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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Black Soul Samba homenageia malditos da MPB com Rande Frank e Banda


Nesta sexta-feira (13) cheia de superstições e mistérios a Black Soul Samba entra nesse clima e evoca os malditos da música brasileira com uma apresentação especial do cantor Rande Frank e Banda. A festa acontecerá no bar Palafita, começa às 20h30 e o show às 23h30. Os ingressos custam 15 reais e para estudantes 8 reais.
A noite já começa com muita música de qualidade com os DJ's do Coletivo Black Soul Samba, que levarão malditos da música brasileira dos anos 60, 70 e 80, Tom Zé, Walter Franco, Jards Macalé, Sérgio Sampaio, Raul Seixas, Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção, Jorge Mautner, Luiz Melodia, Arnaldo Baptista, Ave Sangria e outros que levarão ao público toda a diversidade de sons característica da Black. O coletivo é formado pelos DJ's Uirá Seidl, Kauê Almeida, Homero da Cuíca, Fernando Wanzeller e Eddie Pereira. O cenário da festa fica por conta de Aldo Paz, cujas criações levam em conta o conceito de cada show.
Nesta edição da Black Soul Samba a ideia é homenagear os cantores e compositores da música brasileira que conseguiram sair do comum, que na época em que surgiram foram considerados estranhos e difíceis de ouvir e de rotular, eram malditos por sua obra e impacto na sociedade. Nomes como Tom Zé, Sérgio Sampaio, Jards Macalé, Jorge Mautner e outros, conseguiram com seu titulo e atitude de malditos mudar os rumos da música brasileira e influenciar muita gente.
No período pós-tropicalismo, que compreende as décadas de 70 e 80, grandes compositores da música brasileira foram presença marcante em festivais, mas não conseguiram espaço em catálogos das grandes gravadoras que movimentavam o mercado da música da época, assim foram rotulados pela imprensa como “malditos da MPB”, que com o tempo mudou de sinônimo de algo ruim. Hoje muitos deles são revisitados por outros artistas e também continuam se apresentando reconquistando o respeito nacional, mas principalmente conseguindo uma visibilidade no exterior.
Para revisitar os malditos a Black convidou o artista Rande Frank que será acompanhado pela banda formada por Guibson Landim (guitarra), Mário Renan (baixo), André MacLeuri (bateria e back vocal) e Júnior Menezes (tecladista). As participações especiais ficarão por conta de Patricia Rabelo, que cantará uma canção de Belchior e uma de Rita Lee, Renata Del Pinho que cantará Ângela Rô Rô e Homero da Cuíca que tocará na música “Cê tá pensando que eu sou loki?” de Arnaldo Baptista.
“Esse projeto é um sonho. Eu sempre tive um repertório mais underground, vai ter que ter uma parte II, porque tem tantos malditos, que não dá para deixar todo mundo de fora”, diz Rande Frank, que levará no repertório canções de nomes como Luiz Melodia, Jards Macalé, Tom Zé, Caetano Veloso, Sérgio Sampaio, Chico Buarque, Bezerra da Silva e Lobão.
O cantor começou a carreira na década de 90 tocando e cantando músicas sempre em português. Produziu, gravou as vozes e mixou doze canções do compositor paraense Buscapé Blues e apresentou as canções ao vivo em shows itinerantes dentro de um ônibus-palco, que cruzou a cidade do Rio de Janeiro com a banda “Xuxu e As Kaveiras Barrocas”, com quem também se apresentou no Rock in Rio, no início dos anos 2000.
No dia 15 de setembro Rande lançará seu novo projeto pelo “Eupatrocino” sistema de financiamento coletivo pioneiro no Pará. O projeto se chamará “Randeofônico”, serão vários volumes de discos gravados como um programa de rádio, que terão além dos elementos característicos de rádio, elementos pensados pelo próprio Rande. Além disso, haverá apresentações ao vivo com formato teatral e radiofônico.

