O show será comandando por Charles Andí e Banda. Antes o músico Pedro Vianna
abre a noite com seu espetáculo autoral Filosofia. Tudo a partir das nove da noite,
no Tábuas de Maré nesta sexta-feira, 2 de setembro.
Charles Andí leva ao palco do Tábuas de Marés diversos convidados para
homenagear um dos períodos mais criativos da carreira de Tim Maia, dentre eles
estão Janjão Rodrigues, Rodrigo Silva, Aline Coelho, Renata Del Pinho e Seninha.
Juntos eles interpretarão músicas icônicas como, Nação Cósmica, É preciso ler e
reler, do tão falado Racional Volume 3, lançado apenas em 2011, exatos 13 anos
após a morte do cantor.
Produzido na época em que Tim Maia pertenceu à seita espiritualista Cultura
Racional;, o disco ficou aguardando seu lançamento póstumo. Segundo o produtor
da Black Soul Samba, Uirá Seidl, ;com o relançamento do disco no exterior, os vinis
do Racional valem uma grana, muitos acham musicalmente a fase mais fértil dele,
abstraindo das pirações das letras, ele ficou limpo na época e a voz dele ficou
perfeita, afiadíssima, explica Uirá.
Tradição na Black Soul Samba, esta sétima edição do Tributo ao Síndico - como
são conhecidas as festas em homenagem à Tim Maia - tinha o dever de trazer esse
trabalho inédito. ;Faixas como ;I am Rational e ;O supermundo racional serão
apresentadas em primeira mão pelo Cantor Charles Andi e Amazônia Soul, em seu
retorno ao palco da Black, após o grande sucesso do show de 2014", ressalta Uirá.
A banda Amazônia Soul, de Charles Andí, tem ainda a missão de levar ao show
clássicos dos outros trabalhos da época racional de Tim, como O caminho do
Bem, Guiné Bissau Moçambique e Angola e ;Bom Senso.
Tendo realizado seu primeiro tributo ao Síndico em 2007 (em show realizado no Teatro Gasômetro),
Andí conta que teve ;um conhecimento melhor da fase do Racional Superior a qual
Tim maia havia ingressado na década de 70. Daí ouvi todas as músicas dessa fase,
que são os discos: Racional 1, 2 e o 3, diz o músico.
Além de Charles Andí na guitarra e voz, a banda conta ainda com Príamo Brandão
no contrabaixo, Cássio Lobato na Bateria e Nego Jó nos teclados e trombone.
Filosofia de Pedro Vianna abre a noite
O novo trabalho do músico Pedro Vianna, "Filosofia", terá seu pré-lançamento
também na noite desta sexta, 2 de setembro.
Investindo em experimentações musicais com samba, MPB, rock e música
eletrônica, "Filosofia" traz 9 faixas com produção musical de Leo Chermont e já está
disponível na plataforma Soundcloud. No show desta sexta, Pedro conta com o
próprio Leo nas guitarras, Rodrigo Camarão nos teclados, Lucas Estrela no
contrabaixo, Tom Salazar Cano no violão e Márcio Jardim na percusssão.
Filosofia começou a ser produzido em 2013 e só em meados de 2015 o álbum foi
finalizado. De acordo com Pedro tudo foi feito de forma bem despretensiosa, mas
com todo o cuidado necessário: “A princípio eu queria apenas registrar as canções
que eu vinha compondo a partir de experimentações na linguagem do samba”.
Quase todas as faixas do disco são autorais, em parceria com artistas como
Leandro Dias, Dudu Neves, Tom Salazar e Gustavo Rodrigues. Além de suas
próprias músicas, Pedro também gravou Dand M, Sérgio Sampaio e Noel Rosa, cuja
composição dá título ao trabalho. “O Noel é mais que uma referência musical, ele é
o grande cronista do samba, as canções dele são atemporais, ele consegue atingir
uma intensidade poética sem perder o humor e a ironia”, explica Pedro.
A noite de sexta, além de ser um grande tributo ao Síndico Tim Maia, é ainda mais
uma expoente vitrine para a música autoral paraense, aliando o peso positivo da
música brasileira trazida pelo coletivo de DJs que há sete anos dão uma roupagem
mais swingada à noite de Belém, incluindo a pesquisa e memória da musicalidade
negra e do Brasil.
Serviço
Tributo à Tim Maia - Especial Racional Volume 3 - na Black Soul Samba
Sexta, 2 de setembro de 2016, às 21h
Local: Tábuas de Maré - Rua São Boaventura, 156, Cidade Velha, próximo a Avenida
Tamandaré
Ingressos: R$20,00 - com meia-entrada para estudantes
Informações gerais: (91) 98362 1793
Informações para imprensa: Danielle Franco::(91) 98425 6171
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
Gigi Furtado em show homenagem ao aniversário de Caetano Veloso
Apresentação é nesta sexta, 12 de agosto, e conta ainda com participação da
banda Cactus ao Luar e dos DJs do coletivo Black Soul Samba.
