sexta-feira, 2 de junho de 2017

73 anos de Chico Buarque com Show inédito de Marcelo Sirotheau, destacando a volta da BSS ao Palafita.

Ele merece todas, eu disse todas as homenagens, e ainda mais antecipando as comemorações de seu aniversário no mês de junho (19). Nosso cronista maior da música brasileira será cantado por Marcelo Sirotheau e banda, na Black Soul Samba. Além deles, a noite também terá abertura com a banda Cais Virado e participação especial do DJ Mizinho Rodrigues. A festa marca ainda a volta da BSS ao bar Palafita e começa cedo, minha gente, às 21h. Não faltem!

No mês de comemoração daquele que é considerado um dos maiores compositores brasileiros: Chico Buarque de Holanda, a Black Soul Samba abre sua festa com mais esta homenagem com o show “O Cronista”, tendo à frente o cantor paraense Marcelo Sirotheau, médico médico,músico e compositor com 18 anos de carreira musical, com várias de suas canções gravadas por importantes nomes da música paraense, como Vital lima, Pedrinho Cavalléro, Alba Maria, entre outros. 

Marcelo também participa ativamente de festivais pelo Brasil, tendo obtido diversas premiações, citando como a mais recente, o segundo lugar no festival de música paraense da RBA em 2014 com a canção “Rima Rasurada”, interpretada por Patrícia Rabelo. Vem trabalhando no roteiro da Opereta “Ilusão Maquiada”, com canções de sua autoria e no lançamento do Cd “Fantasiado”, também autoral.


De acordo com Sirotheau, “o show ‘O Cronista’ foi uma sugestão do próprio Uirá (produtor e DJ da BSS), dando seguimento a uma linha de shows baseadas em algumas facetas das composições do Chico, como "O Malandro" que fizemos em 2015”,  diz o músico. O repertório inclui músicas como "O meu guri", "Feijoada completa"," Bye, Bye, Brasil," Vai passar", "Cotidiano", entre diversas outras. A banda para esse show é formada por Pedrinho Callado na guitarra, Ney Rocha no baixo e Duda Silva na bateria.

E apesar da noite ser dedicado ao cronista Buarque, a noite da BSS também tem rock produzido no Pará com a banda Cais Virado. Formada em 2013, a banda Cais Virado reúne uma multiplicidade de referências dentro do universo da música popular autoral. Em suas canções com letras poéticas, o grupo transita desde a guitarrada e rock à multifacetada música africana. O nome da banda remete à relação de negação e afirmação entre Belém e os rios que a circundam. Cais também sugere a ideia da fluidez dos rios, a qual tem surgido na composição das canções.

Quem também participa do retorno da BSS ao Bar Palafita é o DJ Mizinho Rodrigue, convidado especial aportando pela primeira vez na Black Soul Samba. Radialista, Produtor Cultural e DJ, em 2002/2007 foi representante da Revista Dj Sound em Belém e também foi um dos idealizadores do projeto Agosto Pro Rock 09,10,11 junto com a MTV Belem. 

É um dos idealizadores da maior feira de vinil do norte em belém, E é especialista em Rock New Wave, Black e Soul Music. Atualmente participa do coletivo de DJs Bolacha Preta, projeto que gira os principais bares de Belém incentivando a cultura do vinil.

Formada por Bruno Rabelo, na guitarra, Raniery Pontes, na bateria,, Príamo Brandão, no contra-baixo e Keila Monteiro, vocalista e principal letrista, o quarteto disponibiliza desde 2013 uma série de canções para streaming e download gratuito em sua página no soundcloud (https://soundcloud.com/caisvirado) e no site bandcamp (https://caisvirado.bandcamp.com). 

Em 2014 o grupo conquistou o primeiro lugar entra mais de 100 bandas no festival/concurso CCAA Fest.  Como premiação, o grupo obteve o direito de gravar o seu primeiro disco (formato físico e digital) pelo selo Ná Music (Lojas Ná Figueredo), cujo o lançamento está previsto para 2017 com produção do produtor do disco de estreia de Gaby Amarantos,  Félix Robatto (ex- La Pupunã).

Pra finalizar, o coletivo formado por Uirá Seidl, Homero da Cuíca, Fernando Wanzeller, Kauê Almeida e Eddie Pereira, retorna completo à casa onde foram realizadas algumas das maiores festa da Black Soul Samba. Segundo o Coletivo esta volta ao Palafita é para atender uma necessidade do próprio público que vinha pedindo este retorno ao palco que se consagrou como a marca da BSS: a beira do rio do Palafita.

FONTE: Assessoria de Imprensa BSS - Dani Franco e Blog Holofote Virtual.



Serviço
Quando: Sexta-feira, 02 de junho de 2017
Local: Bar Palafita – Rua Siqueira Mendes, 134, Cidade Velha
Ingressos: R$20,00
Informações gerais: (91) 98362 1793
Informações e entrevistas para imprensa: (91) 98425 6171 || 98190 8270

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Samba de Zeca Pagodinho toma conta da Black Soul Samba desta sexta



Renato Rosas e banda Farofa Black fazem show com repertório todo dedicado ao pagodeiro mais querido do Brasil. A noite tem ainda abertura do sambista paraense Messias Lira, com repertório autoral e clássicos do samba nacional. Nesta sexta-feira, dia 12, às 21h, no Tábuas de Maré.

Amado, criticado e respeitado com um dos maiores sambistas do país, o carioca Zeca Pagodinho é o homenageado da próxima edição da Black Soul Samba. O show será comandado por Renato Rosas e banda Farofa Black, que prometem mais de uma hora e meia com os sambas clássicos dos quase 30 discos lançados por Zeca, desde sua estreia em 1986.
Parceiro de nomes como Monarco, Beth Carvalho e Arlindo Cruz, dentre outros, Zeca Pagodinho registrou seu nome em sambas marcantes, principalmente como intérprete, tais como: "Judia de mim", "Deixa a vida me levar", "Vai vadiar', "Vivo isolado no mundo", "Vou botar teu nome na macumba", dentre muitas outras canções de sucesso.

Acompanhado por Lobato do Trombone, Marcelinho Ramos tocando bandolim, violão de sete cordas e escaleta, Diego Xavier no cavaquinho, percussão e bandolim e instrumentista Débora Costa tocando rebolo, instrumento típico da batucada, formam a banda Farofa Black com a qual Renato Rosas se apresenta. Segundo o artista, "fazer um show cantando Zeca Pagodinho é estar mais uma vez me comunicando com a linguagem que é de massa, aquele samba que tem uma letra que fala das coisas universais, do que dentro do coração das pessoas. O Zeca é um compositor aclamado pelo povo brasileiro e a gente tem estar cada vez mais aprendendo com esses compositores", acredita o músico.
O show de abertura fica por conta do cantor e compositor Messias Lyra, outro clássico sambista paraense e um dos grandes defensores do tradicional gênero musical no Pará. Messias vai levar seu grupo pra esquentar o evento com músicas próprias, além de clássicos de grandes compositores da história do samba.

Quem finaliza e dá o tom de costura da noite é o próprio Coletivo Black Soul Samba, com os DJs e produtores Eddie Pereira, Fernando Wanzeler, Uirá Seidl, Kauê Almeida e Homero da cuíca, levando uma selecta de música black e brasileira


no vinil e no CD-J.


Serviço
Show especial para Zeca Pagodinho com Renato Rosas e banda Farofa Black na Black Soul Samba
Sexta-feira, 12 de de 2017, a partir das 21h
Local: NOVO Tábuas de Maré - Rua São Boaventura, 104, Cidade Velha, próximo a Avenida Tamandaré
Ingressos: R$20,00 - com meia-entrada para estudantes
Informações gerais: (91) 98362 1793

Informações para imprensa: Danielle Franco::(91) 98425 6171
 

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Festival Black Soul Samba é lançado nesta sexta com shows de MG Calibre, Mestre Cavalo e Zimba Groove

O samba e o afoxé são os tons da Black Soul Samba desta sexta, 4 de novembro, que anuncia também o Festival Black Soul Samba, em sua primeira edição. Os shows da noite são com o MG Calibre e o Bizu do Bezerra, em homenagem à Bezerra da Silva; e com o grupo Zimba Groove estreando na BSS. Festa começa às 9 e meia da noite no Tábuas de Maré.


Pernambucano de nascimento e carioca de alma, o sambista Bezerra da Silva é o grande homenageado da festa. Conhecido como o embaixador dos morros e das favelas,  Bezerra recebe tributo através dos Coletivo BSS  e da banda montada especialmente para ele: a Bizú do Bezerra, que volta à Black Soul Samba depois de três anos e com a novidade de ter Mestre Cavalo, ínterprete conhecido com o melhor cover de Bezerra no Brasil. A banda é formada ainda por com MG Calibre no baixo e direção musical,  Marcelo Ramos  no cavaco e violão, André Alcantara,  Cleber Benigno Patury e  Dougas Dias na percussão, que prometem um show cheio de improvisos e novas roupagens para alguns clássicos do partido alto e do samba coco.

Idealizado a partir das relações pessoais de cada um dos integrantes, o “Bizú do Bezerra” nasceu de uma vontade dos músicos em se fazer identificar a partir dos lugares que nasceram, onde tiveram seus primeiros contatos com o mundo do samba. “Cada um de nós tem uma relação pessoal com o samba. Eu, por exemplo, nasci na Pedreira, o bairro do samba do amor. Tem o pessoal ligado ao Quem São Eles, ao Bole Bole. Todos nós temos essa veia da malandragem, só faltava juntar”, explica Douglas.

Bezerra da Silva não nasceu no Rio, mas sua vivência nos morros cariocas imprimiu em sua alma a verve escaldante das ruas fluminenses.  Suas canções falavam principalmente da vida do povo e os problemas da sociedade e das favelas.
Percussionista, foi integrante de blocos de carnaval onde um dos componentes o levou para a Rádio Clube do Brasil, em 1950. Durante sete anos viveu como morador de rua em Copacabana, quando tentou suicídio e foi salvo por um Santo da Umbanda. A partir daí passou a atuar como compositorinstrumentista e cantor, gravando o primeiro compacto em 1969 e o primeiro LP seis anos depois.
A exploração e a opressão sofridas pelos trabalhadores, a malandragem, os ladrões à margem da lei, o uso de drogas, a condenação e a “caguetagem” foram registradas em clássicos como “Malandragem dá um tempo”, “Overdose de Cocada”, “Pai véio 171” e “Malandro não Vacila”, entre outros.


Zimba Groove para abrir a noite com o melhor da música negra
A banda Zimba Groove é a tradução do próprio nome: Zimba que significa brincadeira, roda, gira e o groove que se apresenta em todas as vertentes das influências sonoras negras apresentadas. A banda que se formou a partir de encontros nas ruas da cidade de Belém, se comporta como parte da juventude que aqui habita, transitando e ocupando com arte e música os espaços abandonados, violentos e históricos da capital paraense.
Com cinco músicas autorais ainda não lançadas oficialmente, a banda Zimba Groove já tem uma música circulando na rádio e parceria com artistas paraenses de peso como Joãozinho Gomes. As letras do grupo falam sobre o empoderamento das mulheres negras, o momento atual do movimento negro no Brasil, dos batuques que ocupam e resistem a violência policial na capital paraense e faz duras críticas na letra "Menino preto" que aborda o genocídio da juventude negra.

A banda com recente formação (2015) é composta por 4 integrantes. Jeff Moraes, voz, que sempre está presente nos batuques da cidade tem em seu repertório sambas, afoxés, música regional e black music. Wendell Raiol, violão, que na sonoridade apresenta virtuosismo ao tocar, típica de um professor de música. Ney Trindade, baixo, que tem trajetória em bandas de reggae e na noite de Belém. Douglas Dias, percussão, participante de batuques, grupos regionais e afros, e Cleber Benigno, o Paturi, integrante do grupo de percussão Manari que é reconhecido mundialmente.
De acordo com os integrantes, o som da banda tem fortes influências de ritmos ditados pelo tambor somados ao groove do baixo, o swing da voz e violão.

Festival Black Soul Samba

Já na expectativa de primeira edição do Festival da Black Soul Samba, a noite deste 4 de novembro será ainda para o lançamento oficial desta primeira edição do Festival, quando todas as atrações serão divulgadas, locais e oficinas, tendo o lendário cantor Hyldon.

Além de MG Calibre com a homenagem à Bezerra da Silva e da banda Zimba Groove, a festa terá ainda a presença do DJ Albery Rodrigues que promete apresentar novas mixagens e material inédito na noite que certamente será especial.

Os Dj´s BSS abrem a casa às 21 horas, desta vez com Uirá Seidl, Eddie Pereira, Fernando Wanzeler e Homero da cuíca.


Serviço
Black Soul Samba em homenagem à Bezerra da Silva com MG Calibre
Sexta, 04 de novembro de 2016 - 21h

Local: Tábuas de Maré - Rua São Boaventura, 156, Cidade Velha, próximo a Avenida Tamandaré

Ingressos: R$20,00 - com meia-entrada para estudantes

Ingressos antecipados com 15 % de desconto no sitewww.meustickets.com

Apoio: Cultura Studio e Eupatrocino Crowdfunding.
Informações gerais: (91) 98362 1793
Informações para imprensa: Danielle Franco::(91) 98425 6171

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Zé Ramalho é o grande homenageado da BSS desta sexta

Compositor nordestino tem suas músicas interpretadas por Zé Old e Banda. A abertura da noite será com o show Luna Prateada de Ronaldo Silva. Tudo a partir das 9 da noite no Tábuas de Maré.

