segunda-feira, 22 de julho de 2013

Black Soul Samba homenageia nesta quarta o vintage blues



Nesta quarta-feira (24) a Black Soul Samba realiza a última edição do projeto Black Soul Samba de Verão deste ano. Para se despedir do verão a festa leva ao público uma homenagem ao vintage blues com a banda paraense “Indigo Blues”. A diversão será no bar Palafita e começa às 18h, com entrada franca até às 20h, depois os ingressos custam 15 reais e 8 reais para estudantes. Lembrando que a banda se apresenta às 23h.

Além disso, os DJ's do coletivo Black Soul Samba formado por Uirá Seidl, Kauê Almeida, Fernando Wanzeller e Eddie Pereira, tocarão em seus set´s sons variados, com foco principal no blues, soul e blues rock, sem esquecer da diversidade de sons que sempre rola nas noites da Black, com muita música brasileira, sempre.

A “Indigo Blues” é uma banda paraense que existe desde 1994 e se destaca pela sonoridade peculiar, considerada “vintage”, com timbres que tem ligação com bandas da década de 60 e 70, proporcionados pelas guitarras e amplificadores específicos para o blues. A ideia do grupo é difundir o blues em sua forma mais original, se mantendo fiel ao estilo mesmo com novos arranjos ou com interpretações próximas aos grandes mestres. O repertório tem espaço não só para composições dos grandes mestres do blues, mas para composições autorais. Além disso, haverá a participação especial do músico Daniel Dú Blues e do músico Junior Rider.

A banda é formada pelo membro fundador da banda Jorge Kingmel (baixo e vocais), além de Val Fonseca (gaita e vocais), Carlos Solaris (guitarras e vocais), Marcelo Lúcio (guitarras e violão) e Mauro Farias (bateria). No momento eles estão em processo de gravação de uma demo com composições autorais para divulgar o blues de sotaque genuinamente amazônida.

A Indigo Blues tenta resgatar o sentimento inicial do estilo. O blues, mais do que uma expressão de revolta, expressava a tristeza dos negros que trabalhavam nas colheitas de algodão nos estados sulistas americanos e viviam às margens do Rio Mississipi. O estilo foi a tradução em forma de arte desse sentimento de opressão, uma espécie de lamento e gemido na tentativa de aliviar a dor do corpo e da alma.

Por mais que as pessoas não percebam, muito do que toca nas rádios tem influência ou um pouco do blues. A ideia da banda é levar o estilo para o público e fazer com que ele ganhe mais força nos dias de hoje”, diz o músico Jorge Kingmel.

Forma de expressão

Foi no sul dos EUA que o blues assumiu a forma que conhecemos, com a população escrava chegada da África. O estilo evoluiu do spirituals e do gospel nas igrejas evangélicas no final do século XIX.

Falar de blues é falar de Robert Johnson com seu blues rural no início do século passado, posteriormente passando por outras vertentes, como o blues eletrificado de Chicago, com Muddy Waters e Buddy Guy, o blues texano de Stevie Ray Vaughan e Johnny Winter, beirando o rock and roll. Então chega a sofisticação, os músicos começam a inserir elementos do jazz, emprestados ao gênero por B.B. King.

O blues se tornou internacional quando foi importado para a Inglaterra por Eric Clapton, John Mayall e Jimmy Page com seu lendário Led Zeppelin. No Brasil o “boom” do estilo aconteceu no começo dos anos 80 com os lançamentos de “Água Mineral” do Blues Etílicos e “Mandinga” de André Christóvam. Em Belém, os primeiros acordes surgiram no final da década de 80.



Serviço: Nesta quarta-feira (24) a Black Soul Samba realiza a última edição do projeto Black Soul Samba de Verão deste ano. A festa leva ao público uma homenagem ao vintage blues com a banda paraense “Indigo Blues” e com os DJ's Black Soul Samba. A diversão será no bar Palafita e começa às 18h, com entrada franca até às 20h, depois os ingressos custam 15 reais e 8 reais para estudantes. Lembrando que a banda se apresenta às 23h.

