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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Black Soul Samba leva arte, palestras e oficinas ao bairro de Fátima





São quatro anos de Coletivo Black Soul Samba realizando festas, mas além de movimentar a vida noturna belenense a Black vai longe e aposta em um projeto social que busca informar cultural e ambientalmente a comunidade, se preocupando com a inclusão social de jovens.

O projeto se chama “Black Soul Samba Social”, a primeira edição acontecerá neste domingo (26) e visitará o bairro de Fátima, na Escola de Samba da Matinha, às 9h. A entrada é franca.

A realização é do Coletivo Black Soul Samba e Instituto Ariri Vivo, viabilizado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura Tó Teixeira, da Fumbel, Prefeitura de Belém. Com apoio do Metal Art Studio, da Zulu Nation Pará, da The Nine Burguer, da Uivo e da Grife Abdul Jamal.

Nesta edição no bairro de Fátima haverá Oficina de Grafite, Palestra "Hip Hop e Consciência Cidadã”, apresentação teatral com o grupo “Nós os Pernaltas”, Show de Israel Di Souza, Show da Trilha do Canal, MC’s convidados, batalha de MC’s e DJ’s Black Soul Samba.

O “Black Soul Samba Social” levará ações no âmbito social, cultural e ambiental para diversos bairros de Belém. Serão oferecidos gratuitamente aos moradores oficinas, vivências teatrais e palestras para crianças, jovens e adultos. Além da apresentação dos DJ’s Black Soul Samba e bandas de diversos ritmos musicais ligados a cultura negra e brasileira e paraense.

A ideia não é apenas levar música e alegria para jovens e adultos de áreas periféricas da cidade, mas também oferecer alternativas de inclusão social para estas pessoas, através da dança, arte, música ou ainda, através de práticas ambientais, como por exemplo, atividades econômicas ligadas a sustentabilidade e economia criativa.

Uma das atrações do evento será Israel Di Souza que fará um show com o apoio nos vocais de Hassan Mc e Mana Josy. Israel conta que a vontade de cantar começou quando ele ouvia Cássia Eller, mas as ideias mais maduras vieram com sua admiração por Gabriel o Pensador, Mv Bill e Racionais Mc's.

“O rap me incentivou muito a pensar a vida de modos diferentes e me motivou a escrever. Gosto de falar sobra a vida, sobre superação, amor ao próximo, Deus, aspectos sociais e poucas vezes sobre algo mais romântico”, diz Israel.

Para o músico a música salva, engrandece, ensina. Assim participar de um projeto que incentiva o aprendizado e o crescimento é importantíssimo. “Todas as formas de arte devem ser popularizadas. Principalmente as modalidades artísticas que passam informação e provocam pensamentos. Acredito muito no hip-hop e nas provocações que ele faz quanto a raciocinar a realidade. Ele incentiva a superação de problemas”, completa o artista.

Serviço: “Black Soul Samba Social”, neste domingo (26) no bairro de Fátima, na Escola de Samba da Matinha, às 9h. A entrada é franca. (Trav. Castelo Branco, 120)



9h – Oficina de Grafite e DJ’s Black Soul Samba

14h – Palestra “Hip Hop e Consciência Cidadã” – Marcos Hayden

14h30 – Apresentação Teatral com o Grupo “Nós os Pernaltas”

15h – DJ’s Black Soul Samba

15h30 – Show de Israel Di Souza

16h – Show da Trilha do Canal

16h30 – MC’s convidados

17h – Batalha de MC’s



Mais informações: 8347-1698 e 89150504




quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Black Soul Samba completa 4 anos com programação especial


Foram mais de 150 edições, com cerca de 60 diferentes grupos e mais de 50 DJ’s, com uma produção sempre de forma independente. Quatro anos incentivando a cultura e o cenário musical local.
Nessa sexta-feira (20) a Black Soul Samba completa 4 anos de existência e preparou uma edição especial com shows do Trio Manari e do Grupo Bongar (PE), além de participações especiais de Lia Sophia, Tito Lys, Ney Conceição, Douglas Dias, Gileno Foiquinos e da bateria do Caboclo Muderno. A festa começa às 20h no bar Palafita. Os ingressos custam 15 reais e 8 reais para estudantes.
Além de toda essa super programação, terão os ótimos sons dos DJ's do Coletivo Black Soul Samba formado por Uirá Seidl, Kauê Almeida, Fernando Wanzeller, Homero da Cuíca e Eddie Pereira.
Segundo o produtor cultural Uirá Seidl nesses 4 anos de festa tiveram edições memoráveis como a de dois anos com show de Felipe Cordeiro, Sambiose e exposição fotográfica da Traumas Vídeos. Além dos tributos a Jorge Ben e Tim Maia sempre com presença massiva do público, o tributo a Chico Science com Cocota de Ortega e Rapadura Xique Chico, a participação do coletivo no lançamento do Cabloco Muderno e o fechamento do IDEA no Parque dos Igarapés com uns 500 estrangeiros super animados.
No próximo ano a Black Soul Samba realizará o projeto “Black Soul Samba nos Bairros”, que levará shows, oficinas, teatro e palestras para diversas comunidades, tudo de forma gratuita. O primeiro bairro a receber a programação será Fátima. Além disso, o coletivo realizará outros projetos, que para não acabar com a surpresa, só serão divulgados daqui alguns meses.
“É muito legal que a Black escancarou essa pluralidade para mostrar que a música negra não é só rap e funk, ela é multifacetada, espalhada em todo o mundo. Cumbia e carimbó é tão black quanto qualquer música de James Brown. O Brasil é super miscigenado e a música reflete isso, por esse motivo que o público quando vai na Black escuta de tudo na mesma noite. Pode rolar rap, samba, afrobeat e carimbó, é tudo inter-relacionado”, diz Uirá.
As atrações
O “Manari” é um trio de percussão da Amazônia, formado pelos músicos Kléber Benigno, Nazaco Gomes e Márcio Jardim. Eles já realizaram turnês nacionais e internacionais com Fafá de Belém, Jeanne Darwich e Dona Onete. O show dessa sexta terá participações especiais de Lia Sophia, Tito Lys, Ney Conceição, Douglas Dias, Gileno Foiquinos e da bateria do Caboclo Muderno.
Segundo Kléber Benigno o show terá algumas músicas do primeiro e do segundo disco do grupo. “Costumo dizer que tudo acontece no seu tempo, o tempo certo chegou, é muito bom comemorar 13 anos de Manari junto com o aniversário da Black, nessa grande confraternização”, diz o músico.
A outra atração da noite vem de Olinda (PE), se trata do Grupo Bongar, formado por Guitinho da Xambá (vocal), Iran Caxinho (vocal e alfaia), Beto Black (vocal e ganzá), Nino do Bongar (vocal e abe), Memé Bongar (vocal, congas e ilú) e Thúlio (vocal e caixa).
Todos são integrantes do terreiro Xambá do Quilombo do Portão do Gelo, que levam aos palcos a tradicional festa do Coco da Xambá, que se realiza na comunidade há mais de 40 anos. O grupo tem um trabalho voltado para preservação e divulgação da cultura pernambucana.
Eles mostram em suas apresentações toda a musicalidade do Coco da Xambá, uma vertente desse ritmo tão presente no Nordeste do Brasil, além de ciranda, maracatu, candomblé, entre outros ritmos da cultura de raízes.
O público, através do show do Bongar terá a oportunidade de conhecer, não só a música e a dança deste coco tão peculiar, mas compreender a formação histórica e cultural desta Nação. O Bongar tem uma musicalidade muito forte de diversas influências musicais, vivenciadas nos cultos afro-brasileiros, principalmente da linhagem Xambá. 
Contatos: 8347-1698 e 89150504
Outras informações e promoção de cortesias: www.facebook.com/BlackSoulSamba

