quinta-feira, 16 de junho de 2016

Arraial da Black Soul faz homenagem inédita a Alceu Valença.

Nesta sexta-feira, 17, a Black Soul Samba realiza sua tradicional festa junina. Sempre homenageando um ícone do período, a edição de 2016 traz o pernambucano Alceu Valença como dono da festa que será comandada por Adílson Alcântara.
Músico, cantor, compositor, humorista e produtor cultural, o paraense Adílson Alcântara tem mais de 20 anos de carreira, numa tragetória que começou ainda 1990 quando grava uma damo-tape (faixa demonstrativa) da música " As Criancas Latinas" de Edir Gaya. Em 1998 Lançou o Seu 1 º Cd solo: "Tributo à Cidade Em Romaria". Em 2004 lançou CD "Cantar", Produzido por Nilson Chaves. Nesse meio tempo participou  de vários CDS coletâneas Made in Pará I, Made in Pará II, Cantando Pelo social, a Festa de Boi no Céu, Festival de Música Popular Paraense, a Quinta Cultural do Banco da Amazônia e etc. Suas composições gravadas por outros Intérpretes Como: Olivar Barreto, Lucinha Bastos, Fabrício dos Anjos, Maria Lídia, Mahrco Monteiro, Nilson Chaves, Pinduca e muitos outros.
Para a festa da Black Soul Samba, Adílson diz ter preparado um show especial. "Cantar Alceu Valença, pra mim, é quase que uma coisa natural, já faz parte do meu repertório há muitos anos. E nesse momento mostrar mais da obra do Alceu é uma honra pra mim, vai ser muito importante porque é um show diferente, é um desafio, é uma coisa que tem que fazer com muita delicadeza porque tem que respeitar a obra de outro artista, pois quando você se propõe a fazer obra de outras pessoas é muito mais delicado, eu tô estudando muito, há dois meses que eu tô pensando e estudando, desde quando a Black fez o convite pra mim e estou preparado pra fazer um belo espetáculo", diz o músico.
Além de Alceu, o repertório do show de Adilson Alcântara terá ainda clássicos da quadra junina como Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Geraldo Azevedo e as próprias músicas do cantor. "Eu tenho um show chamado 'Festa Norte e Nordeste', que eu fazia com o Chiquinho do Acordeon, a gente fez cinco anos esse show e sempre cantando coisas do arraial, a quadra junina, cantando música paraense, misturando carimbó, merengue, zouk, então sempre foi festeiro e isso eu vou levar pra festa", garante ele.

Abertura ao som de Oura, de Allan Carvalho

Virando tradição, as festas do coletivo Black Soul Samba agora têm mais de um show, contando com uma abertura realizada por um convidado especial e que complementa o tema de cada noite. Para o Arraial Junino deste ano, a BSS convidou Allan Carvalho que levará seu recém lançado trabalho: Oura.
         Gravado de forma independente, o álbum começou a ser concebido em 2010, entre produções com outros parceiros e projetos paralelos. O músico contou com a parceria de vários amigos que ele reuniu para participarem de sua estreia solo, além do apoio do selo Ná Music e da Rede Cultura de Comunicação. Nas etapas finais, “Oura” foi contemplado no Programa Seiva, da Fundação Cultural do Pará. “O CD traz esse ambiente coletivo, com muitas participações, o que o torna um resultado alegre, destinado ao amor em toda a sua diversidade”.
        
         “Eu quis iniciar com a tradição de uma toda de boi-bumbá apontando para o futuro, pela singeleza dos meninos. Por isso os trouxe pro CD, de cara, na primeira canção. É uma forma política de entoar uma sonoridade tradicional no meio de uma de tendências descartáveis no mercado”, justifica Allan que tem na música reverências à Mestre Cardoso e ao Arraial do Pavulagem.

         Além de Adílson Alcântara e Allan Carbalho, a noite da quadra junina da Black Soul Samba terá sets especiais dos DJs do Coletivo, trazendo a música brasileira e os folguedos juninos do Norte e Nordeste para o Tábuas de Marés, contando com a participação da DJ convidada: Ana Flor.