Uma das mais tradicionais homenagens ao ícone da música popular
brasileira, Caetano Veloso, será realizada na próxima sexta-feira, 12, no Tábuas de
Maré.
Produzida pela Black Soul Samba, a festa é um grande tributo que tem à
frente a cantora Gigi Furtado, interpretando as canções de Caê em um show
denominado "Escândalo!". Além de Gigi e sua banda, Cavaleiros de Jorge, a noite
terá ainda show da banda Cactus ao Lua, fazendo sua estreia na BSS.
A versão 2016 do show homenagem terá composições das diversas fases
dos mais de 50 anos de carreira de Caetano Veloso, incluíndo sucessos de parcerias
com Rogério Duprat e Gilberto Gil, entre outros.
Um dos criadores do movimento tropicalista, Caetano Veloso tem mais de
quatro décadas de carreira e, entre outros títulos, foi eleito pela Revista Rolling
Stone como o quarto maior artista brasileiro de todos os tempos. Sua obra é
marcada pela inovação poética e renovação musical. Seu trabalho começou em
1965, ao acompanhar a irmã mais nova Maria Bethânia com as apresentações
nacionais do espetáculo Opinião.
No final da década de 60, em 1968, foi um dos
líderes do Tropicalismo, renovando o cenário musical brasileiro com o disco
"Tropicalia ou Panis et Circencis", incluindo diversos outros músicos como Tom Zé,
Gilberto Gil, Gal Costa, Torquato Neto e Os Mutantes.
Além da criação profunda, a carreira de Caetano também foi marcada pela
prisão e exílio durante o regime militar brasileiro, período que resultou em obras
como o álbum "Caetano Veloso", com canções em inglês, lançado em 71,
direcionado aos amigos e artistas que ficaram no Brasil. Retornou ao país em 1972,
quando lançou o disco Transa e em 1976 montou o grupo Doces Bárbaros, com
Maria Bethânia, Gal Costa e Gilberto Gil, influenciado pela temática hippie dos anos
1970 e lançando um disco com o qual saiu em turnê. Durante a década de 80
lançou os discos Outras Palavras, Cores, Nomes, Uns e Velô. Seu disco mais
recente é "Abraçaço", de 2012, com o qual saiu em turnê comemorativa de seus 70
anos.
Gigi Furtado a diva que traz Caê no coração
Educadora, atriz e cantora, com formação erudita, Gigi Furtado já
ministrou cursos de canto popular em algumas escolas de Belém, como a Academia
de Música e Tecnologia, Casa da Linguagem, e no projeto Escola Comunidade, de
descentralização do curso de música, pela Fundação Carlos Gomes, por três anos.
Com formação em canto lírico, Gigi participou de Master Class com Jô Ella Tod
(EUA), Ednéia Oliveira (MG), Carol Hill (EUA), dentre outros. Participou de diversas
óperas, dentre as quais Iara & Bug Jargal (Gama Malcher), La Boheme (G.
Pucinni), Madame Butterfly (G. Puccini), Dom Pasquale (G. Donizetti), La
Traviatta (G. Verdi), Rigoletto (G. Verdi). Com destaque para Gianni Schicchi, de
Puccini, na qual foi solista, em breve tournée pelo Pará, e Carmen, de Bizet. Em
2005, foi semifinalista do 2º Concurso Internacional de Canto Lírico Bidu Sayão,
terceiro lugar, em 2005, e segundo lugar em 2007 no Maracanto. Gigi também foi
premiada cantora revelação de 2011, no Baile dos Artistas. E em 2012 conquistou o
título de melhor intérprete do Festival da Música Brasileira da RBA.
Em 2015, Gigi realizou um dos maiores shows da Black Soul Samba, lotando
o Tábuas de Maré com o show homenagem à Caetano Veloso.~
Cactus Ao Luar - a revelação da música amazônica estreando na BSS
Ao som dos batuques e cordas, o grupo Cactus ao luar traz canções autorais
que nascem a partir do gosto pelo rito musical dos tambores e dos ritmos regionais
amazônicos, especialmente o carimbó, influenciados também pela música popular
brasileira, reggae, afoxé e ritmos nordestinos.
Com apenas seis meses de existência, a banda já participou de importantes
festivais em Belém, como o III Festival de Música Popular da Universidade Estadual
do Pará e o Woodstock Old e New Festival, que rendeu uma premiação como
banda revelação do evento.
Segundo seus integrantes, "a proposta do grupo é fazer o público imergir
sob uma atmosfera envolvente por cantigas e mensagens trovadas com o objetivo
de compartilhar a sua arte através da energia positiva que suas musicas trazem".
Pra completar a tradição, os DJs do Coletivo Black Soul Samba assumem as
pickups no início e final da festa, sempre com o melhor da música negra mundial e
suas influências na música brasileira.
Serviço
Gigi Furtado em show homenagem à Caetano Veloso na Black Soul Samba
Sexta, 12 de agosto de 2015, às 21h
Local: Tábuas de Maré - Rua São Boaventura, 156, Cidade Velha, próximo a
Avenida Tamandaré
Ingressos: R$20,00 - com meia-entrada para estudantes
Ingressos antecipados com 15 % de desconto no sitewww.meustickets.com
Apoio: Cultura Studio e Eupatrocino Crowdfunding.
Informações gerais: (91) 98362 1793
Informações para imprensa: Danielle Franco::(91) 98425 6171
banda Cactus ao Luar e dos DJs do coletivo Black Soul Samba.
Uma das mais tradicionais homenagens ao ícone da música popular
brasileira, Caetano Veloso, será realizada na próxima sexta-feira, 12, no Tábuas de
Maré.
Produzida pela Black Soul Samba, a festa é um grande tributo que tem à
frente a cantora Gigi Furtado, interpretando as canções de Caê em um show
denominado "Escândalo!". Além de Gigi e sua banda, Cavaleiros de Jorge, a noite
terá ainda show da banda Cactus ao Lua, fazendo sua estreia na BSS.
A versão 2016 do show homenagem terá composições das diversas fases
dos mais de 50 anos de carreira de Caetano Veloso, incluíndo sucessos de parcerias
com Rogério Duprat e Gilberto Gil, entre outros.
Um dos criadores do movimento tropicalista, Caetano Veloso tem mais de
quatro décadas de carreira e, entre outros títulos, foi eleito pela Revista Rolling
Stone como o quarto maior artista brasileiro de todos os tempos. Sua obra é
marcada pela inovação poética e renovação musical. Seu trabalho começou em
1965, ao acompanhar a irmã mais nova Maria Bethânia com as apresentações
nacionais do espetáculo Opinião.
No final da década de 60, em 1968, foi um dos
líderes do Tropicalismo, renovando o cenário musical brasileiro com o disco
"Tropicalia ou Panis et Circencis", incluindo diversos outros músicos como Tom Zé,
Gilberto Gil, Gal Costa, Torquato Neto e Os Mutantes.
Além da criação profunda, a carreira de Caetano também foi marcada pela
prisão e exílio durante o regime militar brasileiro, período que resultou em obras
como o álbum "Caetano Veloso", com canções em inglês, lançado em 71,
direcionado aos amigos e artistas que ficaram no Brasil. Retornou ao país em 1972,
quando lançou o disco Transa e em 1976 montou o grupo Doces Bárbaros, com
Maria Bethânia, Gal Costa e Gilberto Gil, influenciado pela temática hippie dos anos
1970 e lançando um disco com o qual saiu em turnê. Durante a década de 80
lançou os discos Outras Palavras, Cores, Nomes, Uns e Velô. Seu disco mais
recente é "Abraçaço", de 2012, com o qual saiu em turnê comemorativa de seus 70
anos.
Gigi Furtado a diva que traz Caê no coração
Educadora, atriz e cantora, com formação erudita, Gigi Furtado já
ministrou cursos de canto popular em algumas escolas de Belém, como a Academia
de Música e Tecnologia, Casa da Linguagem, e no projeto Escola Comunidade, de
descentralização do curso de música, pela Fundação Carlos Gomes, por três anos.
Com formação em canto lírico, Gigi participou de Master Class com Jô Ella Tod
(EUA), Ednéia Oliveira (MG), Carol Hill (EUA), dentre outros. Participou de diversas
óperas, dentre as quais Iara & Bug Jargal (Gama Malcher), La Boheme (G.
Pucinni), Madame Butterfly (G. Puccini), Dom Pasquale (G. Donizetti), La
Traviatta (G. Verdi), Rigoletto (G. Verdi). Com destaque para Gianni Schicchi, de
Puccini, na qual foi solista, em breve tournée pelo Pará, e Carmen, de Bizet. Em
2005, foi semifinalista do 2º Concurso Internacional de Canto Lírico Bidu Sayão,
terceiro lugar, em 2005, e segundo lugar em 2007 no Maracanto. Gigi também foi
premiada cantora revelação de 2011, no Baile dos Artistas. E em 2012 conquistou o
título de melhor intérprete do Festival da Música Brasileira da RBA.
Em 2015, Gigi realizou um dos maiores shows da Black Soul Samba, lotando
o Tábuas de Maré com o show homenagem à Caetano Veloso.~
Cactus Ao Luar - a revelação da música amazônica estreando na BSS
Ao som dos batuques e cordas, o grupo Cactus ao luar traz canções autorais
que nascem a partir do gosto pelo rito musical dos tambores e dos ritmos regionais
amazônicos, especialmente o carimbó, influenciados também pela música popular
brasileira, reggae, afoxé e ritmos nordestinos.
Com apenas seis meses de existência, a banda já participou de importantes
festivais em Belém, como o III Festival de Música Popular da Universidade Estadual
do Pará e o Woodstock Old e New Festival, que rendeu uma premiação como
banda revelação do evento.
Segundo seus integrantes, "a proposta do grupo é fazer o público imergir
sob uma atmosfera envolvente por cantigas e mensagens trovadas com o objetivo
de compartilhar a sua arte através da energia positiva que suas musicas trazem".
Pra completar a tradição, os DJs do Coletivo Black Soul Samba assumem as
pickups no início e final da festa, sempre com o melhor da música negra mundial e
suas influências na música brasileira.
Serviço
Gigi Furtado em show homenagem à Caetano Veloso na Black Soul Samba
Sexta, 12 de agosto de 2015, às 21h
Local: Tábuas de Maré - Rua São Boaventura, 156, Cidade Velha, próximo a
Avenida Tamandaré
Ingressos: R$20,00 - com meia-entrada para estudantes
Ingressos antecipados com 15 % de desconto no sitewww.meustickets.com
Apoio: Cultura Studio e Eupatrocino Crowdfunding.
Informações gerais: (91) 98362 1793
Informações para imprensa: Danielle Franco::(91) 98425 6171
quinta-feira, 16 de junho de 2016
Arraial da Black Soul faz homenagem inédita a Alceu Valença.
Nesta sexta-feira, 17, a Black Soul Samba realiza sua tradicional festa junina. Sempre homenageando um ícone do período, a edição de 2016 traz o pernambucano Alceu Valença como dono da festa que será comandada por Adílson Alcântara.
Músico, cantor, compositor, humorista e produtor cultural, o paraense Adílson Alcântara tem mais de 20 anos de carreira, numa tragetória que começou ainda 1990 quando grava uma damo-tape (faixa demonstrativa) da música " As Criancas Latinas" de Edir Gaya. Em 1998 Lançou o Seu 1 º Cd solo: "Tributo à Cidade Em Romaria". Em 2004 lançou CD "Cantar", Produzido por Nilson Chaves. Nesse meio tempo participou de vários CDS coletâneas Made in Pará I, Made in Pará II, Cantando Pelo social, a Festa de Boi no Céu, Festival de Música Popular Paraense, a Quinta Cultural do Banco da Amazônia e etc. Suas composições gravadas por outros Intérpretes Como: Olivar Barreto, Lucinha Bastos, Fabrício dos Anjos, Maria Lídia, Mahrco Monteiro, Nilson Chaves, Pinduca e muitos outros.
Para a festa da Black Soul Samba, Adílson diz ter preparado um show especial. "Cantar Alceu Valença, pra mim, é quase que uma coisa natural, já faz parte do meu repertório há muitos anos. E nesse momento mostrar mais da obra do Alceu é uma honra pra mim, vai ser muito importante porque é um show diferente, é um desafio, é uma coisa que tem que fazer com muita delicadeza porque tem que respeitar a obra de outro artista, pois quando você se propõe a fazer obra de outras pessoas é muito mais delicado, eu tô estudando muito, há dois meses que eu tô pensando e estudando, desde quando a Black fez o convite pra mim e estou preparado pra fazer um belo espetáculo", diz o músico.
Além de Alceu, o repertório do show de Adilson Alcântara terá ainda clássicos da quadra junina como Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Geraldo Azevedo e as próprias músicas do cantor. "Eu tenho um show chamado 'Festa Norte e Nordeste', que eu fazia com o Chiquinho do Acordeon, a gente fez cinco anos esse show e sempre cantando coisas do arraial, a quadra junina, cantando música paraense, misturando carimbó, merengue, zouk, então sempre foi festeiro e isso eu vou levar pra festa", garante ele.
Abertura ao som de Oura, de Allan Carvalho
Virando tradição, as festas do coletivo Black Soul Samba agora têm mais de um show, contando com uma abertura realizada por um convidado especial e que complementa o tema de cada noite. Para o Arraial Junino deste ano, a BSS convidou Allan Carvalho que levará seu recém lançado trabalho: Oura.
Gravado de forma independente, o álbum começou a ser concebido em 2010, entre produções com outros parceiros e projetos paralelos. O músico contou com a parceria de vários amigos que ele reuniu para participarem de sua estreia solo, além do apoio do selo Ná Music e da Rede Cultura de Comunicação. Nas etapas finais, “Oura” foi contemplado no Programa Seiva, da Fundação Cultural do Pará. “O CD traz esse ambiente coletivo, com muitas participações, o que o torna um resultado alegre, destinado ao amor em toda a sua diversidade”.
“Eu quis iniciar com a tradição de uma toda de boi-bumbá apontando para o futuro, pela singeleza dos meninos. Por isso os trouxe pro CD, de cara, na primeira canção. É uma forma política de entoar uma sonoridade tradicional no meio de uma de tendências descartáveis no mercado”, justifica Allan que tem na música reverências à Mestre Cardoso e ao Arraial do Pavulagem.
Além de Adílson Alcântara e Allan Carbalho, a noite da quadra junina da Black Soul Samba terá sets especiais dos DJs do Coletivo, trazendo a música brasileira e os folguedos juninos do Norte e Nordeste para o Tábuas de Marés, contando com a participação da DJ convidada: Ana Flor.
Allan Carvalho, Adílson Alcântara e homenagem à Alceu Valença na Black Soul Samba
Sexta-feira, 17 de junho de 2016, a partir das 21h
Local: Tábuas de Maré - Rua São Boaventura, 156, Cidade Velha, próximo a Avenida Tamandaré
Ingressos: R$20,00 - com meia-entrada para estudantes
Informações gerais: (91) 98362 1793
Informações para imprensa: Danielle Franco::(91) 98425 6171 || 98190 9270
quarta-feira, 1 de junho de 2016
"Mutantes" e "Secos & Molhados" em tributo com Rande Frank e Renata Del Pinho na Black Soul Samba
Bandas ícones dos anos 70 fazem o repertório do show desta sexta, 3 de
junho, na Black Soul Samba. Clássicos do grupo serão interpretados pelos
músicos Rande Frank e Renata Del Pinho. A noite conta ainda com abertura do
músico Augusto Hijo.
Nesta sexta-feira, dia 3, a Black Soul Samba realiza
mais uma edição de suas festas em tributo à ícones da música brasileira. Desta
vez as homenagens são para os iconoclásticos dos "Secos & Molhados"
e os "Mutantes. As duas importantes bandas estão no repertório dos
cantores Rande Frank e Renata Del Pinho, repetindo uma parceria já concretizada
a partir tributos anteriores como ao Clube da Esquina e Novos Baianos.
Considerados grupos fundamentais para a
contra-cultura brasileira, Secos & Molhados e Mutantes são reverenciados
até hoje em todo o mundo e tem seu legado como sendo fonte de inspiração para
diversos artistas brasileiros contemporâneos. Formada pelo trio Gerson Conrad, João Ricardo
e Ney Matogrosso, os Secos & Molhados lançou apenas dois álbuns (com a
formação original), e apesar disso, conseguiram alçar suas músicas aos postos
das grandes canções da música brasileira, devido à um trabalho de intensa
poesia, psicodolia, rock e diversas referências da língua e cultura portuguesa.
Já os Mutantes, liderados pelos irmãos Sérgio e
Arnaldo Baptista, estão no patamar de maior banda de rock do Brasil. Além dos
irmãos, o grupo tinha ainda a cantora Rita Lee, que assim como Ney Matogrosso,
seguiu uma fértil carreira solo após o fim da banda.
Segundo a cantora Renata Del Pinho, "o
repertório foi escolhido por todos nós da banda e priorizamos os maiores
sucessos, com algumas surpresas lado B pelo meio. Eu e Rande vamos cantar a
maioria das canções juntos, pois há muitos vocais", adianta. Dentre os
sucessos estão "Assim Assado", "Amor, O Vira", "O
Patrão Nosso de Cada Dia", sendo que "esta vou cantar e tocar sozinha
no violão, acho vai ser um momento bem emocionante", destaca Del Pinho.
Rande Frank explica que esta é sua primeira vez num
tributo para os Mutantes e os Secos & Molhado e ainda as duas bandas juntas
num mesmo show, mas que "praticamente temos a mesma missão que nas outras
festas da black: fazer a plateia cantar e dancer juntos", garante.
"Revesaremos as canções de cada banda no palco. O repertório tá
lindo", conta entusiasmado.
Acompanhando os cantores, estão os músicos Mario
Renan na bateria, Maurício Panzera no baixo e Guibson Landim na guitarra em
pouco mais de uma hora e meia de show. Além das canções já citadas
anteriormente, o público pode aguardar ainda as clássicas "Sangue Latino",
"Primavera nos Dentes", "Pannis et Circenses", "Ando
Meio Desligado", "Não Vá Se Perder Por Aí", "Baby" e "Top
Top", além de outras surpresas.
Augusto
Hijo na abertura da festa
O Show de Abertura é do cantor e compositor Augusto
Hijo, que aporta na Black Soul Samba com 27 anos de carreira musical, já tendo
lançado 8 álbuns, sendo um solo, intitulado "Caso de amor".