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Black Soul Samba homenageia Roberto e Erasmo Carlos na voz de Eloi Iglesias


Nesta sexta-feira (06) a Black Soul Samba irá homenagear Roberto Carlos e Erasmo Carlos, que juntos marcaram a música brasileira em uma parceria inesquecível. Para a ocasião a festa convidou o cantor Eloi Iglesias. A festa acontecerá no bar Palafita, às 20h30, sendo o show às 00h. Os ingressos custam 15 reais e 8 reais para estudantes.
Além disso, os DJ’s Black Soul Samba irão mandar músicas feitas em parcerias por Roberto e Erasmo, além de algumas músicas das carreiras solos deles. O Coletivo Black Soul Samba é formado por Uirá Seidl, Kauê Almeida, Fernando Wanzeller, Homero da Cuíca e Eddie Pereira.
“Quisemos misturar, o Erasmo é um cara com uma faceta mais roqueira e psicodélica, ele é mais experimental que o Roberto, vide o disco que é uma obra prima, o Projeto Salvaterra de 1974”, diz o produtor Black Soul Samba, Uirá. Segundo ele outros artistas foram influenciados pelos dois cantores e gravaram versões, como Luiz Melodia e Tim Maia.
“Faço esse show já tem uns oito anos. Sempre escutei Roberto com as minhas irmãs, depois chegou o movimento hippie e comecei achar ele meio careta, mas com a idade chegando redescobri a beleza das músicas dele, então fui criando minha própria forma de cantar as músicas”, conta Eloi Iglesias.
Segundo o artista o público terá um show com um molho de rock and roll, com interpretações diferentes e emocionantes, dos grandes sucessos de Roberto e Erasmo Carlos. “Quando mais novo eu já achava o Erasmo mais interessante, um cara que faz uma música para Roberta Close eu respeito. Até hoje ele tem essa postura forte, fala o que pensa, gosto disso”, diz Eloi.
A banda que acompanhará o músico é formada por Edvaldo Cavalcante (bateria), Davi Amorim (guitarra) e Adelberd Carneiro (baixo). No repertório músicas clássicas como “Fera Ferida”, “Gatinha Manhosa”, “Esqueça” e “Namoradinha de um amigo meu”.
Erasmo e Roberto se conheceram no Rio de Janeiro em 1958 quando formaram com Edson Trindade e Arlênio Gomes o conjunto “The Snakes”, que tinha influência da música norte americana. O mentor da carreira dos dois amigos e de muitos outros talentos da época foi o apresentador Carlos Imperial, o primeiro a descobrir o nicho de mercado que seria o rock brasileiro.
Em 1965 estreou na TV Record em são Paulo, um programa dedicado aos jovens, chamado “Jovem Guarda”, comandado por Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléia. Roberto e Erasmo compuseram juntos mais de duzentas músicas como “Quero que vá tudo pro inferno”, “Vem quente que eu estou fervendo”, “Eu te darei o céu”, “As curvas da estrada de Santos” e “Festa de Arromba”.
Serviço: Nesta sexta-feira (06) a Black Soul Samba irá homenagear Roberto Carlos e Erasmo Carlos, que juntos marcaram a música brasileira em uma parceria inesquecível. Para a ocasião a festa convidou o cantor Eloi Iglesias. Além disso a festa terá os DJ's do Coletivo Black Soul Samba. A festa acontecerá no bar Palafita, às 20h30, sendo o show às 00h. Os ingressos custam 15 reais e 8 reais para estudantes.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Black Soul Samba homenageia Zeca Pagodinho na voz de Arthur Espíndola



"Confesso que sou de origem pobre, mas meu coração é nobre, foi assim que Deus me fez. E deixa a vida me levar, vida leva eu, sou feliz e agradeço por tudo que Deus me deu.”

Cantando o cotidiano do homem trabalhador e que não esmorece na primeira dificuldade, Zeca Pagodinho agrada quem ama um bom samba. Para homenagear esse grande artista, nessa sexta-feira (29) a Black Soul Samba convidou o cantor Arthur Espíndola para cantar os maiores sucessos de Zeca. A festa será no bar Palafita, começa às 20h, sendo o show às 00h. Os ingressos custam 15 reais e 8 reais para estudantes.

A noite também terá os DJ's do Coletivo Black Soul Samba Uirá Seidl, Kauê Almeida, Homero da Cuíca, Fernando Wanzeller e Eddie Pereira que levarão ao público um set com muito samba.

Arthur Espíndola levará no repertório hits e músicas lado b de Zeca. Dentre os títulos estão músicas como “Verdade”, “Vai Vadiar”, “Beija-me” e “Samba pras moças”. Haverá várias participações especiais como a da cantora Nanna Reis e outras surpresas que só quem for saberá.

