quinta-feira, 15 de setembro de 2011



Belém

Festa que encerra a Semana do Audivisual terá performances, vídeos e DJs

Artes integradas com intervenções de vídeo, circo, performances e exposições fotográficas. A Black Soul Samba de amanhã (16) é a junção de belas e marcantes expressões artísticas, em quadros e planos que só o cinema pode contar. A festa temática marca o encerramento da Semana do Audiovisual (Seda), que durante cinco dias discutiu e exibiu o novo do cinema, em Belém.

Unindo os sons dos DJs Black Soul Samba: Eddie Pereira, Fernando Wanzeller, Homero da Cuíca, Kauê Almeida e Uirá Seild, a festa ganha o peso dos DJs da Confraria do Som, Dance Like Hell e Pogobol. De acordo com a organização do Seda, "como teremos muitos coletivos que vão participar, e cada um com estilos bem distintos, o tempo de apresentação de cada um será mais curto do que o normal, o que vai dar um ritmo bem interessante a festa. A ideia é conglomerar estas expressões e criar um ambiente totalmente envolto pela arte", por isso a presença de tantas vertentes numa única noite.

Para o clima ficar na medida, o grupo Maha-Mantra Malabares, formado por quatro artistas de rua, foi convidado para intervir no ambiente com arte circense. Eles farão jogos de fogo, monociclo e tecido. Além dele, o grafiteiro Rafael Duque promete registrar uma arte no improviso, e Brow TDC assume o microfone com seu rap free style. A festa vai contar também com a participação do percussionista Rodrigo Etnus, e do Improvídeo, dupla que faz experimentação em vídeo.

Segundo a produtora Cris Salgado, "o objetivo é fazer com que todo mundo faça parte do processo de construção artística do espaço". Ela continua, exemplificando que "a exposição fotográfica, é aberta. Basta levar suas imagens que lá teremos material para a fixação das fotografias nas paredes.", convida.

A montagem final dessa festa de cinema, fica por conta das intervenções do qUALQUER qUOLETIVO, que vai ocupar espaços inusitados no ambiente.

Serviço

Black Soul Samba no encerramento do Seda. Bar Palafita - Cidade Velha, ao lado da Casa das 11 Janelas. Sexta-feira, 16/09/2011 - A partir das 22h. Ingressos a R$10 - Sendo que as 50 primeiras pessoas pagam a metade

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

BLACK SOUL SAMBA RECEBE METALEIRAS DA AMAZÔNIA


Metais de carimbó e lambada na Black Soul Samba desta sexta-feira

Lambada, carimbó e lundu com uma pitada de ska e rock ‘n roll. É essa mistura que as caixas de som emanam no show das “Metaleiras da Amazônia”. A banda é formada por três músicos militares, numa mistura que resulta em uma festa contagiante com uma fusão de ritmos dançantes indo da lambada, carimbó, siriá até o lundu. A nova apresentação do grupo é nesta sexta, 09, na festa Black Soul Samba do bar Palafita.


Formada pelos músicos Manezinho Do Sax, Pipira do Trombone e Pantoja do Pará, a “Metaleiras da Amazônia” tem ainda em sua cozinha os tempeiros de MG Calibre no baixo e direção musical, Arthur Kuns na bateria e samples, e Beto Meireles na guitarra.


O show desta sexta, começa depois da meia-noite. Antes (e depois) os DJs Black Soul Samba: Eddie Pereira, Fernando Wanzeler, Homero da Cuíca, Kauê Almeida e Uirá Seidl, se revezam nas pic up’s das duas pistas de dança do bar Palafita.


Os metaleiros

Batizado como Manoel Monteiro Tavares, Manezinho do Sax vem integrando bandas musicais desde 1975, e já passou por grupos como o “Circuito Transa Sete”, “Quem de Nós” e “Banda Warilou”, entre outros. Artista contratado pela extinta gravadora Continental, Manezinho quatro LPs entre 1985 e 1989, além de ter tocado com os artistas Ismael Linogato, Francis Dalva, Tácio Vilares, Joba, Kzan-Neri, Adelaide Matos, banda cajuí, Banda Luz e Sombra.


O segundo sax do grupo é de responsabilidade de Pantoja do Pará. Nascido em Igarapé-Miri, município de bons músicos, Pantoja do Pará é reformado da Polícia Militar e iniciou sua vida musical como percussionista, e despontou como um dos mais hábeis saxofonista de nosso Estado. Com 06 LP’s gravados, está encaminhando agora seu terceiro CD solo, com músicas que têm a patente de nossas origens musicais iniciado com o “Bangüê” (pau e corda), e deslanchando com o carimbó, o merengue e a lambada, entre outros ritmos.


Seu trabalho já foi registrado por importantes gravadores como Copacabana, Fermata, RGE, e CBS. Também integrou o conjunto “Orlando Pereira”, e a banda do cantor Pinduca, onde passou mais de 20 anos.


Pedro Paulo do Santos Souza, conhecido como Pipira do Trambone nasceu em Belém e toca como profissional desde os 14 anos de idade. É Policial Militar e atua na Banda da Corporação em Belém. Compositor de músicas populares como brega,zook,mambo,carimbo,xote e chorinho, já participou das bandas do Colégio Lauro Sodré, do Conservatório Carlos Gomes e das Bandas Brandão Som, Realce,Gênesis,Amazonas, Sol Nascente e outras.

Participou de vários festivais como: 5ª Coletiva de Arte em Pernambuco (1996), Festival Itaú Cultural “ Tendências e Vertentes” (2000). Classificou-se no festival de São Paulo do Rumos Itaú Cultural “ Uma discografia Brasileira” , na gravação do Cd “ Cartografia Musical Brasileira” (2001). Em 2003, participou do 5º SERVIFEST com a banda “ Pipira e Grupo” . Atualmente coordena a Banda “ Se vira nos trinta” e é integrante das Metaleiras da Amazônia.



A Black

O coletivo formado pelos DJ’s Eddie Pereira, Fernando Wanzeler, Homero da Cuíca, Uirá Seidl e Kauê Almeida, está na ativa desde 2009, fazendo da Black Soul Samba um projeto que vem marcando a movimentação musical de Belém.


Via de regra nas noites de sexta em Belém, o grupo já passou por vários espaços e hoje finca residência no Bar Palafita, embalando a Cidade Velha ao som dos ritmos da cultura negra em todas as suas vertentes, do reggae ao afrobeat, do funk ao soul, do samba ao carimbó, e do samba-rock ao nu jazz, tropicálias e adjacentes. Com sets bem trabalhados em ampla pesquisa musical, o grupo tem ainda o diferencial de um acervo em vinil, que joga na pista os sentimentos saudosistas de épocas férteis da música brasileira, em especial o samba e o soul, e o movimento tropicalista das décadas de 60 e 70.



Serviço

Black Soul Samba apresenta Metaleiras da Amazônia

Quando: Sexta - 09/09/11, a partir das 22h.

Onde: Bar Palafita – Cidade Velha, ao lado da Casa das 11 Janelas

Quanto: R$ 10,00; sendo R$ 5,00 para as primeiras 50 pessoas.

Informações: (91) 8272 5105 / 8413 0861

Contatos com a imprensa: Dani Franco (91) 8190 8270 / 8889 3639 – danifrancopa@gmail.com


Aguardamos vocês!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

BLACK SOUL SAMBA RECEBE SAULO DUARTE





A BLACK SOUL SAMBA EM PARCERIA COM O MOVIMENTO CURUPIRA ANTENADO APRESENTA O PARAENSE QUE MORA EM SÃO PAULO, E FAZ 2 SHOWS EM BELÉM(TOCA NO LANÇAMENTO DO PRÊMIO "CURUPIRA ANTENADO" DE MÚSICA INDEPENDENTE), SAULO DUARTE E A UNIDADE.

Ainda bem que é difícil rotular as canções de Saulo Duarte e a Unidade: com arranjos e letras simples, o compositor nascido no Pará e radicado por aí, hoje morando em São Paulo, não se preocupa com classificações – preocupa-se com a sinceridade de sua expressão musical e poética e com a consistência de sua proposta, todas elas amplificadas e sintetizadas pela banda A Unidade. Com Klaus Sena, no baixo, João Leão, nos teclados e Beto Gibbs, na bateria, além do próprio Saulo, na voz e nas guitarras, a banda potencializa nos arranjos o universo subjetivo de Saulo Duarte, que, na maioria das vezes, compõe as canções no violão. É nas letras do compositor que está o núcleo de sua obra – em sua maioria, elas contêm fragmentos esparsos das experiências pessoais dele, em que as celebrações da vida e as desilusões amorosas se misturam à cidade e aos acontecimentos da ordem do dia. A sensibilidade do compositor o faz permeável a tudo que lhe acontece ao redor, como se ele fosse uma espécie de captador sensível das pessoas e do mundo. Tudo isso em letras simples, com a vontade de dizer o mais profundo da forma mais fácil, sem pretensão. De certa maneira, todo esse universo pessoal está sintetizado nas composições em voz e violão, e cabe à Unidade amplificá-lo. Os arranjos da banda alcançam sonoridades que dialogam com a festividade da Jovem Guarda dos anos 60, do Roberto Carlos romântico e quase psicodélico dos 70 e do Jorge Ben Jor mais groovado, além de referências ao carimbó, à guitarrada e ao brega – que deve ser entendido, aqui, como canção romântica, sem o sentido pejorativo que muitas vezes se dá àquelas obras que versam sobre as faltas sentidas e cometidas. Mas as influências não aprisionam Saulo e a Unidade: o que há de presente nas composições são experiências vividas no hoje – é aí que elas ganham força, porque Saulo está em sintonia com as pessoas e espaços de seu tempo. A Rua Augusta, a Barra Funda, a Cardeal Arcoverde e a Teodoro Sampaio não são apenas cenários – também são personagens, cujos ritmos e frequentadores interferem diretamente nas canções, dando-lhes cores urbanas e contemporâneas. No panorama da nova geração da música brasileira, Saulo Duarte e a Unidade se destacam por evitar o uso da técnica pela técnica: o espetáculo e a verdade de suas canções estão no suor e no sorriso dos músicos, na sinceridade das letras e na simplicidade dos arranjos. Saulo Duarte é um portador de canções, um intérprete de si mesmo, com a certeza de que é nas manifestações mais específicas e subjetivas que estão os conteúdos mais universais.

(Rogério Duarte)

terça-feira, 9 de agosto de 2011


No dia em que a cantora completaria 69 anos de vida, a Black Soul
Samba volta das férias em um Tributo trazendo além das pick up´s, a
atual voz do samba paraense: Gigi Furtado.

“Quem samba na beira do mar é sereia...” O mito da força das águas,
consagrado na voz de Clara Nunes, ainda hoje ecoa no imaginário
popular. Conhecida por sua crença aos deuses do panteão africano e por
sua fé na Escola de Samba Portela, a cantora mineira faria 69 anos de
idade neste 12 de agosto de 2011. Como homenagem, a Black Soul Samba
leva ao palco do Bar Palafita a paraense Gigi Furtado, para
interpretar canções como “Morena D`Angola”, “Tristeza Pé no Chão”,
“Canto das Três Raças”, e todos os grandes sucessos que Clara Nunes
deixou marcados no cancioneiro brasileiro.

Considerada uma das maiores cantoras do país, a mineira de Paraopeba
também foi grande pesquisadora dos ritmos e folclore de nosso país,
assim como das danças e tradições afro-brasileiras, talento que a
levou, por diversas vezes, a representar o Brasil na África. Clara
Nunes foi a primeira cantora a vender mais de 100 mil cópias de vinis,
quebrando o estigma de que mulheres não vendiam discos. Com sua morte,
se transformou em mito da música popular brasileira.

Sua grande estréia foi em fevereiro de 1973, ao lado de Vinícios de
Morais e Toquinho com o show “O poeta, a moça e o violão”, no Teatro
Castro Alves, em Salvador-Ba. 10 anos de sucesso depois, em 28 de
abril de 1983, Clara Nunes falecia.

O Tributo da Black

Além dos djs residentes da Black Soul Samba, a noite de Tributo à
Clara Nunes terá a cantora Gigi Furtado acompanhada da banda
Cavaleiros de Jorge.
Considerada a atual grande voz do samba paraense, Gigi Furtado vem
colecionando títulos de “melhor intéprete” nos Festivais de Marchinhas
Carnavalescas (2010/2011), além de ter sido premiada como Cantora
Revelação de 2010 no Baile dos Artistas.

Desde então a sambista vem criando um forte vínculo com o público
durante suas apresentações. Seu talento, simpatia e espontaneidade
proporcionam um ambiente descontraído e propício a boa música.

Além do show de Gigi Furtado, o Tributo à Clara Nunes terá ainda
cenário de Aldo Paz , que promete boas surpresas ao público.
Nas picapes, os DJs Eddie Pereira, Fernando Wanzeller, Homero da
Cuíca, Kauê Almeida e Uirá Seidl. tocando samba rock, tropicalices, nu
jazz, afrobeat, samba raiz, funk e a música Black Soul Samba que é a
marca das noites de sexta no Palafita.

Serviço:
Tributo à Clara Nunes - Com show de Gigi Furtado e banda Cavaleiros
de Jorge + Djs Black Soul Samba.
Ingresso normal: R$10,00
Ingresso promocional: R$5,00 para os primeiro cinquenta convidados.
O Bar Palafita fica na Cidade Velha, ao lado da Casa das 11 Janelas.
Informações: (91) 8272 5105 / 8739 8673


terça-feira, 17 de maio de 2011



BLACK SOUL SAMBA TODAS AS SEXTAS NO PALAFITA DA CIDADE VELHA,

SOUL,FUNK,HIPHOP,SAMBA - ROCK,TROPICALICES,REGGAE,NU JAZZ E TODAS AS CORES DA BLACK MUSIC NUM ESPAÇO PRIVELEGIADO NA BEIRA DA BAIA DO GUAJARÁ,BERÇO DA CIDADE DE BELÉM.

Nas picapes, os DJs da Black Soul Samba,

Eddie Pereira
Uirá Seidl
Fernando Wanzeller
Kauê Almeida

DESTA VEZ A FESTA SE RENOVA RECEBENDO OUTRO COLETIVO,O LIMONADA SONORA E MAIS UMA FEIRA QUE TERÁ BRECHÓ DA MADAME BIJU,TATOOS DO MESTRE BARELLI,TRANÇAS AFRO E PROJEÇÃO DE VÍDEOS ,VIDEO ARTE COM MAURÍCIO FRANCO.E AINDA O LOUNGE SHOW DE ROSA CORREA,QUIURE E JOÃO PAULO PIRES + DJ´S LIMONADA SONORA:

THIAGO OLIVEIRA
ALEX PINHEIRO
KIKO

2 PISTAS E MUITA DIVERSÃO PRA TODOS QUE FOREM NO PALAFITA NESTA SEXTA DIA 20.

O INGRESSO CUSTARÁ R$ 5 ATÉ 23 H. APÓS, R$ 10,00.
ESPERAMOS TODOS OS AMIGOS NESSA NOITE DE MUITA BOA MÚSICA!

Quando?20 DE MAIO de 2011 (sexta)
Onde?bar PALAFITA,AO LADO DO PIER DAS 11 JANELAS, Cidade Velha
Quanto? R$ 5 ATÉ 23 H. APÓS, R$ 10,00

segunda-feira, 9 de maio de 2011


BLACK SOUL SAMBA TODAS AS SEXTAS NO PALAFITA DA CIDADE VELHA,

SOUL,FUNK,HIPHOP,SAMBA - ROCK,TROPICALICES,REGGAE,NU JAZZ E TODAS AS CORES DA BLACK MUSIC NUM ESPAÇO PRIVELEGIADO NA BEIRA DA BAIA DO GUAJARÁ,BERÇO DA CIDADE DE BELÉM.

Nas picapes, os DJs da Black Soul Samba,

Eddie Pereira
Uirá Seidl
Fernando Wanzeller
Kauê Almeida

SEXTA DIA 13,DIA DA ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA.


O COLETIVO RÁDIO CIPÓ ESTARÁ FAZENDO SUA ESTRÉIA NA BLACK SOUL SAMBA DEPOIS DE VOLTAR DE SHOW RECENTE EM SAMPA E COM CERTEZA SERÁ UMA NOITE MEMORÁVEL!!!

O INGRESSO CUSTARÁ R$ 5 ATÉ 23 H. APÓS, R$ 10,00.
ESPERAMOS TODOS OS AMIGOS NESSA NOITE DE MUITA BOA MÚSICA!

Quando?13 DE MAIO de 2011 (sexta)
Onde?bar PALAFITA,AO LADO DO PIER DAS 11 JANELAS, Cidade Velha
Quanto? R$ 5 ATÉ 23 H. APÓS, R$ 10,00

quinta-feira, 5 de maio de 2011


BLACK SOUL SAMBA TODAS AS SEXTAS NO PALAFITA DA CIDADE VELHA,

SOUL,FUNK,HIPHOP,SAMBA - ROCK,TROPICALICES,REGGAE,NU JAZZ E TODAS AS CORES DA BLACK MUSIC NUM ESPAÇO PRIVELEGIADO NA BEIRA DA BAIA DO GUAJARÁ,BERÇO DA CIDADE DE BELÉM.

Nas picapes, os DJs da Black Soul Samba,

Eddie Pereira
Uirá Seidl
Fernando Wanzeller
Kauê Almeida

SEXTA DIA 06


ESTAREMOS FAZENDO UMA JUSTA HOMENAGEM À JORGE BEN(JOR) COM A BANDA ZAZUEIRA!,NOVA BANDA QUE SE FORMA NA CIDADE E TEM EM SEU SETLIST MUSICAS DE JORGE E OUTRAS PÉROLAS DA BLACK MUSIC BRAZUCA O INGRESSO CUSTARÁ R$ 5 ATÉ 23 H. APÓS, R$ 10,00.

Quando?15 DE ABRIL de 2011 (sexta)
Onde?bar PALAFITA,AO LADO DO PIER DAS 11 JANELAS, Cidade Velha
Quanto? R$ 5 ATÉ 23 H. APÓS, R$ 10,00