Acumulando 23 prêmios musicais, Augusto Hijo mostrará suas novas composições,
incluindo a já conhecida na programação local: "Liamba", dentre
outras dessa nova fase de sua carreira.
A festa é liderada e comandada desde 21 horas pelos
Dj´s Black Soul Samba, com set´s repletos de brasilidade.
Renata Del Pinho garante que o show será bem
especial e cheio de sintonia com as bandas homenageadas e o público. "Tô
com uma enorme expectativa pra esse show, porquê eu amo a vibe da Black, me identifico muito com a festa. Tava com muita
saudade de cantar pra esse público que é ímpar, tem uma energia dieferente,
parece que a galera se entrega mesmo pro som, e eu me entrego junto também",
finaliza Del Pinho.
Serviço
Homenagem aos
Mutantes e Secos & Molhados com Rande Frank e Renata Del Pinho na Black
Soul Samba
Sexta-feira, 3 de junho de 2016, a partir das 21h
Local: Tábuas de Maré - Rua São Boaventura, 156, Cidade
Velha, próximo a Avenida Tamandaré
Ingressos: R$20,00 - com meia-entrada para estudantes
Informações gerais:
(91) 98362 1793
Informações para
imprensa: Danielle Franco::(91) 98425 6171
terça-feira, 3 de maio de 2016
Sambas de Chico Buarque com Marcelo Sirotheau na Black Soul Samba
Principais fases da carreira do compositor carioca serão interpretados por Marcelo Sirotheau na Black Soul Samba da próxima sexta, 6 de maio de 2016. A noite conta ainda com abertura do músico João da Hora. Tudo a partir das 21h no Tábuas de Maré.
Intitulado "Os Sambas de Chico Buarque", o próximo show da Black Soul Samba traz de volta o músico Marcelo Sirotheau, após duas apresentações memoráveis nas festas do coletivo. " A Rita", "Quem te viu, quem te Vê", "Acorda Amor", "
De acordo com Sirotheau, o grande diferencial deste show é exatamente o fato de ser um repertório exclusivo com os sambas de Chico Buarque. "Nos outros shows eu cantei diversos gêneros de canções do Chico e nesse serão só os sambas. Então, vai ser um show pra levantar poeira", garante.
Com uma banda formada por Nei, no baixo; Pedrinho Callado, na guitarra e vocais; e Duda Silva na bateria, o show "Os Sambas de Chico Buarque" terá ainda versões dos próprios músicos para músicas como "Cotidiano", que recebeu uma levada de samba-funk. O show de Sitotheu terá ainda a participação especial da cantora Patrícia Rabelo.
Abertura com show de João da Hora traz mais sambas
Além de Chico Buarque, a noite conta ainda com show de abertura do músico João da Hora que terá sambas que passam por João Nogueira, Toninho Nascimento e levadas de afoxé de compositores como Carlinhos Brown e Novos Baianos.
Com cinco anos de carreira, João da Hora será acompanhado Nonato Mendes nas cordas, João Paulo Pires na bateria e Ney Trindade no baixo. Participando pela segunda vez de uma edição da Black Soul Samba, João acredita que esta participação será completamente dançante, no clima festivo característico da BSS. “Vou preparar o terreno para a apoteose que será o show do Chico interpretado pelo Marcelo”, afirma o sambista.
Entre os shows e no encerramento da festa estão os DJs Black Soul Samba, levando o melhor da soul music e da música brasileira.
Serviço
Show homenagem a Chico Buarque com Marcelo Sirotheau
Sexta-feira, 6 de maio de 2016, a partir das 21h
Local: Tábuas de Maré - Rua São Boaventura, 156, Cidade Velha, próximo a Avenida Tamandaré
Ingressos: R$20,00 - com meia-entrada para estudantes
Informações gerais: (91) 98362 1793
Informações para imprensa: Danielle Franco::(91) 98425 6171
Samba do Grande Amor", "Vai Passar", "Injuriado" e vários outros estão no repertório que faz um apanhado da carreira do músico a partir da década de 60.
Intitulado "Os Sambas de Chico Buarque", o próximo show da Black Soul Samba traz de volta o músico Marcelo Sirotheau, após duas apresentações memoráveis nas festas do coletivo. " A Rita", "Quem te viu, quem te Vê", "Acorda Amor", "
De acordo com Sirotheau, o grande diferencial deste show é exatamente o fato de ser um repertório exclusivo com os sambas de Chico Buarque. "Nos outros shows eu cantei diversos gêneros de canções do Chico e nesse serão só os sambas. Então, vai ser um show pra levantar poeira", garante.
Com uma banda formada por Nei, no baixo; Pedrinho Callado, na guitarra e vocais; e Duda Silva na bateria, o show "Os Sambas de Chico Buarque" terá ainda versões dos próprios músicos para músicas como "Cotidiano", que recebeu uma levada de samba-funk. O show de Sitotheu terá ainda a participação especial da cantora Patrícia Rabelo.