A curiosidade, o ouvido aguçado e o instinto fazem com que Arthur Espíndola transite com naturalidade por várias vertentes do samba, seu gênero favorito. Sua sensibilidade poética e voz afinada, lhe permitem ser extremamente versátil em suas composições. E uma das grandes inspirações dele é Zeca Pagodinho, o homenageado da noite.

“Zeca Pagodinho é um dos meus maiores ídolos, ele é uma enorme inspiração na minha trajetória musical”, conta Espíndola. Segundo o cantor, o que mais de interessante Zeca Pagodinho tem são as criações sempre em versos.

“Ele é um grande músico de partido alto, qualquer estilo de samba fica bom na voz dele, simplesmente porque ele tem personalidade forte, isso tento trazer para o meu trabalho, essa personalidade”, diz.

Deixa a vida me levar

Jessé Gomes da Silva Filho, o “Zeca Pagodinho”, nasceu no Irajá em 4 de fevereiro de 1959 e foi criado em Del Castilho. Foi nos anos 70 que o partido-alto começou a se tornar uma febre nos subúrbios do Rio. E entre um samba e outro, Zeca se virava como podia. Foi feirante, camelô, office-boy, contínuo e anotador de jogo do bicho, fez um pouco de tudo.

No inicio dos anos 80, Zeca em parceria com o flautista e partideiro Cláudio Camunguelo, teve sua primeira música gravada, que se chamava "Amargura". A canção entrou no repertório do segundo disco do grupo Fundo de Quintal.

A aproximação com o grupo acabou levando Zeca Pagodinho a conhecer Beth Carvalho, que gravou seu primeiro sucesso dele intitulado “Camarão que Dorme a Onda Leva”. Beth ainda gravou "Jiló com Pimenta" (Arlindo Cruz e Zeca). Depois foi a vez de Alcione gravar "Mutirão do Amor" (Zeca, Sombrinha e Jorge Aragão) no LP "Almas e Corações" de 1983.

O pagode, então, já se preparava para estourar no Brasil. A RGE lançou a coletânea "Raça Brasileira" (1985). Entre as canções de Zeca estavam "Mal de Amor", "Garrafeiro", "A Vaca" e "Bagaço da Laranja". Foram 100 mil cópias vendidas, então Zeca não parou mais e foi só sucesso. São 30 anos de carreira e muitas músicas que embalaram reuniões de amigos e amores de muitos brasileiros.

Serviço: Nessa sexta-feira (29) a Black Soul Samba convidou o cantor Arthur Espíndola para cantar os maiores sucessos de Zeca Pagodinho. Além dos sets dos DJ's do Coletivo Black soul Samba. A festa será no bar Palafita, começa às 20h, sendo o show às 00h. Os ingressos custam 15 reais e 8 reais para estudantes.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Black Soul Samba homenageia a guitarrada com o grupo “Guitarrada-Açu” nessa sexta


“A diversidade rítmica nas levadas de guitarra, bateria ou percussão, melodias criativas dentro de uma harmonia simples e principalmente o fato desse conjunto de coisas conseguirem um resultado esteticamente interessante e original”. É o que diz o músico André Macleuri do grupo “Guitarrada Açu” sobre a guitarrada, ritmo homenageado da Black Soul Samba essa semana.
Nesta sexta (25) a Black Soul Samba está em clima de guitarrada e convida para um show especial o grupo "Guitarrada-Açu”. A festa acontece no bar Palafita, começa às 20h, sendo o show às 00h. Os ingressos custam 15 reais e para estudantes 8 reais.
Muita música paraense antiga e nova é o que prometem os DJ's do coletivo Black Soul Samba formado por Uirá Seidl, Kauê Almeida, Fernando Wanzeller, Homero da Cuíca e Eddie Pereira. Nomes como Vieira, Aldo Sena, Curica, Cabloco Muderno, La Pupunã estarão presentes nos sets, além de samba e soul, para não perder a tradição da festa.
“A Black sempre abriu espaço para a cultura genuinamente paraense, com forte influência caribenha, andina e africana, e  a guitarrada não é diferente, com essa simbiose musical com  ritmos maravilhosos como a cumbia, merengue e lambada”, diz Uirá Seidl produtor e DJ do coletivo.
O grupo “Guitarrada-Açu” surgiu durante o projeto “Suíte Guitarradas Amazônicas” de André Macleuri, em que ele experimentava novas possibilidades na guitarrada, aproveitando a riqueza do estilo. Então veio a primeira apresentação na mostra do projeto em dezembro de 2009, no Instituto de Artes do Pará.
Em 2011 viajou com os grupos “O Charme do Choro” e “Trio Manari” durante o projeto “Música na Estrada” da Conexão Vivo por municípios como Tomé-Açú, Paragominas e Dom Elizeu. Recentemente se apresentou na “Mostra Terruá Pará de Música”.
A banda aposta em um repertório essencialmente de guitarrada paraense, incluindo composições próprias, clássicos do estilo e músicas caribenhas adaptadas. André Macleuri (guitarra), Daniel Adjares (guitarra), Príamo Brandão (baixo), Heraldo Santos (percussão) e Junior Gurgel (bateria) forma o “Guitarrada Açu”.
O repertório da apresentação dessa sexta trará duas músicas novas e inéditas da banda, mais algumas do projeto Suíte Guitarradas Amazônicas, incluindo “Lambada do Rio Guamá”, “Carimbó” e "Rio Tocantins” que terá a participação do saxofonista Stefano Manfrin.
Será um show cheio de convidados e surpresas, o grupo tocará Aldo Sena e principalmente músicas do Mestre Vieira, pois, coincidentemente ele estará lançando seu DVD no mesmo dia. Além disso, o show tem as participações confirmadas do guitarrista e compositor carioca Mig Martins, que também tocará no show de Mestre Vieira, na Estação das Docas, e também, Givaldo Pastana e Davi Amorim, além de outras participações, que só quem for ao Palafita na sexta, irá conferir.
Para André Macleuri a guitarrada é um sentimento saudosista, porque existem certos temas do gênero que o tocam profudamente, para ele ouvir uma determinada música dessas é revisitar a sua infância e adolescência. “Em meados da primeira década do século XXI, ao encarar o gênero com uma percepção de músico e pesquisador, me dei conta da jóia rara que ele é, o que me levou a querer pesquisar mais a fundo”, conta o músico.
Na hora de compor André conta que o que mais o inspira são as viagens de barco. “Digo isso porque grande parte das composições para o projeto do IAP, surgiram nas paisagens dos rios e do povo ribeirinho durante as viagens para Barcarena. Algumas das músicas possuem nomes de rios e baías. E penso que não é uma questão pessoal, o Daniel, o outro guitarrista da banda, também compôs algumas músicas no estilo na época em que trabalhava no Marajó. O ambiente ribeirinho realmente inspira”, diz Macleuri. 
Serviço: Nesta sexta (25) a Black Soul Samba está em clima de guitarrada e convida para um show especial o grupo "Guitarrada-Açu”, além dos DJs Black Soul Samba. A festa acontece no bar Palafita, começa às 20h, sendo o show às 00h. Os ingressos custam 15 reais e para estudantes 8 reais.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Black Soul Samba mistura música eletrônica, rock, rap e carimbó nessa sexta