Serviço: Nesta sexta-feira (13) cheia de superstições e mistérios a Black Soul Samba entra nesse clima e evoca os malditos da música brasileira com uma apresentação especial do cantor Rande Frank e Banda, além dos DJs Black Soul Samba. A festa acontecerá no bar Palafita, começa às 20h30 e o show às 23h30. Os ingressos custam 15 reais e para estudantes 8 reais.
Contatos: 8347-1698 e 89150504
Outras informações e promoção de cortesias: www.facebook.com/BlackSoulSamba

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Black Soul Samba convida “Kizomba Groove & Mc Gaspar Du Norte” e Duo “BemBom” nesta sexta


A Black Soul Samba dessa sexta (30) vem cheia de groove e música brasileira convidando para essa edição o grupo “Kizomba Groove e Mc Gaspar Du Norte” e o Duo “BemBom”, além dos anfitriões, os DJ's do Coletivo Black Soul Samba. A festa acontecerá no bar Palafita, começa às 20h30, com ingressos a 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais.
A noite já começa com muita música de qualidade com os DJ's do Coletivo Black Soul Samba, que levarão ao público muito soul, funk e rythm blues dos anos 50, 60 e 70, além de música brasileira de representatividade histórica. O coletivo é formado pelos DJ's Uirá Seidl, Kauê Almeida, Homero da Cuíca, Fernando Wanzeller e Eddie Pereira.
Outra atração da festa será a dupla “Kizomba Groove”. A apresentação terá uma seleção de discos de reggae e dub feita pelo DJ e produtor Allan Selekta para esquentar o público e em seguida entram Mc Nego Rod e o convidado Mc Gaspar Du Norte.
Foi em Castanhal que surgiu o “Kizomba Groove”, que segundo Allan tem esse nome para remeter a ideia de festa, celebração e contemporaneidade em relação ao som. Depois de algum tempo tocando nos interiores e em Belém no estilo Sound System (DJ e Mc), Allan Selekta e Nego Rod também participaram da formação da Banda Cristal Reggae.
“Nesse show e em futuros o Gaspar vai dando um apoio e cantando alguns sons dele, a ideia começou com a convivência no Centro Cultural Shangrillah, em Castanhal. É um espaço que divulgava e ensinava cultura para quem tivesse interesse ou não tivesse acesso”, conta Allan do “Kizomba Groove”. Segundo Allan o duo tem em comum com a Black Soul Samba a vontade de propagar a música de origem africana com toda a importância dela e a força da sua mensagem.
Já o duo “BemBom”, outra atração dessa sexta, com um repertório cheio de influências da black music, disco music e todas as suas vertentes, leva além de clássicos muitas novidades para quem ama esses estilos. A dupla de DJ's Mari Jares e Geraldo Nogueira começaram o projeto em 2007 com a simples ideia de fazer um podcast com um pouco do que cada um mais gosta de ouvir, afim de que amigos e conhecidos ouvissem despretensiosamente.
A “BemBom” passou de pistas eletrônicas das festas paraenses para a festa mais badalada da cidade de São Paulo, a Freak Chic, no Club D-Edge. Desde então eles tocam nas principais festas do circuito alternativo de Belém.
“Nunca tocamos em uma Black. Acho que por isso mesmo a gente esteja meio apreensivo, com aquelas borboletas no estômago, sabe? Já frequentamos várias edições, mas como DJs no line up, é tudo novo pra gente. O público da festa é incrível, os sets são sempre ótimos, os shows então, são diversão garantida”, diz Mari Jares.

Serviço: A Black Soul Samba dessa sexta (30) vem cheia de groove e música brasileira convidando para essa edição o grupo “Kizomba Groove e Mc Gaspar Du Norte” e o Duo “BemBom”, além dos DJ's do Coletivo Black Soul Samba. A festa acontecerá no bar Palafita, começa às 20h30, com ingressos a 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais.