Abertura com show de João da Hora traz mais sambas
Além de Chico Buarque, a noite conta ainda com show de abertura do músico João da Hora que terá sambas que passam por João Nogueira, Toninho Nascimento e levadas de afoxé de compositores como Carlinhos Brown e Novos Baianos.
Com cinco anos de carreira, João da Hora será acompanhado Nonato Mendes nas cordas, João Paulo Pires na bateria e Ney Trindade no baixo. Participando pela segunda vez de uma edição da Black Soul Samba, João acredita que esta participação será completamente dançante, no clima festivo característico da BSS. “Vou preparar o terreno para a apoteose que será o show do Chico interpretado pelo Marcelo”, afirma o sambista.
Entre os shows e no encerramento da festa estão os DJs Black Soul Samba, levando o melhor da soul music e da música brasileira.
Serviço
Show homenagem a Chico Buarque com Marcelo Sirotheau
Sexta-feira, 6 de maio de 2016, a partir das 21h
Local: Tábuas de Maré - Rua São Boaventura, 156, Cidade Velha, próximo a Avenida Tamandaré
Ingressos: R$20,00 - com meia-entrada para estudantes
Informações gerais: (91) 98362 1793
Informações para imprensa: Danielle Franco::(91) 98425 6171
Samba do Grande Amor", "Vai Passar", "Injuriado" e vários outros estão no repertório que faz um apanhado da carreira do músico a partir da década de 60.
quinta-feira, 7 de abril de 2016
Black Soul Samba apresenta Geléia Geral !
Renato Torres, Joelma Kláudia e Olivar Barreto empunham o clima e ritmo setentista em show no próximo dia 8. A noite também tem show de abertura com o grupo Casa de Folha.
O movimento que revolucionou a estética cultural do país, a Tropicália recebe homenagem nesta próxima sexta-feira, dia 8. O show Geléia Geral terá canções como Mamãe Coragem (de Caetano Veloso), Desculpe Baby (Mutantes), Domingo do Parque (Gilberto Gil) e 2001 (Tom Zé e Mutantes), dentre outros clássicos que fizeram com que o movimento mudasse a música brasileira após os seus quase 50 anos de inaugurado.
Iniciado em 2013 para apresentação após a exibição do filme "Tropicália", de Marcelo Machado, o Projeto Tropicália tem os cantores, Renato Torres, Joelma Kláudia e Olivar Barreto compondo o que Torres define como tessitura vocal, acompanhandos por Príamo Brandão no baixo, Jó Ribeiro nos teclados, André Macleuri na bateria e o próprio Renato Torres na guitarra.
Cada canção do show foi eleita de acordo com sua importância história e seu significado para um dos integrantes do grupo. Renato afirma que o movimento tropicalista acaba influenciando a todos, pois é um dos movimentos basilares da música e da identidade cultural brasileira. "Particularmente, considero o senso experimental um de seus maiores legados, junto às revoluções da Semana de 22, do Modernismo como um todo, e do Manifesto Antropofágico de Oswald de Andrade, a Tropicália nos liberta de diversas maneiras, coloca grandes doses de humor e auto-ironia - o que se tornou uma das marcas visíveis do modus vivendi brasileiro - e, junto à revolução da Bossa Nova (o primeiro pilar da música brasileira) nos projetou no cenário mundial", explica Renato.
O músico ressalta ainda que o movimento influencia todo o seu trabalho, refletido na escolha livre de temas, no experimentalismo, na inventividade e também na constante pesquisa.
Casa de Folha abre a noite de Geléia Geral
Quem também bebe da Tropicália é o grupo paraense Casa de Folha, que abre a noite "Geléia Geral" da Black Soul Samba desta sexta. Nascida em Belém, em 2011, a banda conta com um EP gravado, Bangalô, com quatro faixas, gravado e produzido no Guamundo Home Studio, dirigido por Renato Torres.
Formada por Thais Ribeiro - vocal, Jassar Protázio - baixo, Ismael Rodrigues - Percussão e André Butter - violão, a banda conta ainda com JP Cavalcante - percussão e Daniel Serrão - sax/teclado, em participações esporádicas. Segundo André, o grupo bebe muito da Tropicália, especialmente em relação "à permissividade de experimentações de timbres dobrar as pulsações e dizer muito sem explicar tanto", diz.
Com uma estética regional como base, o grupo se define como sendo de "música brasileira", que flerta com o máximo possível de sonoridades, "mas no nosso "rg" fica um paraense bem nítida, com teus seus sotaques e batuques", afirma André Butter.