Nesta sexta-feira (11) em clima de Círio a Black Soul Samba preparou uma super programação. Os duos “Strobo” e “Cronistas da Rua” se uniram para um show especial, que promete surpreender. Haverá ainda a apresentação do grupo “Carimbó Curuperé”, para engrossar o caldo. A programação acontece no bar Palafita, às 20h30, sendo o primeiro show às 00h00, com ingressos a 15 reais e para estudantes 8 reais.

A noite também contará com os DJ's Black Soul Samba, com a diversidade musical de sempre. O Coletivo Black Soul Samba é formado por Uirá Seidl, Kauê Almeida, Homero da Cuíca, Fernando Wanzeller e Eddie Pereira.

Desde 2011, Léo Chermont (Guitarra e Efeitos) e Arthur Kunz (Bateria e Programações) começaram a trajetória do Strobo. O duo aposta na música instrumental com roupagem pop, utilizando a tecnologia para misturar timbres sintéticos e acústicos sem restrição.

Em pouco tempo de existência eles já tem dois discos lançados, “Strobo” (2011) e “Delírio Cromático” (2012), além de vários clipes com estética diferenciada. A banda tocou na edição 2012 do Festival Abril pro Rock, no projeto “Som em 4 tempos” da Sala Funarte (RJ), no Festival de Inverno de Garanhuns, Virada Cultural Paulista 2013, no Conexão Rio (Circo Voador) e na Feira da Música de Fortaleza e indicada como banda revelação do 20° Prêmio Multishow.

Segundo Arthur Kunz do Strobo, os dois grupos vão tocar algumas músicas juntos nessa sexta-feira com direito a um “free style” feito na hora especialmente para o público da Black Soul Samba. A apresentação do Strobo tem novidades, músicas que estarão no próximo disco e músicas dos dois discos anteriores.

Tocar com os Cronistas da Rua é uma nova experiência, uma das muitas que o Strobo tem experimentando nos últimos meses, como dividir o line-up com Gal Costa. “Estamos trabalhando no nosso próximo disco com calma e amor pra fazer um disco diferente, com músicas não-sérias que as pessoas possam ouvir numa festa e se divertir. Parece ser mais fácil do que fazer músicas com melodias bonitas e contemplativas mas não é”, diz Kunz.

Já o duo de rap “Cronistas da Rua” também iniciou em 2011, pelo idealizador Dime (cronista), vocalista e compositor do grupo. No final do mesmo ano, ele inseriu outro elemento no som, o beatbox, que na percussão orgânica é feita por Alonso Nugoli.

O projeto vem contando com a participação do DJ e produtor Proefx, além de uma banda base quando necessário. O grupo nasceu da vontade de expor ideias novas, vivências, devaneios e entre outras formas de exprimir a arte e transforma-lá em poesia. Recentemente a dupla lançou o clipe “Amanajé” e no momento está na produção do primeiro Ep (Tekoha), que ainda não possui uma data de lançamento.

 

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Sambas de Chico Buarque por Arthur Espíndola na Black Soul Samba dessa sexta


Bêbados tropeçando na rua, malandros, pobres, homens tristes e proletários, são algumas das personagens que flutuam nas músicas de Chico Buarque e em seus sambas que atravessam as horas, dias e anos.

Sexta-feira (4) a Black Soul Samba entra no clima do samba com a festa “Os Sambas de Chico Buarque” com uma apresentação especial de Arthur Espíndola e Banda. O evento acontece no bar Palafita às 20h30, sendo o show às 00:30h, com entrada a 15 reais e 8 reais para estudantes. 

A noite também terá os DJ's do Coletivo Black Soul Samba Uirá Seidl, Kauê Almeida, Homero da Cuíca, Fernando Wanzeller e Eddie Pereira que levarão ao público um set com Chico Buarque em todas as fases musicais, principalmente os sambas e discos clássicos como “Construção” de 71, “Chico Buarque” de 78 e “Sinal Fechado” de 74, além de todo o caleidoscópio sonoro próprio da Black Soul Samba.

Este é o primeiro tributo que Arthur Espíndola faz, e começou logo por Chico Buarque, uma de suas maiores referências musicais. “Fiquei feliz com o convite, afinal Chico Buarque é um divisor de águas pra mim. Sempre gostei da versatilidade dele e principalmente da relação musical que ele estabeleceu com nomes como Cartola e Noel Rosa”, conta Espíndola.

O repertório do show de Espíndola priorizará as músicas de samba mais conhecidas de Chico Buarque, serão 23 canções apresentadas em parte como medleys, ou seja, um trecho de uma ligada com a outra. Segundo o artista essa foi uma das formas que encontrou para não deixar grandes canções de fora da lista.

A banda que acompanhará Arthur Espíndola foi formada por afinidade musical, pois segundo o próprio cantor é necessário que uma banda tenha mais do que músicos talentosos, mas que gostem do estilo. Quem for à Black sexta vai poder conferir esse time de músicos como Príamo Brandão (baixo), André Brasil (bateria), Marcelinho Ramos (bandolim), Lenilson Albuquerque (piano) e João Paulo Pires (percussão).

Além da banda com grandes nomes da música, a apresentação terá participações especiais de Marcelo Sirotheau, Cronistas da Rua, Larissa Leite, Alexandre Souza, Yasmin Friaça, Gláfira e Renato Rosas. 