Contatos: 8347-1698 e 89150504
Outras informações e promoção de cortesias: www.facebook.com/BlackSoulSamba

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Black Soul Samba faz festa tradicional “Especial Tropicália” nesta sexta


Nesta sexta-feira (24) a Black Soul Samba faz a terceira edição do tributo à tropicália, realizando a “Black Soul Samba - Especial Tropicália", com o show dos cantores Renato Torres, Joelma Klaudia e Olivar Barreto. A festa acontece no bar Palafita, começa às 21h, com ingressos a 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais.
Além disso, os DJ's do coletivo Black Soul Samba formado por Uirá Seidl, Kauê Almeida, Fernando Wanzeller e Eddie Pereira, tocarão os sucessos do disco que marcou a música brasileira “Tropicália ou Panis Et Circencis” (1968) e muitas brasilidades, é claro.
O show do trio é uma grande homenagem a Tropicália e surgiu de apresentações passadas em outros locais de Belém. Renato e Olivar precisavam de uma voz feminina forte para as canções que Gal Costa interpretava no disco, assim iniciou a parceria com a cantora Joelma Klaudia, cuja voz e perfil se encaixaram muito bem na atmosfera tropicalista. “Nossas vozes juntas, especialmente nas canções dos Mutantes, tiveram um resultado muito bacana, que as pessoas gostam muito”, conta o cantor Renato Torres.
O repertório da apresentação desta sexta trará os clássicos da Tropicália, como a canção-título do movimento, “Domingo no Parque” e “Alegria Alegria”. Segundo Torres não se trata de um cover e sim de um show feito de versões.  O trio usará aqui e ali algumas ideias e fraseados dos arranjos originais, para manter a ligação com o espírito da época, como em algumas passagens onde o ruído é importante.
“Quem se interessa pela evolução histórica e estética da música no Brasil não pode ignorar jamais a importância da Tropicália, não poderia ter existido Chico Science ou grupos que misturam música barroca e antiga com tradição oral brasileira como o Anima, não fosse o pioneirismo dos tropicalistas, que já compreendiam o conceito de multiculturalidade que está no âmago deste país”, afirma.
Segundo o artista a principal conexão dele com o tropicalismo é a música feita sem preconceitos de origem e que ousa, corajosamente, romper fronteiras, explorando novas possibilidades de interpretação do cotidiano.

Icônicos e debochados

O movimento da Tropicália teve sua origem sustentada por quatro marcos inaugurais, todos acontecidos em 1967: a exposição “Tropicália, manifestação ambiental, de Hélio Oiticica, no MAM do Rio de Janeiro, a estreia do filme "Terra em Transe”, de Glauber Rocha e a estréia da peça “O Rei da Vela” de Oswald de Andrade e as participações de Caetano Veloso e Gilberto Gil no III Festival da Record interpretando “Alegria, Alegria” e “Domingo no Parque”, que com uma nova linguagem  inaugurava a guitarra elétrica na MPB.
Caetano Veloso, Gilberto Gil, Nara Leão, Gal Costa, Torquato Neto, Capinam, Guilherme Araújo, Os Mutantes, Júlio Medaglia e Tom Zé se juntaram para a gravação do disco “Tropicália ou Panis Et Circencis” em 1968. O trabalho foi a concretização de um novo estilo de música que se fazia no Brasil e ganhou visibilidade de um manifesto musical. Os arranjos e a regência ficaram por conta de  Rogério Duprat e a produção foi de Manuel Barenbein.
Icônico desde a capa, que foi elaborada pelo artista plástico Rubens Gerchman, com a fotografia de Oliver Perroy. A imagem final, feita na casa do fotógrafo, teve nos adereços alegóricos uma criação coletiva com todos opinando um pouco.
A capa foi imaginada como uma paródia do álbum dos Beatles, “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”. Na imagem o grupo transmitia a ideia dos retratos patriarcais tradicionais, com elementos que formam a capa da obra-prima que marcaria para sempre a música no Brasil. Então nesta sexta-feira a Black Soul Samba retoma essa atmosfera e celebra a música brasileira, do jeito que ela merece.

Serviço: Nesta sexta-feira (24) a Black Soul Samba faz a terceira edição da tradicional “Black Soul Samba Especial Tropicália”, com o show dos cantores Renato Torres, Joelma Klaudia e Olivar Barreto, além dos Djs do Coletivo Black Soul Samba. A festa acontece no bar Palafita, às 21h, com ingressos a 15 reais e entrada para estudantes a 8 reais (Rua Siqueira Mendes, 264, ao lado da Casa das Onze Janelas, Cidade Velha).

Contatos: 8347-1698 e 8291-6992
Outras informações e promoção de cortesias: