, além dos Djs do Coletivo Black Soul Samba. A festa acontece no bar Palafita, às 21h, com ingressos a 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais (Rua Siqueira Mendes, 264, ao lado da Casa das Onze Janelas, Cidade Velha).

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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Black Soul Samba convida Sol Raiol e o carimbó da Tribo de Algodoal




Nesta sexta-feira (17) a Black Soul Samba está mais regional do que nunca, trazendo o show da cantora Sol Raiol com o grupo de carimbó “Tribo Regional de Algodoal”, com todo o batuque da ilha. A festa acontece no bar Palafita, começa às 21h, com ingressos a 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais.

Além disso, os DJ's do coletivo Black Soul Samba formado por Uirá Seidl, Kauê Almeida, Fernando Wanzeller, Homero da Cuíca e Eddie Pereira, tocarão muitos sucessos do Mestre Verequete e Lucindo, além de outros clássicos da guitarrada, do carimbó, da música africana e latina.

“Nosso principal objetivo este ano era fazer festas mais regionais, com sons daqui, mostrando toda a mistura de ritmos que a música Amazônica tem”, diz Uirá, DJ do coletivo.

As atrações dessa vez vão mostrar a forte sonoridade da ilha de Algodoal. Sol Raiol é natural de Belém, mas sua alma musical está na ilha de Algodoal. Foi por lá que ela deu os primeiros passos da carreira, que completou dez anos. Durante sua trajetória a artista se identificou com o samba de raiz e o chorinho, mas sempre flertando com o carimbó.

Já o grupo de carimbó “Tribo Regional de Algodoal” existe desde 2005, falando sempre sobre o cotidiano dos nativos, com uma linguagem diferente e com um batuque indígena. Eles tem músicas autorais como “Lazer de Algodoal” e “Nativa Dançarina”, mas também levarão para o show as composições de Chico Braga como “Cachorro Canguçu” e “Carimbó da Marcinha”.

O grupo é formado por Zeca Nativo (voz e banjo), Mestre Marinho (flauta),Roberto Cabral (maraca), Baixote (maraca), Lauriane (tambor repique) e Léo (tambor marcação). Segundo Zeca, um dos fundadores da “Tribo Regional de Algodoal”, tudo começou quando ele e os amigos descobriram que tinham um interesse em comum, a música.

Os primeiros instrumentos foram confeccionados por eles, então começaram a tocar em diversos bares e nunca mais pararam, se apresentando em lugares como Santa Izabel e Maracanã, e agora em Belém.

“A música pra mim significa tudo. Minha mãe dava aulas de tambor, então desde pequena eu já batucava nas bacias”, conta Lauriane, a única garota do grupo. Assim como Lauriane, a maioria deles também descobriu a paixão pela música desde criança. Zeca, por exemplo, começou a aprender vários instrumentos apenas com sete anos. Tanto amor pela música promete uma apresentação memorável, do jeito que só se encontra nas noites da Black Soul Samba.

Serviço: Nesta sexta-feira (17) a Black Soul Samba traz o show da cantora Sol Raiol com o grupo de carimbó “Tribo Regional de Algodoal”, além dos DJs Black Soul Samba. A festa acontece no bar Palafita, começa às 21h, com ingressos a 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais.  (Rua Siqueira Mendes, 264, ao lado da Casa das Onze Janelas, Cidade Velha)

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quarta-feira, 8 de maio de 2013

Black Soul Samba homenageia Bob Marley




Nesta sexta-feira (10) a Black Soul Samba homenageia Bob Marley com o tributo “Bob Marley Soul Rebel”, que terá um show especial do DJ Proefx e da cantora Adriana Cavalcante fazendo releituras de clássicos de Marley, com um clima de muita mistura. Haverá também a participação especial do DJ Truta tocando muito reggae. A festa acontece no bar Palafita, começa às 21h, com ingressos a 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais.

Além disso, os DJ's do coletivo Black Soul Samba formado por Uirá Seidl, Kauê Almeida, Fernando Wanzeller, Homero da Cuíca e Eddie Pereira, tocarão muito reggae, ska, rocksteady, dub, rap, funk, soul e muitas brasilidades, dando um clima especial à noite.

“Não fizemos antes um tributo ao Bob porque não queríamos que fosse somente mais um tributo das dezenas que rolam em Belém. Aceitamos a sugestão do DJ Proefx e da Adriana de lançar o show na Black porque a proposta é diferente”, disse DJ Uirá Seidl. O nome “Bob Marley Soul Rebel” para o tributo tem inspiração na canção clássica dele.