Construção de Chico
Chico Buarque ganhou fama ao vencer com a música "A Banda", interpretada por Nara Leão, o primeiro Festival de Música Popular Brasileira. Depois disso conquistou reconhecimento de críticos e do público. Fez parceria com compositores e interpretes de grande destaque como Vinícius de Morais, Tom Jobim, Toquinho, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Edu Lobo e Francis Hime.

Suas canções denunciavam aspectos sociais e culturais da época, várias foram censuradas. Ameaçado pelo regime militar se exilou na Itália em 1969, mas no ano seguinte retornou ao Brasil. Em 1971 lançou o disco “Construção”, no qual abordava a dura realidade dos brasileiros de classes mais populares. Construção deveria incomodar a censura, mas passou.

O disco falava sobre a história do brasileiro trabalhador, sem perspectiva, sufocado diante das grandes estruturas de poder que se formavam no começo dos anos 70. Sem querer ele se transformava no símbolo de luta contra a ditadura. Suas músicas passaram a ser proibidas. Foi assim com “Minha História”, “Tanto Mar”, “Atrás da Porta” e “Cálice”.

Serviço: Nesta sexta-feira (4) a Black Soul Samba entra no clima do samba com a festa “Os Sambas de Chico Buarque”, com um show especial de Arthur Espíndola e Banda. Além dos DJ's Black Soul Samba. A festa acontece no bar Palafita às 20h30, sendo o show às 00:30h, com entrada a 15 reais e 8 reais para estudantes.
Contatos: 8347-1698 e 89150504
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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Tim Maia ganha homenagem nesta sexta na Black Soul Samba


“Não fumo, não bebo e não cheiro. Meu único defeito é que minto um pouco”. Nesta sexta-feira (27) a Black Soul Samba homenageia o polêmico e talentoso Tim Maia com um show especial de Roguesi e banda. A festa acontece no bar Palafita às 20h30, sendo o show às 00:30 h, com entrada a 15 reais e 8 reais para estudantes.
Para completar a diversão a noite contará com a seleção especial de músicas dos DJ's do Coletivo Black Soul Samba formado por Uirá Seidl, Kauê Almeida, Homero da Cuíca, Fernando Wanzeller e Eddie Pereira. Nos sets estarão sucessos de todas as fases de Tim, dos anos 70 até 90. Além de muito som black brasileiro de artistas como Carlos Dafé, banda Black Rio, Gerson King Combo, Toni Tornado, Cassiano, Hyldon, Lady Zu, dentre outros. 
Roguesi, que fará um show especial com repertório de Tim Maia, é cantor e músico autodidata. O amor pela música começou desde criança e persistiu até hoje. A carreira musical do artista passeia por várias possibilidades da vasta música popular brasileira. Uma de suas paixões musicais é cantar Tim, show que faz há quatro anos.
“Sou um grande fã dele desde criança, Tim foi o cara que começou a Black Music por aqui. As pessoas geralmente comentam que nosso timbre de voz é parecido”, diz Roguesi.
A banda que o acompanhará é formada pelos músicos Davi Amorim (guitarra), Baboo Meireles (baixo), Cosme Dantas (bateria) e Esdras de Souza (sax). No repertório várias fases de Tim Maia com grandes sucessos como “Que Beleza”, “Do leme ao Pontal” e “Acende o Farol”.
A homenagem a Tim Maia nessa sexta acontecerá coincidentemente um dia antes do aniversário do cantor, que nasceu na cidade do Rio de Janeiro e era o 18° filho de uma família de 19 irmãos. Conhecido como o síndico da Música Brasileira, chegava e colocava ordem nos ensaios e shows com os músicos com quem trabalhava.     
A carreira de Tim iniciou junto com Roberto e Erasmo Carlos formando no Rio de Janeiro, em 1957, o grupo Sputniks. Depois de passar seis anos nos EUA, voltou ao Brasil totalmente influenciado pela soul music e teve as ideias rejeitadas pela Jovem Guarda. A grande importância dele está principalmente na significativa contribuição para a inserção do estilo soul na MPB, além de fundir a black music norte americana com ritmos genuinamente brasileiros, como o baião e o samba. Com uma voz grave e intensa misturou estilos e se tornou a partir dos anos 70 um dos principais intérpretes e compositores brasileiros.
Somente em 1968 ele lançou o primeiro compacto solo pela gravadora CBS. Já em 1969 lançou um compacto contendo “These are the Songs” canção que depois foi regravada pela cantora Elis Regina em parceria com Tim. Um ano depois ele lançou o primeiro vinil em formato LP chamado “Tim Maia” pela Polygram alcançando durante 24 semanas o topo das paradas no Rio de Janeiro.
Nos anos 70 conheceu a ideologia conhecida como Cultura Racional, comandada por Manuel Jacinto Coelho, ligado à questão da ufologia. Inspirado por essa nova fase de sua vida Tim lançou em 1975 os trabalhos Tim Maia Racional volumes 1 e 2, por um selo próprio intitulado Seroma. Neste período o artista conseguiu ficar distante de seus vícios, o que influenciou positivamente o timbre de sua voz. Posteriormente frustrado com seu guru, se afastou desta ideia e tirou os discos do circuito, o que os converteu em preciosas raridades.
Na década de 80 ele gravou os álbuns “O Descobridor dos Sete Mares” de 1983, “Um dia de Domingo” de 1985 e “Tim Maia” de 1986. Morreu em 1998, na cidade de Niterói, de infecção generalizada, com a saúde frágil, mesmo assim tentou realizar um show, não suportando as exigências impostas ao seu organismo. Hoje sua memória continua viva, influenciando músicos e público apaixonado por música.

Serviço: Nesta sexta-feira (27) a Black Soul Samba homenageia o polêmico e talentoso Tim Maia com um show especial de Roguesi e banda. Além dos DJ's Black Soul Samba. A festa acontece no bar Palafita às 20h30, sendo o show às 00:30 h, com entrada a 15 reais e 8 reais para estudantes.
Contatos: 8347-1698 e 89150504
Outras informações e promoção de cortesias: www.facebook.com/BlackSoulSamba

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Juca Culatra grava DVD ao vivo na festa da Black Soul Samba



A música é a arte também do improvável, das misturas, dos novos significados. A Black Soul Samba chega a mais uma edição nesse clima, levando ao público a apresentação do cantor “Juca Culatra” em nova fase musical, com a gravação ao vivo do seu primeiro DVD com parceria da Casa Fora do Eixo Amazônia. Além disso, a festa contará com o DJ Emídio Monteiro, paraense residente em Brasília, que já tocou com Mundo Livre S.A, Eddie, Otto, Ellen Oléria, Academia da Berlinda, Chico Correa, Buguinha Dub e outros nomes de peso.

A festa acontece nesta sexta-feira (20) no bar Palafita às 20h30, sendo o show às 00:30 h, com entrada a 15 reais e 8 reais para estudantes. Para completar a diversão a noite contará com a seleção especial de músicas dos DJ's do Coletivo Black Soul Samba formado por Uirá Seidl, Kauê Almeida, Homero da Cuíca, Fernando Wanzeller e Eddie Pereira.

A gravação do DVD de Juca Culatra será “ninja”, ou seja, o público que estiver na festa poderá procurar a equipe de gravação devidamente identificada e receber instruções básicas para realizar a própria gravação, usando câmeras comuns ou smartphones. No final do show o público repassará para a equipe o conteúdo, que será usado na edição final do DVD.

Por um convite especial do próprio Juca, a direção do registro será de Homero Flávio (produtor Black Soul Samba), que trabalhará com uma equipe experiente, apostando em uma gravação envolvendo cinco câmeras com perspectivas diferentes, além de uma iluminação e fotografia especiais. Durante o show também acontecerão projeções elaboradas por Luan Rodrigues, que serão executadas pelo VJ Kauê Lima.

“Essa é uma experiência única com certeza. As pessoas conhecem meu trabalho no audiovisual produzindo documentários ou obras ficcionais e essa será minha primeira experiência dirigindo o registro de um show. Também é a primeira experiência da Black com esse tipo de registro e é o primeiro DVD do Juca, não poderia ser melhor”, diz o diretor Homero Flávio, também conhecido como Homero da Cuíca, devido suas performances como dj.

No começo do ano, Juca Culatra já havia se apresentado na Black Soul Samba com seu novo projeto “Breggae”, que mistura reggae e brega. Agora ele volta ao palco do Palafita para gravar o DVD e fazer um show especial para o público. A banda que acompanhará o cantor é formada por Fábio Ramos (teclado e programação) Charles Santana (baixo) e Junior Gurgel (bateria), além das participações especiais de Bruno B.O, Arthur Espindola, MG Calibre e Marcel Barretto. 

“Depois do lançamento do cd Breggae, quis pegar a energia da festa e toda a vibração daquela noite para um registro, daí que surgiu a ideia do DVD. Misturar brega e reggae foi algo que surgiu através da observação, quando vi algumas músicas de reggae virando tecnobrega e tocando nas aparelhagens”, conta Juca Culatra. 

Com o “Breggae” Juca valoriza as raízes musicais do povo paraense. Pela primeira vez as letras românticas do brega paraense encontraram as batidas do reggae roots jamaicano. O disco tem grandes sucessos de bregas antigos como “Palavras”, de Marcelo Wall, e “Caprichos” de Nelsinho Rodrigues. Além de músicas desse disco, quem for na Black dessa sexta poderá curtir uma amostra da próxima "invenção" de Juca: o Skrega (mistura de Ska com Brega), a ser lançado nos próximos meses, novamente de forma independente.


Serviço: A Black Soul Samba leva ao público nesta sexta-feira (20) a apresentação do cantor “Juca Culatra”, com a gravação ao vivo do seu primeiro DVD com parceria da Casa Fora do Eixo Amazônia. Além disso, a festa contará com o DJ Emídio Monteiro, paraense residente em Brasília. Além dos DJ’s Black Soul Samba. A festa acontece no bar Palafita às 20h30, sendo o show às 00:30 h, com entrada a 15 reais e 8 reais para estudantes.
Contatos: 8347-1698 e 89150504
Outras informações e promoção de cortesias: www.facebook.com/BlackSoulSamba

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Black Soul Samba homenageia malditos da MPB com Rande Frank e Banda


Nesta sexta-feira (13) cheia de superstições e mistérios a Black Soul Samba entra nesse clima e evoca os malditos da música brasileira com uma apresentação especial do cantor Rande Frank e Banda. A festa acontecerá no bar Palafita, começa às 20h30 e o show às 23h30. Os ingressos custam 15 reais e para estudantes 8 reais.
A noite já começa com muita música de qualidade com os DJ's do Coletivo Black Soul Samba, que levarão malditos da música brasileira dos anos 60, 70 e 80, Tom Zé, Walter Franco, Jards Macalé, Sérgio Sampaio, Raul Seixas, Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção, Jorge Mautner, Luiz Melodia, Arnaldo Baptista, Ave Sangria e outros que levarão ao público toda a diversidade de sons característica da Black. O coletivo é formado pelos DJ's Uirá Seidl, Kauê Almeida, Homero da Cuíca, Fernando Wanzeller e Eddie Pereira. O cenário da festa fica por conta de Aldo Paz, cujas criações levam em conta o conceito de cada show.
Nesta edição da Black Soul Samba a ideia é homenagear os cantores e compositores da música brasileira que conseguiram sair do comum, que na época em que surgiram foram considerados estranhos e difíceis de ouvir e de rotular, eram malditos por sua obra e impacto na sociedade. Nomes como Tom Zé, Sérgio Sampaio, Jards Macalé, Jorge Mautner e outros, conseguiram com seu titulo e atitude de malditos mudar os rumos da música brasileira e influenciar muita gente.
No período pós-tropicalismo, que compreende as décadas de 70 e 80, grandes compositores da música brasileira foram presença marcante em festivais, mas não conseguiram espaço em catálogos das grandes gravadoras que movimentavam o mercado da música da época, assim foram rotulados pela imprensa como “malditos da MPB”, que com o tempo mudou de sinônimo de algo ruim. Hoje muitos deles são revisitados por outros artistas e também continuam se apresentando reconquistando o respeito nacional, mas principalmente conseguindo uma visibilidade no exterior.
Para revisitar os malditos a Black convidou o artista Rande Frank que será acompanhado pela banda formada por Guibson Landim (guitarra), Mário Renan (baixo), André MacLeuri (bateria e back vocal) e Júnior Menezes (tecladista). As participações especiais ficarão por conta de Patricia Rabelo, que cantará uma canção de Belchior e uma de Rita Lee, Renata Del Pinho que cantará Ângela Rô Rô e Homero da Cuíca que tocará na música “Cê tá pensando que eu sou loki?” de Arnaldo Baptista.
“Esse projeto é um sonho. Eu sempre tive um repertório mais underground, vai ter que ter uma parte II, porque tem tantos malditos, que não dá para deixar todo mundo de fora”, diz Rande Frank, que levará no repertório canções de nomes como Luiz Melodia, Jards Macalé, Tom Zé, Caetano Veloso, Sérgio Sampaio, Chico Buarque, Bezerra da Silva e Lobão.
O cantor começou a carreira na década de 90 tocando e cantando músicas sempre em português. Produziu, gravou as vozes e mixou doze canções do compositor paraense Buscapé Blues e apresentou as canções ao vivo em shows itinerantes dentro de um ônibus-palco, que cruzou a cidade do Rio de Janeiro com a banda “Xuxu e As Kaveiras Barrocas”, com quem também se apresentou no Rock in Rio, no início dos anos 2000.
No dia 15 de setembro Rande lançará seu novo projeto pelo “Eupatrocino” sistema de financiamento coletivo pioneiro no Pará. O projeto se chamará “Randeofônico”, serão vários volumes de discos gravados como um programa de rádio, que terão além dos elementos característicos de rádio, elementos pensados pelo próprio Rande. Além disso, haverá apresentações ao vivo com formato teatral e radiofônico.