Contatos: 8347-1698 e 8291-6992
Outras informações e promoção de cortesias: www.facebook.com/BlackSoulSamba

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Black Soul Samba faz tributo especial Jimi Hendrix nesta quarta-feira


Nesta quarta-feira (17) o projeto “Black Soul Samba de Verão” continua, dessa vez com um tributo especial ao maior guitarrista de todos os tempos: Jimi Hendrix, que contará com a estreia da banda “Carcaça de Playboy” no palco do bar Palafita . A festa começa às 18h e tem entrada franca até às 20h e a banda se apresenta às 23h30. Os ingressos custam 15 reais e 8 reais para estudantes.

A noite será cheia de sons roqueiros, mas sem esquecer da diversidade que marca a identidade do coletivo de DJ's Black Soul Samba formado por formado Uirá Seidl, Kauê Almeida, Fernando Wanzeller e Eddie Pereira, que tocarão as origens de Jimi Hendrix, do blues do Delta do Mississippi ao rock seminal de Little Richard e Chuck Berry. Além de muito blues e soul, de nomes como Muddy Watters e B.B King.

O tributo a Jimi Hendrix marca, além do dia mundial do rock comemorado no dia 13 de julho, a estreia da banda “Carcaça de Playboy” com três grandes músicos da cena paraense: Daniel Dú Blues (guitarra e vocal), Beto Brasil (bateria) e Ícaro Suzuki (baixo). Esta apresentação também marca a volta de Ícaro aos palcos depois da difícil recuperação de um atropelamento, que o músico sofreu em outubro do ano passado.

Nos anos 90 os três músicos já haviam tocado juntos, e agora resolveram se reunir novamente para tirar um som com muito rock and roll e blues. Além de releituras de clássicos do rock, como Jimi Hendrix. O show contará com as participações especiais do músico Bala das bandas Stress e Zona Rural, do músico Markinho do grupo Markinho e Banda, de Edu Souza da banda Mitra e da cantora Luana Almeida.

O repertório terá músicas autorais, releituras dos maiores sucessos de Jimi Hendrix e músicas interpretadas por ele. Além de rocks para homenagear o dia mundial do estilo como a canção “Marginal” de Cazuza, alguns blues do Barão Vermelho e “Estado violência” dos Titãs.

Segundo Beto Brasil que já tocou em mais de trinta bandas durante sua carreira, diz que a experiência de lançar uma banda como a “Carcaça de Playboy” é um sentimento diferente de todos que já viveu. “Se trata de um novo amor, uma nova paixão, aquela que eu tava procurando a tanto tempo e agora finalmente encontrei”, diz o músico.

Para ele a grande diferença de formar uma banda hoje é que no cenário atual as bandas estão mais preocupadas em gravar, em levar a sério o trabalho de músico, apesar de ainda ser uma cena um pouco desunida. E sobre tocar Jimi Hendrix ele fala que é uma felicidade. “Hendrix fazia uma espécie de free rock, os músicos que tocavam com ele eram soltos para criar e deixar a música fluir”, afirma Beto.

Ele reinventou a maneira de tocar guitarra minha relação com a música de Hendrix é a de qualquer guitarrista que toque blues, de inspiração e admiração. Nesse show vou procurar só não quebrar e tocar fogo na guitarra, mas de resto podem esperar muita loucura”, diz Daniel Dú Blues que adianta que brevemente a banda “Carcaça de Playboy” lançará seu primeiro EP com três músicas inéditas.


Hey Joe

Hendrix revolucionou o desenvolvimento da amplificação e dos efeitos com a guitarra moderna. Durante os primeiros meses da sua turnê inicial ele usou amplificadores Vox e Fender, mas descobriu que eles não podiam aguentar a potência de um show como o dele.

Então descobriu o alcance dos amplificadores de guitarra de alta potência fabricados pelo engenheiro de áudio inglês Jim Marshall e eles se mostraram perfeitos para as necessidades de Jimi, que foi crucial na popularização da marca “Marshall”. Ele procurava constantemente novos efeitos de guitarra e foi um dos primeiros guitarristas a testar as totais possibilidades do pedal wah-wah.

Em 1967 o músico foi uma das atrações principais no Festival Pop de Monterey. E dois anos depois do icônico Festival de Woodstock. Foi influenciado por artistas de blues como T-Bone Walker, B.B King, Muddy Waters, Albert King e Elmore James.