Na última segunda-feira (6) para aquecer o DJ Proefx e Adriana Cavalcante lançaram virtualmente o single “Stir it up cumbiamix” em parceria com os músicos Léo Chermont e Rafael Azevedo, que também estarão no show de sexta. A produção é uma releitura do clássico “Stir it up” dos anos 70 de Bob Marley, do álbum que completa 40 anos, com batidas fortes e muita cumbia.

Segundo Dj Proefx a apresentação promete trazer versões com muita salsa, hip hop e cumbia. “Quem não é fã do Bob? Já participei de outros tributos, mas é um prazer participar de um na Black Soul Samba, porque nesta festa poderemos fazer diferente e ousar”, afirma Proefx.

Já Adriana Cavalcante confessa que a emoção para o tributo é enorme, já que Bob Marley sempre foi sua referência musical desde sempre. “Ele é uma fonte que até hoje consulto constantemente. Em qualquer show que eu faça, sempre incluo alguma canção dele. Fazer esse tributo, na verdade, é uma homenagem de toda a minha vida pra essa fonte de inspiração, é uma alegria quase infantil poder interpretar músicas de Bob que me acompanham”, afirmou a artista.

A festa aproveita para homenagear o álbum “Catch a Fire” que completou 40 anos mês passado. A obra-prima foi o disco de estréia na gravadora Island da banda The Wailers, liderada por Bob Marley. O disco traz músicas como “Concrete Jungle”, “Stop That Train”, “Stir it Up” e “All Day All Night”. “Foi com esse disco que Marley passou a ser conhecido mundialmente, com o álbum sendo produzido e lançado em todo o mundo com uma excelente equipe técnica, o que colaborou para o som sair tão consistente e coeso”, conta o DJ Uirá.

Serviço: Nesta sexta-feira (10) a Black Soul Samba homenageia Bob Marley com o tributo “Bob Marley Soul Rebel”, que terá um show especial do DJ Proefx e da cantora Adriana. Haverá também os DJs Black Soul samba e a participação especial do DJ Truta. A festa acontece no bar Palafita, começa às 21h, com ingressos a 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais. (Rua Siqueira Mendes, 264, ao lado da Casa das Onze Janelas, Cidade Velha)

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terça-feira, 30 de abril de 2013

Black Soul Samba convida Manoel Cordeiro e Sonora Amazônia nesta sexta-feira



“Estou um pouco nervoso e ansioso, esse negócio de ser o principal, ser artista deixa a gente sem graça”. Nesta sexta-feira (3) a “Black Soul Samba” convida para o palco do Palafita “Manoel Cordeiro e Sonora Amazônia”, com uma apresentação que marcará o pré lançamento do primeiro disco solo de Cordeiro. A festa começa às 21h, com ingressos a 15 reais e meia entrada para estudantes a 8 reais.

Além disso, haverá os DJ's do coletivo Black Soul Samba formado por Uirá Seidl, Kauê Almeida, Fernando Wanzeller, Homero da Cuíca e Eddie Pereira, que tocarão o melhor da música brasileira, da black music, incluindo ritmos afro-latinos, que integrarão o show de Manoel Cordeiro, como por exemplo: cumbia, merengue e salsa.

A parceria Black Soul Samba e Manoel Cordeiro tem muitas coisas em comum, mas a principal delas é que ambos gostam da experimentação musical e apostam nos ritmos que fazem dançar. “Quero fazer um show com pegada dançante, já que minha música é instrumental, quero que o clima seja de karaokê, de baile, com todo mundo dançando e cantando comigo”, fala Manoel Cordeiro.

Essa será uma apresentação diferente, pois marca o pré- lançamento do disco “Manoel Cordeiro e Sonora Amazônia”, o primeiro álbum solo do artista depois de 45 anos de carreira. A banda que acompanhará o músico é formada por: Edvaldo Anaice, Meca, Igor Catela, Márcio Jardim, Harley Bechara e Jô. Cordeiro tocará instrumentos como guitarra, violão e teclado. Além dos músicos, haverá o auxilio de um computador com alguns sons pré gravados.

O artista já tocou com nomes importantes da música brasileira, como Roberta Miranda, Vital Lima, Nilson Chaves, Roberto Leal, Trio Los Angeles e Fernando Mendes. Mas a história de Manoel começou mesmo nos anos 70, quando em 1976, foi lançada a música “Lambada (Sambão)”, marcando o surgimento da lambada. O músico participou dos trabalhos de Alípio Martins e Beto Barbosa, que mesclavam sons da Guiana Francesa e do Samba. Posteriormente nos anos 90 trabalhou com a banda Warilou.

O Pará não está na moda

“Sinto informar, mas esse disco não é de guitarrada”, avisa o músico. Isso mesmo, não é um disco essencialmente de guitarrada, se trata de um passeio por todas as tendências musicais que Manoel Cordeiro teve contato durante todo esse tempo no ramo musical.

Então o público pode esperar muito carimbó, zouk, merengue e lambada. São doze faixas não apenas de nostalgia, mas de releituras de um percurso musical que influenciou e influencia diversos músicos até hoje, com participações especiais como a de Sebastião Tapajós.

Sobre o momento que a música paraense passa de reconhecimento, ele diz que não é um fenômeno que aconteceu de ontem para hoje. “Não, o Pará não está na moda. Porque o modismo é algo sem qualidade, é uma onda passageira. Isso que estamos vivendo é o resultado da luta de vários artistas como a Banda Sayonara, Banda Orlando Pereira, que começaram como cover e depois foram para o autoral, amadurecendo a produção”, conta.

“A lambada por exemplo é paraense, infelizmente não levamos a fama por ela. Artistas como Tony Brasil, Nilson Chaves, Lucinnha Bastos, Walter Bandeira, Pinduca e tantos outros foram escrevendo nossa história musical. A diferença é que naquela época nós éramos meio individualistas, cada um fazia seu negócio e pronto. Essa geração de agora sabe trabalhar no coletivo. Gravam, produzem e cantam um no disco do outro”, finaliza.

É como o filho de Manoel Cordeiro sempre fala por aí, é a estética do calor que acaba unindo todos por essas bandas. E é com essa junção de sons e pessoas, que a Black Soul Samba aguarda o público nesta sexta-feira, que promete e sempre cumpre.

Serviço: Nesta sexta-feira (3) a “Black Soul Samba” convida para o palco do Palafita “Manoel Cordeiro e Sonora Amazônia”, com uma apresentação que marcará o pré lançamento do primeiro disco solo de Cordeiro. Além dos Djs do Coletivo Black Soul Samba. A festa começa às 21h, com ingressos a 15 reais e meia entrada para estudantes. (Rua Siqueira Mendes, 264, ao lado da Casa das Onze Janelas, Cidade Velha)

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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Black Soul Samba faz edição especial com DJs convidados




Nesta sexta-feira (26) a Black Soul Samba leva ao público mais uma edição da festa “Black Soul Samba Convida DJs”, que já é tradição no cenário musical da cidade. A festa começa às 21h no bar Palafita na Cidade Velha, com ingressos a 15 reais e meia entrada para estudantes a 8 reais.

Esta edição terá como convidados os DJs Bina Jares, Roberto Pinheiro e Yula. Além deles a noite será regada pelos sons dos DJs do coletivo “Black Soul Samba” formado por Uirá Seidl, Kauê Almeida, Fernando Wanzeller, Homero da Cuíca e Eddie Pereira, que prometem não deixar ninguém parado.

Além disso, haverá um pocket show do grupo de hip-hop VN e o lançamento oficial do clipe deles intitulado “O Jogo”, com a produção da “Traumas Video”. “O grupo VN é pioneiro no hip-hop, sabemos que fazer um clipe não é barato, mas resolvemos dar esse apoio e resultou em um trabalho de qualidade”, disse Julio Douahy da Traumas Video.

A “Black Soul Samba Convida DJs” acontece desde o surgimento da festa, com uma edição por mês, na qual a festa mostra o melhor do mundo das pick-ups com os DJs da casa, DJs convidados de outros coletivos ou que trabalham de forma independente e ainda pessoas de outras profissões que gostam de discotecar apenas por diversão.

Os DJs convidados

O DJ Bina Jares toca desde os 15 anos, mas não gosta muito do título. “Não gosto de ser chamado de DJ, prefiro discotecário, já que não é a minha profissão, nem faço música, apenas discoteco o que estou curtindo”, diz. Segundo Bina, o convite para a festa chegou em um ótimo momento, já que os gostos musicais entre ele e a black Soul Samba tem muito a ver. Jares levará para essa edição muita música contemporânea latina, do leste europeu, da Rússia, além de muita música cigana, reggaetown e kuduro.

“A Black Soul tem a manha de juntar todo tipo de gente que vive, ou passa por Belém. A cada sexta ela solidifica no cenário essa cara de contemporaneidade, de mistura, de gostos variados e principalmente de valorização da música brasileira”, completa Jares.