Serviço: Nesta sexta-feira (13) cheia de superstições e mistérios a Black Soul Samba entra nesse clima e evoca os malditos da música brasileira com uma apresentação especial do cantor Rande Frank e Banda, além dos DJs Black Soul Samba. A festa acontecerá no bar Palafita, começa às 20h30 e o show às 23h30. Os ingressos custam 15 reais e para estudantes 8 reais.
Contatos: 8347-1698 e 89150504
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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Black Soul Samba convida Rafael Lima para show com fusão de ritmos


Nesta sexta (6) a Black Soul Samba leva ao público uma festa com fusão de ritmos da música amazônica, africana e universal, com show especial do cantor Rafael Lima e Banda. A festa acontecerá no bar Palafita, começa às 20h30 e o show às 23h30. Os ingressos custam 15 reais e para estudantes 8 reais.
A noite já começa com muita música de qualidade com os DJ's do Coletivo Black Soul Samba, que levarão ao público toda a diversidade de sons característica da festa. O coletivo é formado pelos DJ's Uirá Seidl, Kauê Almeida, Homero da Cuíca, Fernando Wanzeller e Eddie Pereira.
Segundo o produtor e DJ Uirá Seidl é um orgulho para a Black Soul Samba receber nesta edição da festa um artista como Rafael Lima. “Ele é um artista que funde muito bem as nossas raízes culturais amazônicas e africanas com o jazz. Ficamos felizes de colaborar em propagar o som multifacetado e de qualidade dele”, diz Uirá.
Rafael Lima fará uma apresentação com sua produção autoral, passeando por suas influências amazônicas, africanas e flertando com o jazz. Ele tocará uma mistura dos discos passados com o novo trabalho, acompanhado pela banda formada por Príamo Brandão (contrabaixo), Edvaldo Cavalcante (bateria), Marcos Cardoso (saxofone), Stefano (flauta).
“A minha música tem muito da Amazônia, mas posso chamar também de ‘fusion music’ já que mistura os sons daqui com jazz, rock e outros sons. Algumas pessoas brincam me chamando de Rafael hibrido, e no fundo eu concordo com esse título”, conta Rafael Lima.
Rafael Lima além de cantor é compositor e violonista autodidata. Nasceu em Belém, mas percorreu grande parte da sua trajetória artística no exterior desde o final dos anos 80. No inicio da carreira participou do Projeto Pixinguinha e tocou em vários bares do bexiga em São Paulo. O artista sempre chamou atenção pela maneira rápida de cantar as canções, que na maioria misturam sons amazônidas com antigos dialetos africanos.
Ele já se apresentou em eventos como Montreux Jazz Festival (Suíça), Stelli Sotto State (Milão), Otawa International Jazz Festival, Festival de Jazz de Barcelona e muitos outros encontros musicais importantes. Com cinco discos gravados o artista já trabalha no próximo disco, que será o primeiro gravado no Brasil e se chamará “Nômade”.
O disco terá participações da cantora Juçara Abé, o baixista Mg Calibre, o multi instrumentista Luiz Pardal e do baixista Mauro Martins. Além do lançamento do álbum previsto ainda para este ano, o músico está na final do “Terruá Pará”, foi um dos 12 artistas selecionados para esta edição do projeto do total de 365 inscritos. O projeto leva a música paraense para outras cidades do Brasil.


Serviço: Nesta sexta (6) a Black Soul Samba convida para um show especial o cantor Rafael Lima e banda. Além dos DJ’s Black Soul Samba. A festa acontecerá no bar Palafita, começa às 20h30 e o show às 23h30. Os ingressos custam 15 reais e para estudantes 8 reais.
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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Black Soul Samba convida “Kizomba Groove & Mc Gaspar Du Norte” e Duo “BemBom” nesta sexta


