quinta-feira, 4 de abril de 2019

Segunda Black Soul do ano, vem com grande mistura de ritmos.

Black Soul Samba com Cactus ao Luar - 05 de abril de 2019, na Kasa Koentro (Trav.Angustura próximo a Duque).


O Show do grupo Cactus ao Luar

Ao som dos batuques e cordas, o grupo Cactus ao luar traz canções autorais que nascem a partir do gosto pelo rito musical dos tambores e dos ritmos regionais amazônicos em essência o Carimbó, influenciados também pela música popular brasileira, rock, reggae, afoxé e ritmos nordestinos.

  A Cactus ao luar é uma banda jovem, com apenas um ano e alguns meses de existência. Já participaram de dois festivais importantes na cidade de Belém, que foram o III Festival de Música Popular da Universidade Estadual do Pará lhe rendeu duas músicas classificadas para final e o outro festival foi o Woodstock Old e New Festival (https://www.youtube.com/watch?v=ZVrdA6vIbF8), que também lhe rendeu uma premiação de banda revelação do evento.

A proposta da Cactus ao Luar é fazer o público imergir sobre uma atmosfera envolvente por cantigas e mensagens trovadas com o objetivo de compartilhar a sua arte através de sons regionais misturados com outras vertentes musicais.

No show do dia 05 de abril na BSS, o grupo tocará canções autorais apresentandas em shows em 2018, além de algumas surpresas, como um cover de Caetano Veloso. Esta será a terceira apresentação da banda na Black Soul Samba.


O Som dos DJ´s Black Soul Samba

Os Set´s suingados são dos Dj´s Kauê Almeida, Uirá Seidl, Eddie Pereira e Fernando Wanzeler, passando por diversos estilos, tais como: Samba, Samba-Rock, Reggae, Rap, Soul, Afro e Latin Sounds e muita música popular paraense e brasileira.
Os horários serão os seguintes:
20 h e 21 h - "Jam"
22 h - Fernando Wanzeler
23 h - Kauê Almeida
00 h - Show
01:30 h - Uirá Seidl
02:30 h- Eddie Pereira

A festa será na Kasa Koentro e começa 20 h, com ingressos a



R$ 10 até 22 h, depois fica R$ 15.
No bar rola promo de latinha a 3 unidades por R$ 10.

sexta-feira, 1 de março de 2019

Primeira Black Soul Samba de 2019 é no ritmo do Carnaval !

A Black Soul Samba inicia o ano de 2019 com a segunda edição do seu Baile de a Fantasia, após o grande sucesso da primeira edição em 2016.

Não faltarão Marchinhas, Sambas antológicos e Clássicos do Carnaval Brasileiro, além de todo o Groove e musicalidade diversificada dos Set´s dos Dj´s residentes: Fernando Wanzeler, Eddie Pereira, Kauê Almeida e Uirá Seidl.


Além dos ritmos já citados, os DJ´s prometem Frevo, Afoxé e ritmos regionais paraenses.

O Show da noite fica por conta da Charanga dos Fanfarrões, promovendo uma grande celebração trazendo grandes clássicos da História do Carnaval Brasileiro, além de algumas surpresas musicais.


A festa também contará com Bazar, iniciando às 20 horas.

Fantasiados pagam apenas R$ 10, quem estiver sem fantasia, paga R$ 15 (aceita-se cartão de débito).

Prepara a fantasia e vem conosco pra Kasa Koentro !!!

A Kasa Koentro localiza-se na Travessa Angustura, próximo a Duque de Caxias.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

9 anos da Black Soul Samba na Kasa Koentro !

9 anos ! 300 edições ! 100 artistas e bandas diferentes !

Após tanto tempo de produções independentes, e centenas de eventos realizados com atrações de diversos estilos distintos, chega a hora de comemorar 9 primaveras do Coletivo Black Soul Samba !...

 Desta vez na Kasa Koentro, novo espaço cultural da cidade que todos precisam conhecer, chamando um dos grupos mais respeitados do momento em Belém: o Farofa Tropikal, com sua fusão de ritmos regionais e latinos e botando todo mundo pra dançar.

Os Dj´s Kauê Almeida, Fernando Wanzeler, Uirá Seidl e Eddie Pereira, trazem novos set´s, com lançamentos e novos quitutes do passado, com uma Selecta perpassando vários estilos e tendências.


Farofa Tropikal faz sua estréia na Black Soul Samba

A Farofa foi formada em 2017, e o seu nascimento floresceu desta missão de pesquisar, valorizar e difundir a música popular paraense e os ritmos amazônicos são o eixo musical do trabalho do Grupo. Sendo protagonizado pela paraense Layse (cantora e baterista), e os paranaenses Lorran Valle (guitarra) e Gabriel Dietrich (baixo elétrico).


A imersão na cultura amazônica fez raízes profundas na vida da Banda, e o resultado destes anos de vivência, desaguaram na Produção do trabalho autoral cujos temas e composições são inspirados na força da mulher nortista e no modo de vida dos paraenses, na forma de contar e viver suas histórias e no fazer da música do Pará.

Em 2018, a Farofa Tropikal iniciou a Produção Musical do seu primeiro disco. Para esta tarefa, foram convocados os músicos Nazaco Gomes (percussão) e Daniel Serrão (sax, guitarra e piano), este último assinando a Direção Musical do trabalho.

Informações

Onde: Kasa Koentro - Travessa Angustura núm.2579 - entre Duque de Caxias e Visconde
Quando: Sexta 07 de dezembro
Horário: Início 19 horas - Show às 22 h 
Quanto (ingresso promocional): R$ 10 até 22 horas - depois é R$ 15
Bar: 3 latinhas de cerveja

por R$ 10 

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Black Soul Samba chega ao seu oitavo aniversário com homenagem à Chico Science

Show da noite será com a banda Lauvaite Penoso que traz repertório dedicado ao criador da Nação Zumbi e do Movimento Manguebeat. Festa terá ainda participação do DJ Igor Alves. Nesta sexta-feira, 8 de dezembro de 2017, no Bar Palafita.


            Há 20 anos o Brasil perderia seu último grande gênio da música e da cultura, Chico Science, o pernambucano que criou o Movimento Manguebeat, responsável por um novo cenário antropofágico na música brasileira no final do século passado. Com sua morte prematura, causada por um acidente de carro, seu legado ficou restrito aos álbuns “Da Lama Ao Caos” e “Afrociberdelia”, ambos na lista dos 100 melhores discos da música brasileira pela Revista Rolling Stone. Homenageá-lo, então, se torna uma necessidade histórica que a Black Soul Samba evoca como comemoração aos oito anos do aniversário do coletivo.

         Quem sobe ao palco para essa homenagem é a banda Lauvaite Penoso, que realiza o tributo pela segunda vez na Black Soul Samba, numa proposta que surgiu com o próprio coletivo BSS, que empre associou a musicalidade do Lauvaite ao manguebeat. “Nós sempre nos identificamos com eles, pois também somos periféricos e ligados à culturas populares tradicionais. Mas nossa musicalidade é diferente, pois temos referências musicais específicas do Pará como o carimbó e o tecnobrega de aparelhagem”, explicam os vocalistas Rodrigo Ethnos e Júnior Dusik, para quem “homenagear Chico Science é uma honra, pois ele foi um grande visionário da música brasileira, usou a música para denunciar a miséria e a desigualdade na sua cidade. Além de valorizar as culturas populares tradicionais que até então eram sempre esquecidas e subjugadas pela sociedade”, completam os artistas.

         O repertório do show-homenagem trás músicas dos dois álbuns deixados por Science: Da Lama ao aos e Afrociberdelia, além de algumas canções da Banda Nação Zumbi (pós-Chico) e de Jorge DuPeixe, incluindo ainda o próprio repertório autoral do grupo aliado ao seu novo projeto: A Bença. Segundo a Lauvaite, a “expectativa é fazer o Palafita balançar ao som das alfaias do Maracatu e dos curimbós do Lauvaite Penoso.”

Festa ampla trás ainda DJ convidado e brechó coletivo

            Além da homenagem ao Chico Science com a banda Lauvaite Penoso, a noite de aniversário da Black Soul Samba também faz um retrospecto dos oito anos de ações do coletivo, com a exibição de fotos no telão do Palafita. O espaço também terá um brechó coletivo com diversos expositores convidados, muitos dos quais frequentadores que se tornaram amigos da BSS, firmando ainda mais o conceito de coletividade proposto pela Black Soul Samba.

         Quem também aporta na noite é o DJ Igor Alves, convidado especial para a noite. Igor Alves é atuante na cena alternativa da cidade, tem seus sets marcados pelo ecletismo (quase esquizofrênico), abrangendo os mais diversos gêneros, do brega ao hard rock, estabelecendo um fio narrativo peculiar à sua discotecagem. Iniciou seu trabalho como DJ na  festa Limonada Sonora, em 2011. Tocou depois em diversas casas, e foi um dos principais DJ’s do Oito Bar. Ultimamente, vem produzindo o "Baile da Maldade" na Espaço Cultural "Casa Velha".

        
         Desta forma, o Coletivo Black Soul Samba chega ao seu oitavo aniversário ampliando ainda mais a pluralidade musical no cenário noturno de Belém e mantendo-se como uma das principais incentivadoras da música brasileira na cidade.

Serviço
Aniversário de oito anos da Black Soul Samba com homenagem à Chico Science e show de Lauvaite Penoso
Sexta-feira, 8 de dezembro de 2017 – a  partir das 21h.
Bar Palafita – Rua Siqueira Mendes, Rua Siqueira Mendes, 134, Cidade Velha
Ingressos: R$20,00
Informações gerais: (91) 98362 1793

Informações e entrevistas para imprensa: (91) 98425 6171




quarta-feira, 22 de novembro de 2017

A Black Soul Samba aporta em Icoaraci !

A noite da próxima sexta no Espaço Cultural Coisas de Negro traz ao público três novidades.

A primeira edição noturna da tradicional festa Black Soul Samba no Distrito de Icoaraci, marca ademais, o retorno aos palcos de uma banda criada em Icoaraci e no Coisas de Negro: o “Mundé Qultural”. A Edição também destaca uma das primeiras participações na cena cultural paraense do coletivo feminino de Dj´s: As Mangueirosas.

Perto de completar 8 anos, a Black Soul Samba, tradicional evento musical da cidade, vai ao bairro/distrito de Icoaraci, na antevéspera das comemorações do seu Círio de Nazaré, para levar ao público a musicalidade rica e diversificada da festa que já realizou quase 300 edições em Belém,  com a participação de centenas de artistas, desde 2009. Desta vez, com a participação dos Dj´s: Eddie Pereira, Fernando Wanzeler, Uirá Seidl e Kauê Almeida, trazendo em seus set´s, clássicos e lançamentos da música Black brasileira e universal.

A noite também marcará a participação das Dj´s Mangueirosas, formada por ,Carol Ananindeusa, Adriene Moraes e Ana Flor, que destacarão músicas de intérpretes e cantoras de destaque no cenário musical nacional e internacional, tudo com muito charme e bom gosto.

O show da noite celebra o retorno aos palcos do grupos Icoaraciense :”Mundé Qultural”, que volta a cena musical quase 05 anos após seu último show, com um Mix super dançante de Lundum, carimbo,  samba-de-cacete, retumbão e influências também de Rock e MPB.

De acordo com Clever dos Santos, um dos fundadores do grupo, a harmonização do grupo é conduzida por cordas: como a guitarra, guitarra baiana (pau – elétrico) e baixo elétrico, o que “possibilita ao ouvinte uma sonoridade única de guitarra, mais baixo, mais bateria, mais vozes”, explica. Segundo ele, as letras autorais do Mundé “possuem um poder imagético as quais traduzem atmosferas ambientais de mata e personagens da vida real - não alheios - ao nosso mundo como postais vivos do cotidiano caboclo, ribeirinho, suas crenças, suas lendas, seus costumes, suas tecnologias”.

BLACK SOUL SAMBA NO CÍRIO DE ICOARACI – COM MUNDÉ QULTURAL E MANGUEIROSAS

ONDE: Espaço Cultural Coisas de Negro – Travessa Lopo de Castro 1082
QUANDO: Sexta-feira, dia 24 de novembro, a partir de 21 h
QUANTO: R$ 10 até meia noite.
Informações: 91-98362-1793 – Uirá Seidl

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Black Soul Samba celebra os 50 anos de carreira de Gal Costa



O ano de 2017 iniciou com a potente presença de Gal Costa em Belém, trazendo um show repleto de canções icônicas que abriram portas em momentos da história social e musical brasileira. “Vaca Profana”, “Mal Secreto”, “Acauã” e “Sem Medo Nem Esperança” foram algumas das músicas presentes no repertório dessa baiana que é uma das grandes vozes não apenas da Música Popular Brasileira, mas – e talvez principalmente – da contracultura. Agora, no finalzinho deste mesmo ano, um de seus discos mais importantes, “Fatal”, chega aos 46 anos de lançamento num momento em que a historiografia sócio-política do país se vê mergulhada em novo ponto de ebulição.
        
         Nascida Maria da Graça Costa, em Salvador, no ano de 1945, Gal Costa teve sua carreira influenciada por João Gilberto para logo se unir aos  amigos Caetano Veloso e Gilberto Gil, e conjunto à  nomes como Tom Zé, possibilitar uma verdadeira revolução na música brasileira, com o Movimento Tropicalista, a partir de 1967, e atingindo seu auge em 1968, com o disco "Tropicália ou panis et circensis”.

         Mesmo com o Movimento enfraquecido pela Repressão, Gal continuou sendo uma artista livre e revolucionária, com uma obra extremamente bem conduzida, nos premiando com diversos discos clásicos, tais como: "Gal Legal" (1969), Índia (73), Cantar (74), Gal Canta Caymmi (76 - com produção de João Donato) e outros álbuns marcantes. O álbum duplo “Fatal”foi considerado um marco na sua na carreira que contou com uma performance incendiária, tornando o disco venerado em todo o mundo.

            O show preparado pelo Coletivo Black Soul Samba traz à frente a paraense Joelma Kláudia, interpretando as músicas do “Fa-tal”, um disco que vai da poética e transmutante “Luz do Sol” ao cancioneiro desesperador marcado por “Vapor Barato” e “Hotel das Estrelas”, passando pelas clássicas do movimento tropicalista como “Dê um rolê”, dentre outras das 19 músicas presentes nos 4 lados do disco, originalmente apresentado como álbum duplo.

Noite abre com a revolução feminina do carimbó libertário

         “O novo mundo que a gente sonha é feito agora. É feito aqui. É no cruzamento das vias que nossos pés percorrem. É na ocupação útil e humana do nosso tempo. É na ruptura dos vícios. É no encontro transformador. É na indignação direcionada contra os valores do velho modelo conservador e retrógrado. E na ruptura da opressão e exploração”. É assim, com a palavra afiada em riste que a vocalista do grupo “Cobra Venenosa”, Priscila Duque, define a atuação do grupo, mostrando que em conjunto ao pau e corda de seu carimbó há a resistência negral e cultural, o feminismo e a poesia.

         A participação do grupo no mesmo dia da noite “Gal – Fatal” não é à toa e nem desconexa. Priscila conta que ficou muito feliz com o convite para abrir essa noite pois, segundo ela, mulheres como Elza Soaraes, Elis Regina, Maria Bethânia e Gal Costa lhe são grande inspiração. “Acho que o Cobra, guardadas as diferenças históricas, traz um conceito de liberdade e intervenção poética, filosófica e social, é jovem com pé na tradição, é novo mas traz a raiz pulsando nos tambores e arranjos poéticos. Tipo o que o Chico Science disse: ‘modernizar o passado é uma revolução musical’”, esclarece a vocalista que também é jornalista e cientista política e coloca as questões socais e humanitárias como um dos balizadores dessa poética do grupo.

         A noite de celebração ao Tropicalismo Fatal de Gal Costa terá ainda a presença dos DJ’S  do Coletivo Black Soul Samba: Uirá Seidl, Kauê Almeida, Fernando Wanzeler e Eddie Pereira. A festa começa às 21h.

Serviço
Homenagem a Gal Costa com show de Joelma Kláudia na Black Soul Samba
Abertura com o Grupo Cobra Venenosa
Quando: Sexta-feira, 10 de novembro de 2017
Local: Bar Palafita – Rua Siqueira Mendes, 134, Cidade Velha
Ingressos: R$20,00
Informações gerais: (91) 98362 1793
Informações e entrevistas para imprensa: (91) 98425 6171 || 98190 8270


quinta-feira, 31 de agosto de 2017

75 anos de Caetano Veloso e 45 anos do álbum "Transa" serão celebrados na BSS

2017 é o ano que marca o aniversário de 45 anos de lançamento do disco Transa, de Caetano Veloso, um dos marcos na sua carreira e na história da música popular brasileira. Exilado em Londres desde 1969, Caetano Veloso obteve permissão para ficar um mês no Brasil em janeiro de 1971 para assistir à missa comemorativa dos 40 anos de casamento de seus pais. No Rio de Janeiro, o cantor foi interrogado por militares que pediram para que fizesse uma canção elogiando a rodovia Transamazônica - na época em construção. Caetano não aceitou a "proposta", mas de volta a Londres, gravou no final do ano o LP com o nome de "Transa", lançado em território brasileiro em janeiro de 1972, quando o cantor voltou definitivamente ao país e entrando assim para a história da música brasileira.

                Por toda essa importância, a Black Soul Samba homenageia esse icônico aniversário com um show da banda Cactus ao Luar, que sobe ao palco do Palafita para interpretar  "You don´t know me", "Nine out of ten", "Mora na filosofia (Monsueto), "Triste Bahia" e todas as sete canções deste disco, além, é claro, de mostrar suas próprias músicas e levar algumas novas roupagens para o repertório do disco.
               
                De acordo com o Bruno Barros, vocalista do Cactus, pouca coisa foi mudada, especialmente pelo fato do disco em si já ser repleto de misturas. “O ‘Transa’ é um disco cheio de experimentações, principalmente na parte percussiva, as músicas são carregadas de brasilidade, então em algumas canções decidimos colocar outras sonoridades, como por exemplo, umas batucadas que passeiam levemente pelo carimbó e outros ritmos afros, mas tomamos o cuidado em manter a essência do disco e felizmente conseguimos um resultado positivo”, garante o músico.

                Bruno conta ainda que apesar de apresentar o repertório completo do disco, as músicas não serão executadas na ordem do LP, “A ideia inicial era tocar ele em sua ordem, mas com a evolução dos ensaios achamos melhor dar uma modificada na posição das músicas para criar um clima envolvente no show”, explica, ressaltando a intensidade na forma de apresentar esse trabalho: “o preparo está sendo muito prazeroso, estamos com muito orgulho em poder tocar este disco que é um clássico da música brasileira e internacional. Cada música tem sua força natural e sua identidade muito forte”, enfatiza.


Noite de imersão na musicalidade brasileira também tem banda autoral

                Antes do show de aniversário do disco “Transa”, quem sobe ao palco do Palafita é a banda “Feira Equatorial”, apresentando as músicas de seu EP recém-lançado. A banda dialoga com o rock progressivo e o tropicalismo, e por isso é natural que esteja presente numa homenagem a Caetano Veloso.
               
                Segundo o baterista, Caio Azevedo, baterista da Feira, "É unânime entre os integrantes da Feira Equatorial a influência dos clássicos de Caetano Veloso, em especial do álbum ‘Transa’. O refinado violão de Caê, aliado ao conhecimento das tradições regionais brasileiras, inspiram o grupo em suas composições. É também marcante a influência progressiva e psicodélica do movimento tropicalista, com a tentativa de ruptura do ambiente musical atual por meio de sincretismo e inovação musical”, diz o artista.

                O grupo que surgiu em 2015, tem Thalia Sarmanho (vocal), Pedro Nascimento(guitarra), Son Maximiana (violão), Matheus Leão (baixo) e Caio Azevedo (bateria) em sua formação atual. E além da Feira Equatorial, a Black Soul Samba especial traz ainda o o DJ Faca como convidado, apresentando “reworks” com samples de músicas de Caetano Veloso.

                Ao longo da noite, os Djs Black Soul Samba, Uirá Seidl, Kauê Almeida, Fernando Wanzeler, Eddie Pereira e Homero da Cuíca se revezam nas picapes, como de costume.


Serviço:
Aniversário de 45 anos do disco Transa, de Caetano Veloso, com banda Cactus Ao Luar.
Abertura da banda Feira Equatorial
Onde: Na Black Soul Samba  - No Bar Palafita, Rua Siqueira Mendes, 134, Cidade Velha
Abertura da casa: 21h. Shows a partir das 23h.
Ingresso: R$20,00 (na hora) e R$15,00 (antecipado no site Sympla)
Informações da produção: 98362 1793

Informações para imprensa: Dani Franco – 98425 6171