Allan Carvalho, Adílson Alcântara e homenagem à Alceu Valença na Black Soul Samba
Sexta-feira, 17 de junho de 2016, a partir das 21h
Local: Tábuas de Maré - Rua São Boaventura, 156, Cidade Velha, próximo a Avenida Tamandaré
Ingressos: R$20,00 - com meia-entrada para estudantes

Informações gerais: (91) 98362 1793
Informações para imprensa: Danielle Franco::(91) 98425 6171 || 98190 9270

quarta-feira, 1 de junho de 2016

"Mutantes" e "Secos & Molhados" em tributo com Rande Frank e Renata Del Pinho na Black Soul Samba






Bandas ícones dos anos 70 fazem o repertório do show desta sexta, 3 de junho, na Black Soul Samba. Clássicos do grupo serão interpretados pelos músicos Rande Frank e Renata Del Pinho. A noite conta ainda com abertura do músico Augusto Hijo.

Nesta sexta-feira, dia 3, a Black Soul Samba realiza mais uma edição de suas festas em tributo à ícones da música brasileira. Desta vez as homenagens são para os iconoclásticos dos "Secos & Molhados" e os "Mutantes. As duas importantes bandas estão no repertório dos cantores Rande Frank e Renata Del Pinho, repetindo uma parceria já concretizada a partir tributos anteriores como ao Clube da Esquina e Novos Baianos.

Considerados grupos fundamentais para a contra-cultura brasileira, Secos & Molhados e Mutantes são reverenciados até hoje em todo o mundo e tem seu legado como sendo fonte de inspiração para diversos artistas brasileiros contemporâneos.  Formada pelo trio Gerson Conrad, João Ricardo e Ney Matogrosso, os Secos & Molhados lançou apenas dois álbuns (com a formação original), e apesar disso, conseguiram alçar suas músicas aos postos das grandes canções da música brasileira, devido à um trabalho de intensa poesia, psicodolia, rock e diversas referências da língua e cultura portuguesa.

Já os Mutantes, liderados pelos irmãos Sérgio e Arnaldo Baptista, estão no patamar de maior banda de rock do Brasil. Além dos irmãos, o grupo tinha ainda a cantora Rita Lee, que assim como Ney Matogrosso, seguiu uma fértil carreira solo após o fim da banda.

Segundo a cantora Renata Del Pinho, "o repertório foi escolhido por todos nós da banda e priorizamos os maiores sucessos, com algumas surpresas lado B pelo meio. Eu e Rande vamos cantar a maioria das canções juntos, pois há muitos vocais", adianta. Dentre os sucessos estão "Assim Assado", "Amor, O Vira", "O Patrão Nosso de Cada Dia", sendo que "esta vou cantar e tocar sozinha no violão, acho vai ser um momento bem emocionante", destaca Del Pinho.

Rande Frank explica que esta é sua primeira vez num tributo para os Mutantes e os Secos & Molhado e ainda as duas bandas juntas num mesmo show, mas que "praticamente temos a mesma missão que nas outras festas da black: fazer a plateia cantar e dancer juntos", garante. "Revesaremos as canções de cada banda no palco. O repertório tá lindo", conta entusiasmado.

Acompanhando os cantores, estão os músicos Mario Renan na bateria, Maurício Panzera no baixo e Guibson Landim na guitarra em pouco mais de uma hora e meia de show. Além das canções já citadas anteriormente, o público pode aguardar ainda as clássicas "Sangue Latino", "Primavera nos Dentes", "Pannis et Circenses", "Ando Meio Desligado", "Não Vá Se Perder Por Aí", "Baby" e "Top Top", além de outras surpresas.

Augusto Hijo na abertura da festa

O Show de Abertura é do cantor e compositor Augusto Hijo, que aporta na Black Soul Samba com 27 anos de carreira musical, já tendo lançado 8 álbuns, sendo um solo, intitulado "Caso de amor". Acumulando 23 prêmios musicais, Augusto Hijo mostrará suas novas composições, incluindo a já conhecida na programação local: "Liamba", dentre outras dessa nova fase de sua carreira.

A festa é liderada e comandada desde 21 horas pelos Dj´s Black Soul Samba, com set´s repletos de brasilidade.

Renata Del Pinho garante que o show será bem especial e cheio de sintonia com as bandas homenageadas e o público. "Tô com uma enorme expectativa pra esse show, porquê eu amo a vibe da Black, me identifico muito com a festa. Tava com muita saudade de cantar pra esse público que é ímpar, tem uma energia dieferente, parece que a galera se entrega mesmo pro som, e eu me entrego junto também", finaliza Del Pinho.

Serviço
Homenagem aos Mutantes e Secos & Molhados com Rande Frank e Renata Del Pinho na Black Soul Samba
Sexta-feira, 3 de junho de 2016, a partir das 21h
Local: Tábuas de Maré - Rua São Boaventura, 156, Cidade Velha, próximo a Avenida Tamandaré
Ingressos: R$20,00 - com meia-entrada para estudantes
Informações gerais: (91) 98362 1793

Informações para imprensa: Danielle Franco::(91) 98425 6171

terça-feira, 3 de maio de 2016

Sambas de Chico Buarque com Marcelo Sirotheau na Black Soul Samba

Principais fases da carreira do compositor carioca serão interpretados por Marcelo Sirotheau na Black Soul Samba da próxima sexta, 6 de maio de 2016. A noite conta ainda com abertura do músico João da Hora. Tudo a partir das 21h no Tábuas de Maré.


Intitulado "Os Sambas de Chico Buarque", o próximo show da Black Soul Samba traz de volta o músico Marcelo Sirotheau, após duas apresentações memoráveis nas festas do coletivo. " A Rita", "Quem te viu, quem te Vê", "Acorda Amor", "

De acordo com Sirotheau, o grande diferencial deste show é exatamente o fato de ser um repertório exclusivo com os sambas de Chico Buarque. "Nos outros shows eu cantei diversos gêneros de canções do Chico e nesse serão só os sambas. Então, vai ser um show pra levantar poeira", garante.

Com uma banda formada por Nei, no baixo; Pedrinho Callado, na guitarra e vocais; e Duda Silva na bateria, o show "Os Sambas de Chico Buarque" terá ainda versões dos próprios músicos para músicas como "Cotidiano", que recebeu uma levada de samba-funk. O show de Sitotheu terá ainda a participação especial da cantora Patrícia Rabelo.

Abertura com show de João da Hora traz mais sambas
Além de Chico Buarque, a noite conta ainda com show de abertura do músico João da Hora que terá sambas que passam por João Nogueira, Toninho Nascimento e levadas de afoxé de compositores como Carlinhos Brown e Novos Baianos.
Com cinco anos de carreira, João da Hora será acompanhado Nonato Mendes nas cordas, João Paulo Pires na bateria e Ney Trindade no baixo. Participando pela segunda vez de uma edição da Black Soul Samba, João acredita que esta participação será completamente dançante, no clima festivo característico da BSS. “Vou preparar o terreno para a apoteose que será o show do Chico interpretado pelo Marcelo”, afirma o sambista.
Entre os shows e no encerramento da festa estão os DJs Black Soul Samba, levando o melhor da soul music e da música brasileira.


Serviço
Show homenagem a Chico Buarque com Marcelo Sirotheau
Sexta-feira,  6 de maio de 2016, a partir das 21h
Local: Tábuas de Maré - Rua São Boaventura, 156, Cidade Velha, próximo a Avenida Tamandaré
Ingressos: R$20,00 - com meia-entrada para estudantes
Informações gerais: (91) 98362 1793
Informações para imprensa: Danielle Franco::(91) 98425 6171



Samba do Grande Amor", "Vai Passar", "Injuriado" e vários outros estão no repertório que faz um apanhado da carreira do músico a partir da década de 60.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Black Soul Samba apresenta Geléia Geral !

Renato Torres, Joelma Kláudia Olivar Barreto empunham o clima e ritmo setentista em show no próximo dia 8. A noite também tem show de abertura com o grupo Casa de Folha.

O movimento que revolucionou a estética cultural do país, a Tropicália recebe homenagem nesta próxima sexta-feira, dia 8. O show Geléia Geral terá canções como Mamãe Coragem (de Caetano Veloso), Desculpe Baby (Mutantes), Domingo do Parque (Gilberto Gil) e 2001 (Tom Zé e Mutantes), dentre outros clássicos que fizeram com que o movimento mudasse a música brasileira após os seus quase 50 anos de inaugurado.

Iniciado em 2013 para apresentação após a exibição do filme "Tropicália", de Marcelo Machado, o Projeto Tropicália tem os cantores, Renato Torres, Joelma Kláudia e Olivar Barreto compondo o que Torres define como tessitura vocal, acompanhandos por Príamo Brandão no baixo, Jó Ribeiro nos teclados, André Macleuri na bateria e o próprio Renato Torres na guitarra.

Cada canção do show foi eleita de acordo com sua importância história e seu significado para um dos integrantes do grupo. Renato afirma que o movimento tropicalista acaba influenciando a todos, pois é um dos movimentos basilares da música e da identidade cultural brasileira. "Particularmente, considero o senso experimental um de seus maiores legados, junto às revoluções da Semana de 22, do Modernismo como um todo, e do Manifesto Antropofágico de Oswald de Andrade,  a Tropicália nos liberta de diversas maneiras, coloca grandes doses de humor e auto-ironia - o que se tornou uma das marcas visíveis do modus vivendi brasileiro - e, junto à revolução da Bossa Nova (o primeiro pilar da música brasileira) nos projetou no cenário mundial", explica Renato.

O músico ressalta ainda que o movimento influencia todo o seu trabalho, refletido na escolha livre de temas, no experimentalismo, na inventividade e também na constante pesquisa.

Casa de Folha abre a noite de Geléia Geral



Quem também bebe da Tropicália é o grupo paraense Casa de Folha, que abre a noite "Geléia Geral" da Black Soul Samba desta sexta. Nascida em Belém, em 2011, a banda conta com um EP gravado, Bangalô, com quatro faixas, gravado e produzido no Guamundo Home Studio, dirigido por Renato Torres.

Formada por Thais Ribeiro - vocal, Jassar Protázio - baixo, Ismael Rodrigues - Percussão e André Butter - violão, a banda conta ainda com JP Cavalcante - percussão e Daniel Serrão - sax/teclado, em participações esporádicas. Segundo André, o grupo bebe muito da Tropicália, especialmente em relação "à permissividade de experimentações de timbres dobrar as pulsações e dizer muito sem explicar tanto", diz.

Com uma estética regional como base, o grupo se define como sendo de "música brasileira", que flerta com o máximo possível de sonoridades, "mas no nosso "rg" fica um paraense bem nítida, com teus seus sotaques e batuques", afirma André Butter.

Para o show do dia 8, o grupo conta que vai apresentar o EP Bangalô completo e também canções e músicas que influenciam o Casa de Folha. "Deve ser um show de pulsação alta e uma pegada forte!  É a nossa primeira Black e uma honra imensa em abrir pro Renato e Joelma. Vai ser uma noite sensacional!", entusiasma-se.

Além dos shows a noite também contará com os DJs da Black Soul Samba, colocando diversas canções do movimento tropicalistas e artistas influenciados pela Tropicália. Renato Torres garante ainda que canções expoentes como Panis et Circenses (de Caetano Veloso e Gilberto Gil), Baby (Caetano Veloso), Domingo no Parque (Gilberto Gil), Bat Macumba (Caetano e Gil), Não Identificado (Caetano) e a própria Tropicália (Caetano Veloso), serão evocadas na noite da Geléia Geral.

Serviço
Geléia Geral - Show com Renato Torres, Joelma Kláudia e Olivar Barreto em homenagem à Tropicália na Black Soul Samba
Sexta-feira, 8 de abril de 2015, a partir das 21h
Local: Tábuas de Maré - Rua São Boaventura, 156, Cidade Velha, próximo a Avenida Tamandaré
Ingressos: R$20,00 - com meia-entrada para estudantes
Informações gerais: (91) 98362 1793

quinta-feira, 3 de março de 2016

Homenagem à Jorge Ben Jor na volta da Black Soul Samba

Retomando as atividades depois do recesso do início de ano, o Coletivo Black Soul Samba inicia 2016 trazendo o som de Jorge Ben Jor para o Tábuas de Marés. Com dois shows, do grupo Café Expresso e do músico Roguesi, a noite será de comemoração aos 40 anos do álbum "África Brasil", lançado por Ben Jor em 1976.

Nesta sexta-feira, 4 de março, o Coletivo Black Soul Samba reinicia suas atividades anuais. Chegando ao sexto ano de atividades, a BSS abre o mês de março com uma dupla homenagem ao carioca Jorge Ben Jor, que em 1976 lançou o 14º álbum de sua carreira: "África Brasil", considerado pela crítica com um dos mais significativos discos de música brasileira por consolidar em sua carreira a fusão de gêneros musicais e de técnicas de composição entre a música afro-brasileira e a música pop negra dos EUA.

Destacado pela Revista Rolling Stone Brasil como um dos 100 mais importantes álbuns da música brasileira, "África Brasil" tem clássicos como "Xica da Silva" e "Taj Mahal", presentes no imagiário coletivo Brasil adentro. Em seu lançamento, foram vendidas 60 mil cópias do álbum que se tornou um dos discos mais celebrados pela crítica.

Para o site especializado Allmusic, a fusão musical do álbum produziu "um dos sons mais fascinantes já gravados no Brasil". Já no livro 1001 Albums You Must Hear Before You Die, o álbum é descrito como uma espécie de "manifesto do soul carioca", que combina o melhor de James Brown e Sly Stone.

Organizado e produzido pelo músico Charles Gavin em 2002, a gravadora Universal (detentora do catálogo da antiga Philips) relançou o álbum em versão remasterizada no formato CD. Naquele mesmo ano, foi escolhido como um dos 50 álbuns mais legais do mundo pela revista Rolling Stone, sendo o único disco brasileiro da lista. 
Quem sobe ao palco para interpretar o clássico álbum é o cantor Roguesi. Presente em diversas outras homenagens realizadas pela Black Soul Samba, Roguesi será responsável em levar ao Tábuas de Maré toda a musicalidade ímpar de "África Brasil".

Mas não é só, antes a festa será aberta com o grupo "Café Expresso". Recém criado, o grupo é formado por Caio Almeida, Davi Million e Marlon Serra, todos vocalistas que se apresentam com bases eletrônicas. Seu trabalho autoral tem forte influência da musicalidade de Ben Jor,

A noite ainda será comandada pelos Dj´s Black Soul Samba, que levam toda a brasilidade da música em canções de todas as fases de Jorge, desde o início como Jorge Ben, até a chegada de Jorge Ben Jor, incluindo ainda diversos  nomes importantes no estilo, como Trio Mocotó, Bebeto e Simonal e também novos nomes como Seu Jorge e Clube do Balanço.
Serviço
Homenagem  aos 40 anos do disco África Brasil de Jorge Ben Jor na Black Soul Samba - Com Roguesi e Café Expresso,
4 de março de 2016, a partir das 21h
Local: Tábuas de Maré - Rua São Boaventura, 156, Cidade Velha, próximo a Avenida Tamandaré
Ingressos: R$20,00 - com meia-entrada para estudantes
Informações gerais: (91) 98362 1793

Informações para imprensa: Danielle Franco::(91) 98425 6171



quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

6 anos de Black Soul Samba !!!

Coletivo Black Soul Samba comemora seis anos de atividades nesta sexta, 18. Noite terá exposição fotográfica, apresentação de documentários, feira de moda, shows das bandas Lauvaite Penoso e Cronistas da Rua e set´s dos Dj´s Uirá Seidl, Kauê Almeida e Eddie Pereira. Os ingressos antecipados estão sendo vendidos na Loja Ná Figueredo. 






Já não há dúvidas de que o Coletivo Black Soul Samba se tornou o principal expoente da pesquisa, incentivo e divulgação da música brasileira e música negra em Belém. Seus DJs, Uirá Seidl, Kauê Almeida, Homero da Cuíca e Eddie Pereira, são pesquisadores intensos e levam para as pistas o resultado dessa procura musical. A noite desta sexta-feira não poderia ser menos do que uma grande celebração à toda essa musicalidade que é exercício para a BSS, começando pela exposição fotográfica com 34 fotos, medindo 15x21 cm, registrando diversos momentos destes 6 anos de música e expressividade.

A abertura da noite fica por conta da exibição do documentário "Sou(l) Kilariô", filmado durante a vinda do pernambucano Di Melo à Belém, em outubro passado e produzido pela Black Soul Samba Filmes com direção de Arthur Dutra. O documentário registrou a presença do músico durante sua primeira visita à cidade e o show realizado na véspera do Círio de Nazaré, além de buscar elucidar pontos pertinentes ao início da carreira do cantor, processo de composição de algumas canções marcantes, além de aspectos relacionados a gravação do mítico álbum de 1975.

Os show que marcam o aniversário trazem duas bandas paraenses que dialogam intensamente com a presença da cultura negra na música brasileira: Lauvaite Penoso e Cronistas da Rua. A primeira brinca com a expressão das brincadeiras de pipas e papagaios nas periferias e bairros de Belém, "Lauvaite Penoso!"

Formada por Gabriela Maurity - vocal principal e percussão, Rodrigo Ethnos - vocal e percussão, Vitor Gonçalves - baixo e backing vocal, Johnny Craveiro - violão e backing vocal, Diogo Craveiro - guitarra e backing vocal, Gley Mureta - percussão e backing vocal, Thiago Marinho - percussão, Junior Dusik – bateria e sampler, a banda Lauvaite Penoso nasceu em 2009 e traz a musicalidade regional com seus carimbós, lunduns e batuques misturados à vivência musical de cada integrante, que vão do rock ao hip-hop, e do baião ao tecnobrega. Segundo eles, "banda Lauvaite Penoso procura na brincadeira e na liberdade de uma pipa a inspiração para fazer música, que represente não só seus integrantes mas as ideias e a força de um povo".
Já o Cronistas da Rua é formado pelo duo Dime Cronista (voz) e Alonso Nugoli (beatbox) representa a nova geração do rap paraense. Seu primeiro CD "Tekoha", traz nove canções autorais, com a uma estética sonora que passeia pelo rap, reggae, samba e brega aliados à música eletrônica ao beat box e ao flow (jeito de rimar). O CD integra a promoção de venda de ingressos da festa de sexta-feira, onde os primeiros 50 a comprar ingressos antecipados levam o CD no pacote.

Para Uirá Seidl, este é um momento de celebração e agradecimento pelos seis anos de apresentações que aglutinaram diversos artistas, nacionais inclusive, em cerca de 220 edições, evidenciando a cultura negra e sua estética influenciadora na cultura musical do Brasil, sendo este o mote de existência da Black Soul Samba, que se coloca como grande colaboradora desse processo em Belém.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Black Soul Samba realiza sua primeira homenagem a Martinho da Vila

Nesta sexta-feira, dia 4, um dos ícones do samba paranse: Bilão, sobe ao palco da Black Soul Samba para homenagear o carioca Martinho da Vila. Convidado especial da casa, Bilão e Martinho são inéditos nas edições da BSS.  E sendo dezembro o mês em que se comemora o Dia Nacional do Samba, a festa chega trazendo o tom do melhor do samba brasileiro.

Carioca, vascaíno e um dos responsáveis pela história do samba no Brasil, Martinho da Vila iniciou sua carreira no extinto Festival da Record, na edição de 67, com a música "Menina Moça". No ano seguinte alcançou o sucesso no mesmo festival lançando a música "Casa de Bamba", tornando-a um clássico da música brasileira.

A história de Martinho confunde-se com a da Escola de Samba Unidos de Vila Isabel, na qual o sambista integrou em 1965 passando a usa o "Da Vila" em seu nome artístico por conta do amor pela Escola da qual é Presidente de Honra, com direito à busto seu na entrada da quadra de ensaios.

Dentre seus grandes sucessos, estão sambas regravados por diversos artistas como "Na aba do meu chapéu", "Balança Povo", "Batuque na Cozinha" e "Disritmia".

No show desta sexta, Bilão convidou os sambistas Pedrão Frade, Carlinhos Dorneles e João da Hora. Sua banda, formada por Bruno Mendes, Diego Cruz e Diogo, na percussão; Bruno Buchecha, no violão; Marcelo Ramos, no bandolim; e ele próprio, Bilão no cavaquinho e voz, homenageia Martinho pela primeira vez, apesar de ter músicas dele em seu repertório de show.

Bilão também faz sua estreia na Black Soul Samba, e diz: "vou começar com o pé direito, ainda mais homenageando esse grande ícone da música popular brasileira que é o Martinho da Vila", garante.
Além de Bilão a festa ainda terá os DJs Homero da Cuíca, Uirá Seidl e Kauê Almeida, garante uma noite repleta de perólas do legítimo samba carioca no Tábuas de Maré.

Serviço
Homenagem à Martinho da Vila com Bilão na Black Soul Samba
Sexta, 4 de dezembro de 2015 - 21h
Tábuas de Maré - Rua São Boa Ventura, Rua São Boaventura, 156, Cidade Velha, próximo a Avenida Tamandaré
Ingressos: R$20,00 - com meia-entrada para estudantes
Informações gerais: (91) 98362 1793

Informações para imprensa: Danielle Franco::(91) 98425 6171