A Black Soul Samba dessa sexta (30) vem cheia de groove e música brasileira convidando para essa edição o grupo “Kizomba Groove e Mc Gaspar Du Norte” e o Duo “BemBom”, além dos anfitriões, os DJ's do Coletivo Black Soul Samba. A festa acontecerá no bar Palafita, começa às 20h30, com ingressos a 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais.
A noite já começa com muita música de qualidade com os DJ's do Coletivo Black Soul Samba, que levarão ao público muito soul, funk e rythm blues dos anos 50, 60 e 70, além de música brasileira de representatividade histórica. O coletivo é formado pelos DJ's Uirá Seidl, Kauê Almeida, Homero da Cuíca, Fernando Wanzeller e Eddie Pereira.
Outra atração da festa será a dupla “Kizomba Groove”. A apresentação terá uma seleção de discos de reggae e dub feita pelo DJ e produtor Allan Selekta para esquentar o público e em seguida entram Mc Nego Rod e o convidado Mc Gaspar Du Norte.
Foi em Castanhal que surgiu o “Kizomba Groove”, que segundo Allan tem esse nome para remeter a ideia de festa, celebração e contemporaneidade em relação ao som. Depois de algum tempo tocando nos interiores e em Belém no estilo Sound System (DJ e Mc), Allan Selekta e Nego Rod também participaram da formação da Banda Cristal Reggae.
“Nesse show e em futuros o Gaspar vai dando um apoio e cantando alguns sons dele, a ideia começou com a convivência no Centro Cultural Shangrillah, em Castanhal. É um espaço que divulgava e ensinava cultura para quem tivesse interesse ou não tivesse acesso”, conta Allan do “Kizomba Groove”. Segundo Allan o duo tem em comum com a Black Soul Samba a vontade de propagar a música de origem africana com toda a importância dela e a força da sua mensagem.
Já o duo “BemBom”, outra atração dessa sexta, com um repertório cheio de influências da black music, disco music e todas as suas vertentes, leva além de clássicos muitas novidades para quem ama esses estilos. A dupla de DJ's Mari Jares e Geraldo Nogueira começaram o projeto em 2007 com a simples ideia de fazer um podcast com um pouco do que cada um mais gosta de ouvir, afim de que amigos e conhecidos ouvissem despretensiosamente.
A “BemBom” passou de pistas eletrônicas das festas paraenses para a festa mais badalada da cidade de São Paulo, a Freak Chic, no Club D-Edge. Desde então eles tocam nas principais festas do circuito alternativo de Belém.
“Nunca tocamos em uma Black. Acho que por isso mesmo a gente esteja meio apreensivo, com aquelas borboletas no estômago, sabe? Já frequentamos várias edições, mas como DJs no line up, é tudo novo pra gente. O público da festa é incrível, os sets são sempre ótimos, os shows então, são diversão garantida”, diz Mari Jares.

Serviço: A Black Soul Samba dessa sexta (30) vem cheia de groove e música brasileira convidando para essa edição o grupo “Kizomba Groove e Mc Gaspar Du Norte” e o Duo “BemBom”, além dos DJ's do Coletivo Black Soul Samba. A festa acontecerá no bar Palafita, começa às 20h30, com ingressos a 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais.

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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Black Soul Samba faz Tributo especial aos Mutantes nesta sexta



Nesta sexta-feira (23) a Black Soul Samba está em clima de psicodelia com uma noite muito aguardada pelo público, o Tributo aos Mutantes com show de Gláfira e banda. A festa acontecerá no bar Palafita, começa às 20h e o show às 00:30 h, com ingressos a 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais. 
Para esta edição da festa os DJ’s do coletivo Black Soul Samba tocarão um pouco de todos os discos dos Mutantes, especialmente os da formação clássica da banda com Sérgio Dias, Arnaldo Baptista e Rita Lee. Além de muito tropicalismo e sons setentistas brasileiros. O coletivo de DJ’s Black Soul Samba é formado por Uirá Seidl, Kauê Almeida, Homero da Cuíca, Fernando Wanzeller e Eddie Pereira.
 Gláfira subirá ao palco com uma banda de músicas experientes como Guibson Landim (guitarra), Maurício Panzera (baixo), André Macleuri (bateria) e Junior Meneses (teclado). A banda foi formada especialmente para esse show, alguns já tocaram com a cantora em outros projetos como o Panzera e Guibson. A apresentação ainda reserva muitas surpresas como as participações especiais de Adriana Cavalcante, Arturzão, Charles Andí, Joelma Klaudia e Nicolau Amador.
O repertório terá músicas da primeira formação dos Mutantes, como “Balada do Louco”, “Jardim Elétrico”, “Panis et Circenses”, “Posso perder minha mulher, minha mãe” e “Não vá se perder por aí”. Gláfira também cantará algumas canções da carreira solo de Rita Lee como “Mamãe Natureza” e “Esse Tal de Roque Enrow”.
“Os Mutantes não se repetiam, tem disco que é em sua grande parte instrumental, e que a Rita Lee quase não dá o ar de sua graça, outros em que as músicas são absolutamente psicodélicas, que aparentam não dizer nada com nada, só loucuras. Outros que o que prevalece são as misturas de vários ritmos brasileiros em um mesmo disco, mas eu gosto de todos”, confessa Gláfira.

Psicodelia e poesia

Arnaldo Baptista, Rita Lee e Sérgio Dias, a formação original dos Mutantes, eram fãs dos Beatles, o que era de se esperar dos jovens nos anos 60. Eles poderiam ter sido como todos os jovens da época, mas foram além criando em 1966 uma banda que marcaria para sempre a música brasileira, os Mutantes. Senso de humor e originalidade faziam deles um trio de músicos diferentes que conseguiu misturar em suas criações rock, música clássica, progressivo e o que mais desse na cabeça.

No momento em que Gilberto Gil mostrou sua insatisfação com o arranjo de “Domingo no Parque”, classificada para o III Festival da Música Popular Brasileira, em 1967, o maestro Rogério Duprat sugeriu que os Mutantes acompanhassem Gil, pois nenhuns dos outros grupos tinham a naturalidade e veia artística como Os Mutantes.

Depois da participação em “Domingo no Parque”, a banda foi convidada por Manoel Barenbein para gravar um disco. Os Mutantes já vinham frequentando o Hotel Danúbio, onde se encontravam com Gil, Caetano, Gal, Beat Boys e Torquato Neto. Os três chamavam a atenção pela ausência de regras, exatamente o que os baianos procuravam em um tempo em que a simples menção de usar uma guitarra elétrica irritava os mais tradicionalistas.

Em março de 1970 a banda lançou o disco “A Divina Comédia” que tentou se distanciar do tropicalismo e abraçar de vez o rock. No final do mesmo ano e com o baixista Liminha integrado ao quarteto, Arnaldo, Sérgio, Rita e Dinho (baterista), o grupo retornou à França para realizar algumas apresentações.

Convidados pelo produtor Carl Holmes, aproveitaram para gravar algumas canções no estúdio Des Dames. A intenção era lançar um álbum principalmente em inglês para atrair público internacional, mas a gravadora desistiu do projeto mesmo com um álbum inteiro já gravado. Somente em 1999 o disco foi lançado, chamado Tecnicolor.

Serviço: Nesta sexta-feira (23) a Black Soul Samba está em clima de psicodelia com uma noite muito aguardada pelo público, o Tributo aos Mutantes com show de Gláfira e banda. Além dos DJ’s Black Soul Samba. A festa acontecerá no bar Palafita, começa às 20h e o show às 00h, com ingressos a 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais. 

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