Ainda em 67, o grupo, formado por Hendrix na guitarra e vocal, Noel Redding no baixo,eventualmente guitarra e vocais base, e Mitch Mitchell, na bateria, percussão e backing vocals lança seu primeiro álbum, o “Are You Experienced” que era uma mistura de rock, blues e psicodelia. Jimi Hendrix influenciou nomes como Gary Clark Jr., Lenny Kravitz, Jack White, Dinosaur jr., Wolfmother, Celso Blues Boys e Blues Etilicos.


Serviço: Nesta quarta-feira (17) o projeto “Black Soul Samba de Verão” continua, dessa vez com um tributo especial ao maior guitarrista de todos os tempos: Jimi Hendrix, que contará com a estreia da banda “Carcaça de Playboy” no palco do bar Palafita. Além dos DJ's Black Soul Samba. A festa começa às 18h e tem entrada franca até às 20h e a banda se apresenta às 23h30. Os ingressos custam 15 reais e 8 reais para estudantes.

Contatos: 8347-1698 e 8291-6992
Outras informações e promoção de cortesias: www.facebook.com/BlackSoulSamba

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Black Soul Samba de Verão convida DJ's com ritmos calientes



Durante o mês de julho a “Black Soul Samba” oferece ao público quartas-feiras com muita música com o projeto “Black Soul Samba de Verão”. A primeira edição acontece nesta quarta (10) no bar Palafita, com as discotecagens do Duo “Caliente & Saliente” e do DJ Truta. A festa começa às 18h, com entrada franca até às 20h. Os ingressos custam 15 reais e 8 reais para estudantes.

Além disso, o coletivo de DJ's Black Soul Samba formado por Uirá Seidl, Kauê Almeida, Homero da Cuíca, Fernando Wanzeller e Eddie Pereira trazem um repertório com toda a diversidade de sons, como: samba, soul, funk, afrobeat, reggae, rap e muita música brasileira.

O duo “Caliente & Saliente” surgiu da parceria da fotógrafa Ana Flor e do publicitário Edvaldo Souza, o “Azul”. Ana iniciou sua carreira como DJ na própria Black Soul Samba e agora volta a festa com ritmos que prometem fazer todos dançarem.

Já Azul, além de publicitário e idealizador do projeto MúsicaParaense.Org, é um eterno curioso musical. O duo tocará muita música latina, misturando ritmos que tem tudo a ver com o clima do verão. Segundo Ana Flor a ideia do “Caliente & Saliente” surgiu quando os dois decidiram unir o repertório caribenho dela com o repertório paraense do Blue.

“Vamos tocar basicamente música para dançar. Sempre fui para a Black, acho que é a festa mais completa de Belém, com todos os ritmos em um só lugar e o público é muito bacana, conseguimos encontrar os velhos amigos e fazer novos”, diz a DJ que promete fazer todo mundo dançar coladinho e suar muito.

A primeira edição deste mês da “Black Soul Samba de Verão” não poderia também deixar de oferecer ao público um repertório com muito reggae roots. Grandes sucessos do estilo ficaram por conta do DJ Truta, que toca profissionalmente há dois anos e é DJ residente do Açai Biruta, onde começou a carreira. Truta também já se apresentou no Parque dos Igarapés nas apresentações dos sábados.

Serviço: Durante o mês de julho a “Black Soul Samba” oferece ao público quartas-feiras com muita música com o projeto “Black Soul Samba de Verão”. A primeira edição acontece nesta quarta (10) no bar Palafita, com as discotecagens do Duo “Caliente & Saliente” e do DJ Truta. Além dos DJ's Black Soul Samba. A festa começa às 18h, com entrada franca até às 20h. Os ingressos custam 15 reais e 8 reais para estudantes.