         Nesta sexta-feira, 21, o compositor Zé Ramalho será o artista homenageado na Black Soul Samba com show de Zé Old e Banda. O repertório passeia pelas diversas fases do cantor nordestino e traz clássicos como "Frevo Mulher", "Cidadão", "Admirável Gado Novo", "Garoto de Aluguel", "Kriptonia", "Beira do Mar", "Avôhai" e "Chão de Giz", trazendo o sotaque paraibano para o palco do Tábuas de Maré.
         Formada por Duda Silva na bateria, Júnior Figueiredo na guitarra, Ney Rocha no contrabaixo e Zé Old cantando Zé Ramalho. Segundo Ney, a expectativa para o show é grande especialmente contando com o público da BSS. O baixista diz ainda que por ter um trabalho em conjunto com Zé Old há mais de 30 anos, o repertório surgiu naturalmente e que sem dúvida será um show marcante para os músicos e o público.
         Ney diz ainda que o trabalho de Zé Ramalho continua sendo muito atual e as composições são muito urbanas, por conta disso "a gente ouve tudo sem um recorte específico para cada disco", informa.
         Com mais de 20 discos gravados e 40 anos de carreira, Zé Ramalho está entre os 100 maiores artistas brasileiros em eleição da Revista Rolling Stone. Seu trabalho esteve presente em diversas novelas e mini-séries como "Roque Santeiro" e "O Rei do Gado". Sua prima, a também cantora paraibana Elba Ramalho gravou sucessos como Chão de Giz e ao lado de Geraldo Azevedo e Alceu Valença, os quatro artistas fizeram excursões pelo Brasil com o projeto O Grande Encontro em meados dos anos 90. No final de 2014 lançou um álbum colaborativo em parceria com o cantor Fagner e ainda hoje realiza shows pelo Brasil.

Abertura com Luna Prateada de Ronaldo Silva

Além de Zé Ramalho com a banda de Zé Old, a Black Soul Samba recebe ainda o novo trabalho do artista paraense Ronaldo Silva que apresenta seu novo trabalho: Luna Prateada.

Conhecido por seu trabalho à frente do Arraial do Pavulagem, Ronaldo está há mais de 30 anos na cena musical. Para ele, se fazer presente na BSS é uma forma também de manter em movimento a cena da música autoral da cidade. Ronaldo explica que o show Luna Prateada é um apanhado das canções que estão sendo trabalhadas para o seu próximo disco.

Ronaldo sobe ao palco do Tábuas de Maré ao lado da banda Candeeiro Luminoso, formada por Franklin Furtado na percussão, Juninho na bateria, Taylan (de Soure) no contrabaixo, Kim Freitas na guitarra e com participação especial de Alan Carvalho no violão, que também tocará músicas de seu trabalho "Oura".

Além de Alan, o show de Ronaldo Silva traz ainda participação especial da cantora Marcela Martins, nova cantora paraense que está em produção de seu primeiro EP, intitulado Pimenta de Cheiro.

"Acho legal que a gente possa fazer esse show denteo desse projeto e ocupar esse espaço, mostrar o trabalho. É um show dançante e apropriado pra quem quer dançar, ouvir música boa e valorizar nossa cultura".

No repertório de Luna Prateada estão músicas como "Navio", "Estrela do Norte", "Rainha da Floresta", "Vento" e músicas também de Alan Carvalho como "Relva", "Estrela Dalva" e "Oura", além das parcerias conjuntas dos dois músicos.

         A noite traz ainda os DJ's Black Soul Samba iniciando a noite.


Serviço
Zé Old canta Zé Ramalho e Ronaldo Silva leva Luna Prateada para a Black Soul Samba


Sexta-feira, 21 de outubro 2016, a partir das 21h
Local: Tábuas de Maré - Rua São Boaventura, 156, Cidade Velha, próximo a Avenida Tamandaré
Ingressos: R$20,00 - com meia-entrada para estudantes
Informações gerais: (91) 98362 1793
Informações para imprensa: Danielle Franco::(91) 98425 6171 || 98190 9270


sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Black Soul Samba convoca Rande Frank e Renata Del Pinho para entoar os Novos Baianos

No ano em que os Novos Baianos anunciam uma turnê de retorno, a Black Soul Samba faz sua terceira homenagem a uma das mais emblemáticas bandas da música brasileira. Autores de hinos do cancioneiro como "Brasil Pandeiro", "Mistério do Planeta", "Preta Pretinha" e "Besta é tu", entre várias outras, o grupo formado por Baby Consuelo (hoje Baby do Brasil), Pepeu Gomes, Moraes Moreira, Jorginho Gomes, Paulinho Boca de Cantor, Galvão e Dadi até hoje é lembrado como um dos mais importantes da história da música no Brasil e por isso mesmo, recebe homenagem da BSS pela terceira vez.

Para a Black Soul Samba, chegar aos 44 anos de lançamento do disco Acabou Chorare com o anúncio de uma turnê de reunião do grupo é justo que se faça uma nova homenagem. Segundo o produtor Uirá Seidl, "juntando a brasilidade de Assis Valente com guitarras inspiradas em Jimmi Hendrix e sob a égide das criações de João Gilberto, 'Acabou chorare' foi um marco e seus reflexos continuam fortes até hoje." Nascido em meio ao movimento da Tropicália, o grupo deixou 9 álbuns gravados, sendo “Acabou Chorare”, considerado pela Revista Rolling Stone, em 2007, como o melhor disco da música brasileira. Seu terceiro disco, Novos Baianos F.C, virou documentário homônimo; além disso, a banda teve músicas incluídas em diversas trilhas sonoras do cinema brasileiro, como o clássico Meteorango Kid (1969) de André Luiz de Oliveira.




Em 10 anos de carreira, os músicos de Salvador (Baby Consuelo era única não baiana) fizeram importantes capítulos da história musical do Brasil, se apresentando nos principais programas de televisão da época e vivendo juntos, numa comunidade quase anárquica, em meio à ditadura militar. Com uma diversidade musical que inclui o choro, rock and roll, blues, frevo, jazz, samba e bossa nova, o grupo está entre os principais expoentes da vanguarda da música brasileira. Não à toa, esta é a segunda vez que a Black Soul Samba rende homenagens ao grupo, a primeira ainda em 2011, numa das mais bonitas edições promovidas pelo Coletivo BSS. Segundo Rande Frank, o show seguirá na íntegra todo o disco "Acabou Chorare", com alguns "bonus" de outros discos como "Eu sou o caso deles".

Para esta sexta a banda convocada conta com o carisma de Rande Frank e Renata Del Pinho, que se apresentam juntos mais uma vez num show que conta ainda com participação especial da cantora Patrícia Rabelo, acompanhados pela banda formada por Kleber Benigno na percursão, Mário Renan, na bateria, Thiago Vasconcelos no violão, Maurício Panzera no baixo e Guibson Landim na guitarra, além do próprio Rande também no violão.

Jazz fusion na abertura da noite Além de Rande Frank e Renata Del Pinho

A noite de sexta-feira recebe ainda o show "Orgânico" do guitarrista e compositor Quiure, lançado em abril deste ano. "Orgânico" teve seu primeiro passo concreto a partir do show "Magnetizado", realizado em agosto de 2014 no Espaço Cultural Sesc Boulevard. Após o sucesso de público no show do Sesc Boulevard, Quiure foi convidado a participar do 12º Suriname Jazz Festival, renomado festival que reúne artistas internacionais do cenário instrumental. Lá se apresentou em duas sessões, nos dias 24 e 26 de outubro, como artista representante da música brasileira. Desde então, o trabalho de "Orgânico" vem sido pensado e amadurecido cuidadosamente. Versáteis, as composições atraem pela variedade de estilos que Quiure experimentou e optou em sua carreira musical. Suas músicas são trilhas, analisa, acrescentando que mais queo desafio técnico, este trabalho pretende ser "acessível e contagiante".

A noite conta ainda com os DJs Black Soul Samba levando suas seleções aprofundadas e comprometidas com o que há de melhor na música black e brasileira dos anos 60 e 70, além de lançamentos de todo o mundo. Serviço Black Soul Samba homenageia Novos Baianos com Renata Del Pinho e Rande Frank Sexta-feira, 07 de outubro de 2016, a partir das 21h .

Local: Tábuas de Maré - Rua São Boaventura, 156, Cidade Velha, próximo a Avenida Tamandaré Ingressos: R$20,00 - com meia-entrada para estudantes Apoio: Culltura Studio e Eupatrocino Crowdfunding Informações gerais: (91) 98362 1793 Informações para imprensa: Danielle Franco::(91) 98425 6171 || 98190 9270