Para o show do dia 8, o grupo conta que vai apresentar o EP Bangalô completo e também canções e músicas que influenciam o Casa de Folha. "Deve ser um show de pulsação alta e uma pegada forte! É a nossa primeira Black e uma honra imensa em abrir pro Renato e Joelma. Vai ser uma noite sensacional!", entusiasma-se.
Além dos shows a noite também contará com os DJs da Black Soul Samba, colocando diversas canções do movimento tropicalistas e artistas influenciados pela Tropicália. Renato Torres garante ainda que canções expoentes como Panis et Circenses (de Caetano Veloso e Gilberto Gil), Baby (Caetano Veloso), Domingo no Parque (Gilberto Gil), Bat Macumba (Caetano e Gil), Não Identificado (Caetano) e a própria Tropicália (Caetano Veloso), serão evocadas na noite da Geléia Geral.
Serviço
Geléia Geral - Show com Renato Torres, Joelma Kláudia e Olivar Barreto em homenagem à Tropicália na Black Soul Samba
Sexta-feira, 8 de abril de 2015, a partir das 21h
Local: Tábuas de Maré - Rua São Boaventura, 156, Cidade Velha, próximo a Avenida Tamandaré
Ingressos: R$20,00 - com meia-entrada para estudantes
Informações gerais: (91) 98362 1793
quinta-feira, 3 de março de 2016
Homenagem à Jorge Ben Jor na volta da Black Soul Samba
Retomando as atividades depois do recesso do início de ano, o Coletivo Black Soul Samba inicia 2016 trazendo o som de Jorge Ben Jor para o Tábuas de Marés. Com dois shows, do grupo Café Expresso e do músico Roguesi, a noite será de comemoração aos 40 anos do álbum "África Brasil", lançado por Ben Jor em 1976.
Nesta sexta-feira, 4 de março, o Coletivo Black Soul Samba reinicia suas atividades anuais. Chegando ao sexto ano de atividades, a BSS abre o mês de março com uma dupla homenagem ao carioca Jorge Ben Jor, que em 1976 lançou o 14º álbum de sua carreira: "África Brasil", considerado pela crítica com um dos mais significativos discos de música brasileira por consolidar em sua carreira a fusão de gêneros musicais e de técnicas de composição entre a música afro-brasileira e a música pop negra dos EUA.
Destacado pela Revista Rolling Stone Brasil como um dos 100 mais importantes álbuns da música brasileira, "África Brasil" tem clássicos como "Xica da Silva" e "Taj Mahal", presentes no imagiário coletivo Brasil adentro. Em seu lançamento, foram vendidas 60 mil cópias do álbum que se tornou um dos discos mais celebrados pela crítica.
Para o site especializado Allmusic, a fusão musical do álbum produziu "um dos sons mais fascinantes já gravados no Brasil". Já no livro 1001 Albums You Must Hear Before You Die, o álbum é descrito como uma espécie de "manifesto do soul carioca", que combina o melhor de James Brown e Sly Stone.
Organizado e produzido pelo músico Charles Gavin em 2002, a gravadora Universal (detentora do catálogo da antiga Philips) relançou o álbum em versão remasterizada no formato CD. Naquele mesmo ano, foi escolhido como um dos 50 álbuns mais legais do mundo pela revista Rolling Stone, sendo o único disco brasileiro da lista.
Quem sobe ao palco para interpretar o clássico álbum é o cantor Roguesi. Presente em diversas outras homenagens realizadas pela Black Soul Samba, Roguesi será responsável em levar ao Tábuas de Maré toda a musicalidade ímpar de "África Brasil".
Mas não é só, antes a festa será aberta com o grupo "Café Expresso". Recém criado, o grupo é formado por Caio Almeida, Davi Million e Marlon Serra, todos vocalistas que se apresentam com bases eletrônicas. Seu trabalho autoral tem forte influência da musicalidade de Ben Jor,
A noite ainda será comandada pelos Dj´s Black Soul Samba, que levam toda a brasilidade da música em canções de todas as fases de Jorge, desde o início como Jorge Ben, até a chegada de Jorge Ben Jor, incluindo ainda diversos nomes importantes no estilo, como Trio Mocotó, Bebeto e Simonal e também novos nomes como Seu Jorge e Clube do Balanço.
Serviço
Homenagem aos 40 anos do disco África Brasil de Jorge Ben Jor na Black Soul Samba - Com Roguesi e Café Expresso,
4 de março de 2016, a partir das 21h
Local: Tábuas de Maré - Rua São Boaventura, 156, Cidade Velha, próximo a Avenida Tamandaré
Ingressos: R$20,00 - com meia-entrada para estudantes
Informações gerais: (91) 98362 1793
Informações para imprensa: Danielle Franco::(91) 98425 6171
Assinar:
Postagens (Atom)




