Contatos: 8347-1698 e 8291-6992



Outras informações e promoção de cortesias: www.facebook.com/BlackSoulSamba

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Black Soul Samba faz tributo ao Samba Rock no Palafita



Nesta sexta-feira (5) a Black Soul Samba faz um “Tributo ao Samba Rock” com um show especial do músico, compositor e produtor Donatinho (RJ) e o músico Mg Calibre (PA). A festa acontece no bar Palafita, começa às 21h, com ingressos a 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais. Após esta edição a Black Soul Samba acontecerá às quartas-feiras durante o mês de julho com o projeto “Black Soul Samba de Verão”.

A noite também terá os DJ's do coletivo Black Soul Samba formado por Uirá Seidl, Kauê Almeida, Homero da Cuíca, Fernando Wanzeller e Eddie Pereira, que tocarão muito samba rock, trazendo nos set´s, nomes como Jorge Ben Jor, Seu Jorge, Trio Mocotó, Os Originais do Samba, Wilson Simonal e Farufyno.

"A Black Soul Samba tem uma identificação muito forte com o samba rock. Já tinhamos feito uma homenagem específica ao estilo, em 2011, com o grupo Sambiose e agora vamos mais uma vez escancarar essa influência em comum em todos os dj´s da black, o samba rock, ou sambalanço, como uma autêntica criação brasileira, surgida nos anos 70, graças a artistas como Bebeto, Erlon Chaves, Jorge Ben e Trio Mocotó, dentre muitos outros", diz o DJ e produtor Uirá Seidl.

O repertório do show de Donatinho e Mg Calibre trará muita música popular brasileira, samba rock, Jorge Ben, Bebeto, Os Originais do Samba e outros sons. Eles contarão com os convidados especiais Edvaldo Anaisse (bateria), Daniel Dú Blues (guitarra e vocal), Juliana Sinimbú, Arthur Espíndola e Liege.

Donatinho é um jovem artista que toca desde cedo. Autodidata ele começou a tocar piano aos nove anos de idade, sempre influenciado pelo pai, o famoso pianista, compositor e arranjador João Donato. O produtor já tocou com artistas como Vanessa da Mata, Ana Carolina, Sly & Robbie, Fernanda Abreu, João Donato, Paralamas do Sucesso, Gilberto Gil, Djavan, Davi Moraes, Celso Fonseca e Toni Garrido. Ele participa do grupo Afrobeat Abayomy Orquestra e do Fino Coletivo.

Sempre participei de projetos que tentam resgatar o samba rock, esse é um tipo de música linda, bom demais, feita para dançar e todo mundo gosta, né?¹”, diz Donatinho.

Já Mg Calibre é além de contrabaixista, produtor, arranjador e compositor. Toca com nomes como Rafael Lima, Metaleiras da Amazônia, Lia Sophia, Cabloco Muderno, Felipe Cordeiro e Dona Onete. Em 2005 lançou seu primeiro disco, “Brazzonia”, com temas instrumentais e composições próprias. Toada, carimbó, samba do cacete e outros ritmos regionais ganham levadas jazzísticas pelas mãos do músico.


Falando sobre seus projetos atuais Mg Calibre revela algumas coisas que vem por aí e que prometem arrancar muitos elogios. “Atualmente estou produzindo o primeiro álbum da banda Enquadro e Metaleiras da Amazônia. Além disso, estou finalizando o primeiro álbum do Grupo Cabloco Muderno participando como baixista, cantor e compositor”, conta o artista.


O samba rock e seu charme


O Samba rock é um tipo de dança que surgiu da criatividade dos frequentadores dos bailes em casas de família e salões da periferia de São Paulo no final da década de 60 misturando os movimentos do rock and roll com os passos do samba ao som das equipes a despeito deste ou daquele ritmo importando tão somente o tempo da musica em relação à dança.

Na primeira metade da década de 70 foi chamado por diversos nomes como Sambalanço, Swing, Rock Samba e finalmente Samba rock por causa do lançamento da primeira coletânea que tinham músicas tocadas nos bailes de samba rock e regravadas especialmente para estes bailes.

A primeira coletânea lançada em 1977 e que se chamava “Samba Rock o Som dos Black`sdeu inicio a uma nova era onde eram regravados vários sucessos de bailes da época fazendo com que fosse mais fácil o acesso a essas musicas que até então eram difíceis de se encontrar. As disputas entre os dançarinos de samba rock seguiam os mesmo moldes do filme “Embalos de sábado à noite” com um júri técnico formado pelos melhores dançarinos da época. As regras e o formato destes festivais variavam de bairro para bairro ou mesmo vila para vila.


Serviço: Nesta sexta-feira (5) a Black Soul Samba faz um “Tributo ao Samba Rock” com um show especial do artista Donatinho (RJ) e o músico Mg Calibre (PA). Além dos Djs do coletivo Black Soul Samba. A festa acontece no bar Palafita, começa às 21h, com ingressos a 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais (Rua Siqueira Mendes, 264, ao lado da Casa das Onze Janelas, Cidade Velha).

Contatos: 8347-1698 e 8291-6992



Outras informações e promoção de cortesias: www.facebook.com/BlackSoulSamba

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Black Soul Samba homenageia Raul Seixas nesta sexta no Los Piratas



Nesta sexta-feira (28) a Black Soul Samba homenageia o cantor Raul Seixas com a “Black Soul Samba Toca Raul! - Especial Krig-Ha Bandolo 40 anos”, levando ao público o show de Sérgio Leite e banda. Neste mesmo dia Raul Seixas completaria 68 anos. A festa acontece no “Los Piratas Algodoal Bar”, começa às 18h, com entrada franca até às 20h. Os ingressos custam 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais.

Para completar a noite os DJ’s do coletivo Black Soul Samba formado por Uirá Seidl, Kauê Almeida, Fernando Wanzeller, Homero da Cuíca e Eddie Pereira levarão ao público os grandes sucessos de Raul Seixas em todas as fases da carreira, além de sucessos do cantor em parceria com Sérgio Sampaio e Marcelo Nova. Além disso, vai rolar muita MPB com influência de rock dos anos 60 e 70.

O show de Sérgio Leite e banda terá como repertório o disco de Raul Seixas “Krig-Ha Bandolo” na integra. Sérgio tem 30 anos de carreira e toca Raul Seixas desde os 18 anos de idade. A banda que acompanhará o artista terá nomes como Guibson Landin (guitarra), Fernando Costa (baixo e backing vocal) e André Macleure (bateria e backing vocal). Segundo Sérgio a obra de Raul Seixas é única. “Tudo do Raul me atrai, a forma de compor, a irreverência e principalmente as letras, que sempre falam de comportamento.”, diz.

Em 7 de junho de 1973 Raul Seixas saiu pelas ruas do Rio de Janeiro cantando “Ouro de tolo”, que trazia em seus versos uma profunda crítica social como: “Eu devia estar contente, porque eu tenho um emprego. Sou um dito cidadão respeitável e ganho quatro mil cruzeiros por mês.”

Raul e o escritor Paulo Coelho naquela época desejavam promover aquele que é hoje um clássico do rock brasileiro, o LP Krig-Ha,Bandolo, que marcou a estreia de Raul em carreira solo e que completou recentemente 40 anos.

O disco marcou época e trazia outros clássicos como “Mosca na Sopa”, “Metamorfose Ambulante” e “Al Capone”. Gravado nos estúdios da Philips no Rio de Janeiro, contou com produção musical e direção artística do próprio Raul Seixas e de Marco Mazzola.

Metamorfose Ambulante

Apesar de ser o primeiro disco solo do cantor não era um trabalho de um artista inexperiente. Na década de 60, Raul Seixas com o grupo Raulzito e os Panteras acompanhava os artistas da Jovem Guarda em suas excursões por Salvador. Em 1970 o artista se tornou um importante produtor e compositor para os artistas populares da CBS.

Depois de gravar um disco com Sérgio Sampaio, Miriam Batucada e Eddy Star, recebeu um ultimato da CBS, para escolher entre a carreira de produtor ou de cantor. Raul não gostou da pressão e cedeu aos convites de Roberto Menescal, indo para a Phillips.

Raul Seixas se tornou uma estrela nacional e a imprensa e os fãs da época foram conhecendo um outro lado do cantor e compositor. Ele e Paulo Coelho criaram a Sociedade Alternativa, uma entidade baseada nos ensinamentos do bruxo inglês Aleister Crowley. Raul Seixas faleceu em 21 de agosto de 1989.

Serviço: Nesta sexta-feira (28) a Black Soul Samba homenageia o cantor Raul Seixas com a “Black Soul Samba Toca Raul! - Especial Krig-Ha Bandolo 40 anos”, levando ao público o show de Sérgio Leite e banda, além dos DJ’s Black Soul Samba. A festa acontece no “Los Piratas Algodoal Bar”, começa às 18h, com entrada franca até às 20h. Os ingressos custam 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais.

Contatos: 8347-1698 e 8291-6992
Outras informações e promoção de cortesias: www.facebook.com/BlackSoulSamba


quarta-feira, 19 de junho de 2013

Black Soul Samba faz Especial Tropicália nesta sexta no Los Piratas



Nesta sexta-feira (21) a Black Soul Samba faz a terceira edição do tributo à tropicália realizando a “Black Soul Samba – Especial Tropicália", com o show dos cantores Renato Torres, Joelma Klaudia e Olivar Barreto. Na pista alternativa se apresentará o DJ Alex Roots. Provisoriamente nesta edição a festa acontece no “Los Piratas Algodoal Bar”, começa às 18h, com entrada franca até às 20h. Os ingressos custam 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais.

Além disso, os DJ's do coletivo Black Soul Samba formado por Uirá Seidl, Kauê Almeida, Fernando Wanzeller, Homero da Cuíca e Eddie Pereira, tocarão os sucessos de discos que marcaram a música brasileira durante o ápice do movimento tropicalista, tais como: “Tropicália ou Panis Et Circencis” (1968), espécie de manifesto do movimento, "Transa" (1972), de Caetano Veloso, "Expresso 2222" de Gilberto Gil, "A divina comédia" (1970) dos Mutantes, dentre outros, incluindo músicas de nomes como Tom Zé, Rogério Duprat, Novos Baianos e Secos e Molhados.

O repertório da apresentação desta sexta de Renato Torres, Joelma Klaudia e Olivar Barreto trará os clássicos da Tropicália, como a canção-título do movimento, “Domingo no Parque” e “Alegria Alegria”. Segundo Torres não se trata de um cover e sim de um show feito de versões. O trio usará aqui e ali algumas ideias e fraseados dos arranjos originais, para manter a ligação com o espírito da época, como em algumas passagens onde o “ruído” é importante.

O show dos três artistas surgiu de apresentações passadas em outros locais de Belém. Renato e Olivar precisavam de uma voz feminina forte para as canções que Gal Costa interpretava no disco, assim iniciou a parceria com a cantora Joelma Klaudia, cuja voz e perfil se encaixaram muito bem na atmosfera tropicalista. 
“Nossas vozes juntas, especialmente nas canções dos Mutantes, tiveram um resultado muito bacana, que as pessoas gostam muito”, conta o cantor Renato Torres.

Segundo o artista a principal conexão dele com o tropicalismo é a música feita sem preconceitos de origem e que ousa, corajosamente, romper fronteiras, explorando novas possibilidades de interpretação do cotidiano.

“Quem se interessa pela evolução histórica e estética da música no Brasil não pode ignorar jamais a importância da Tropicália, não poderia ter existido Chico Science ou grupos que misturam música barroca e antiga com tradição oral brasileira como o Anima, não fosse o pioneirismo dos tropicalistas, que já compreendiam o conceito de multiculturalidade que está no âmago deste país”, afirma Torres.

Panis Et Circencis

O movimento da Tropicália teve sua origem sustentada por quatro marcos inaugurais, todos acontecidos em 1967: a exposição “Tropicália, manifestação ambiental", de Hélio Oiticica, no MAM do Rio de Janeiro, a estreia do filme "Terra em Transe”, de Glauber Rocha e a estréia da peça “O Rei da Vela” de Oswald de Andrade e as participações de Caetano Veloso e Gilberto Gil no III Festival da Record interpretando “Alegria, Alegria” e “Domingo no Parque”, que com uma nova linguagem inaugurava a guitarra elétrica na MPB.

Caetano Veloso, Gilberto Gil, Nara Leão, Gal Costa, Torquato Neto, Capinam, Guilherme Araújo, Os Mutantes, Júlio Medaglia e Tom Zé se juntaram para a gravação do disco “Tropicália ou Panis Et Circencis” em 1968. O trabalho foi a concretização de um novo estilo de música que se fazia no Brasil e ganhou visibilidade de um manifesto musical. Os arranjos e a regência ficaram por conta do maestro Rogério Duprat e a produção foi de Manuel Barenbein. Então nesta sexta-feira a Black Soul Samba retoma essa atmosfera e celebra a música brasileira, do jeito que ela merece.


Serviço: Nesta sexta-feira (21) a Black Soul Samba faz a terceira edição do tributo à tropicália realizando a “Black Soul Samba – Especial Tropicália", com o show dos cantores Renato Torres, Joelma Klaudia e Olivar Barreto. Na pista alternativa se apresentará o DJ Alex Roots. Além disso, tem os DJ's do coletivo Black Soul Samba. Provisoriamente nesta edição a festa acontece no “Los Piratas Algodoal Bar”, começa às 18h, com entrada franca até às 20h. Os ingressos custam 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Black Soul Samba convida o samba de Larissa Leite e Grupo Gamboa nesta sexta



Nesta sexta-feira (7) a Black Soul Samba está no ritmo do samba e convida Larissa Leite e o Grupo Gamboa para um show especial em homenagem ao estilo. A noite ainda conta com o DJ convidado Eric Bordalo. A festa acontece no bar Palafita, começa às 21h, com ingressos a 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais.

Além disso, os DJ's do coletivo Black Soul Samba formado por Uirá Seidl, Kauê Almeida, Fernando Wanzeller e Eddie Pereira, tocarão os sucessos do samba, samba rock, partido alto e outros estilos afins, além de toda a diversidade sonora sempre presente na festa.

Para esta edição Larissa Leite e o Grupo Gamboa levarão um repertório com composições próprias, que formam uma espécie de “samba chic e moderno”, denominação dada pela cantora Gigi Furtado. Além das autorais, o público poderá conferir versões de Cartola, Noriel Vilela, João Nogueira, Clara Nunes e Jorge Ben.

Formado por Larissa leite (vocal), Paulinho Poka (violão), Zé Gabriel Alves (sax, flauta e cuíca), Thiago Pinheiro (percussão), Luan Pinheiro (pandeiro) e Lino Gama (surdo e tantam), o grupo Gamboa surgiu de encontros casuais entre amigos, quando eles se reuniam sem compromisso para tocar e compor. Naturalmente decidiram chamar outros amigos e aos poucos foi se moldando o grupo, até chegar à formação atual.

“Comecei a cantar samba muito nova, desde os oito anos eu já levava com meu pai um sambinha, lembro que quando tinha 14 anos, eu era apaixonada pela Nara Leão. A minha aspiração era ter um violão para me tornar sambista", conta Larissa Leite.

Desde fevereiro do ano passado o grupo vem se apresenta em bares e casas de shows de Belém. O Gamboa recentemente abriu um dos shows da cantora Lia Sophia e foi um dos convidados a participar da "Noite dos Chorões Paraenses", que homenageou o mestre Adamor do Bandolim.

“Gamboa” é o nome de um bairro do Rio de Janeiro onde ficava a casa de “Tia Ciata”, uma das mais famosas figuras culturais do Brasil, uma das primeiras mães de santo do país,que abriu sua casa para que servisse de abrigo para o inicio do samba, já que na época o gênero ainda sofria forte perseguição. Seus músicos e apreciadores eram considerados transgressores. Além disso, é o nome dado ao local onde ocorre o encontro de rios, simbolizando assim o encontro musical dos integrantes.

Serviço: Nesta sexta-feira (7) a Black Soul Samba convida Larissa Leite e o Grupo Gamboa. A noite conta também com o DJ convidado Eric Bordalo. Além dos sets dos DJs do coletivo Black Soul Samba. A festa acontece no bar Palafita, começa às 21h, com ingressos a 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais. (Rua Siqueira Mendes, 264, ao lado da Casa das Onze Janelas, Cidade Velha).

Contatos: 8347-1698 e 8291-6992
Outras informações e promoção de cortesias: www.facebook.com/BlackSoulSamba