Outro convidado da festa é o DJ e radialista Roberto Pinheiro, que faz parte da história musical de Belém desde a década de 80, por ser um dos precursores do reggae na região. Roberto criou o complexo ecológico “Parque dos Igarapés”, referência nacional no que diz respeito a shows de reggae. Além disso, onze anos de sua vida passou na Rádio Rauland FM com o programa “Reggae Vibration” e hoje leva o reggae para a Rádio Metropolitana FM.


Além deles, esta edição da Black Soul Convida trás a DJ Yula, conhecida por seu trabalho nas pistas eletrônicas. Já tocou ao lado de grandes nomes da cena eletrônica como Ital (Antu Records), Pedrão (Vagalume records), Rosa Ventura(Respect) e Tacit (Planet B.E.N.). Porém, para a BSS ela virá com um repertório regado a muito samba rock, além de sucessos de Jorge Ben Jor, Seu Jorge e Tim Maia. “Esse convite para a Black Soul Samba foi um presente, vou ter minha primeira experiência tocando samba rock em uma festa que me surpreendeu ao atingir um público jovem com estilos que poucas pessoas costumam escutar”, disse Yula.

Serviço: Nesta sexta-feira (26) a Black Soul Samba leva ao público mais uma edição da festa “Black Soul Samba Convida DJs”, que já é tradição no cenário musical da cidade. A festa começa às 21h no bar Palafita na Cidade Velha, com ingressos a 15 reais e meia entrada para estudantes a 8 reais.

Imprensa: 8347-1698
Produção: 8291-6992
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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Black Soul Samba faz Tributo a Jorge Ben Jor




Nesta sexta-feira (19) a “Black Soul Samba” traz ao público pelo quarto ano consecutivo o “Tributo a Jorge Ben”. Sendo este ano uma edição especial que homenageia um dos melhores discos da história da música brasileira, a obra-prima: África Brasil.

Sempre acontecendo no mês em que se homenageia São Jorge, o tributo da Black Soul Samba ao compositor carioca é comandado pelos DJ´s do Coletivo: Uirá Seidl, Homero da Cuíca, Eddie Pereira, Fernando Wanzeler e Kauê Almeida, neste ano contando com a participação da banda “Voucongás”. A noite começa às 21h no bar Palafita na Cidade Velha, com ingressos a 15 reais e meia entrada para estudantes a 8 reais.
Na década de 60, Jorge Ben se afastava da Bossa Nova dominante na música brasileira e se aproximava da música popular afro-brasileira. Com influência marcante da produção musical negra dos Estados Unidos ele começou a ganhar mais visibilidade e criou o primeiro suspiro do que chamaríamos de samba soul ou samba rock. O casamento do soul com o funk e Afrobeat ficou evidente em "África Brasil", disco que marcou não só a carreira do artista, mas a história da música brasileira.
Para reviver esse maravilhoso disco e outros da carreira de Jorge Ben, a “Black Soul Samba” preparou uma noite especial. Discos como “A Tábua de Esmeralda” de 1974, “Ben” de 1972 e “Solta o Pavão” de 1975 e "Força Bruta" de 1970 são algumas das obras primas da trajetória do músico que também vão rolar nesta edição especial da festa.

A banda “Voucongás” interpretará os grandes sucessos de Jorge Ben. O grupo é formado por Davi Amorim (guitarra e voz), Júnior Gurgel (bateria e voz), Jonatas Gouvea (baixo), Lenilson Albuquerque (teclado), Sidney (percussão), Jó (trombone) e Daniel Delatuche (trompete).

"Sempre gostei da música negra do Brasil, tocar na Black Soul é uma sensação ótima, ainda mais com um repertório de Jorge Ben. Nossa banda tem tudo a ver com o tipo de som que rola na festa, isso faz com que a gente se sinta em casa”, diz Júnior Gurgel vocalista da Voucongás.

“Umabarauma”, “Hermes Trismegisto Escreveu”, “Taj Mahal”, “Xica da Silva”, “W Brasil”, “Engenho de Dentro”, Zazueira” serão algumas das canções que estarão no repertório especial preparado por eles para o tributo.


Serviço: Nesta sexta-feira (19) a “Black Soul Samba” traz ao público pelo quarto ano consecutivo o “Tributo a Jorge Ben” com os DJs Black Soul Samba e a banda “Voucongás”. A noite começa às 21h no bar Palafita na Cidade Velha (rua Siqueira Mendes ao lado da Casa das Onze Janelas), com ingressos a 15 reais e meia entrada para estudantes a 8 reais. 

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